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Meu propósito para com este blog, está em coletar e difundir importantes mensagens voltadas para o autoconhecimento, percepções metafísicas, espirituais e poéticas, respeitando e identificando sempre os autores e fontes das mesmas.

domingo, 3 de julho de 2011

A CRIANÇA DE HOJE E O SISTEMA EDUCATIVO






















Como educadora, encontro-me num momento único de interiorização e reflexão, diante do atual contexto que se encontra à Educação Brasileira, procuro estar sempre "antenada" e constantemente em busca de novos meios de compreensão e de ensino-aprendizagem, pois caso contrário, não daria conta em meio a demanda de interesses e a diversidades dessas crianças, que a cada dia me surpreendem com suas ações e suas respostas sempre na ponta da língua. O descaso de alguns pais pelo desrespeito crescente dessas crianças a todo o grupo docente e escolar, além de me incomodar, me deixa muito intrigada. O desinteresse pelos estudos, parece tomar conta das crianças num sentido geral, com raríssimos casos de bons desempenhos.
E o palavreado...ah, isso é bom que nem se comente por aqui, porque chega a ser mesmo...lastimável!
A autonomia bem como a agressividade espontânea de muitas delas são pontuais e apesar dos avanços tecnológicos que aos poucos estão sendo introduzidos nas escolas, sei que muito ainda precisa ser feito para que os métodos educativos possam " seduzir", "encantar" e "estimular" os constantes questionamentos dessas crianças.
Está na cara de que algo está errado, de que o sistema não funciona dessa forma, elas estão insatisfeitas, cada vez mais violentas e prontas para uma boa briga, e ao mesmo tempo, num outro oposto, quando se juntam em prol de algum interesse em comum, é algo muito lindo de se ver, a lealdade e a cumplicidade entre elas chega a ser notáveis, pois TUDO envolve a educação de uma criança, e a família, que deve ser a base deste alicerce, está muito longe de compreender que a criança de hoje é outra e requer mudanças de conceitos, atitudes e valores, para que possa ser educada à altura de suas expectativas e interesses.
A educação e os valores transmitidos à criança, devem ser revisados pelos pais e especialistas. E por isso é preciso levar em consideração, antes de tudo, que as Crianças Índigo não aceitam a imposição nem a autoridade, recusam a manipulação, a falsidade e a desonestidade. Muito menos aceitam os velhos truques de disciplina baseados no medo e na culpa. Estes pequenos seres gostam de ser tratados e honrados como indivíduos que são.
Nesse contexto, até mesmo a mídia que é uma forma direta e expositiva, recheada de informações de todos os tipos de altos e baixos escalões e que hoje atinge quase, se não 100% de nossos lares, também deve ser revista e passar por grandes transformações para contribuir de fato com a educação de nossas crianças, que serão os futuros cidadãos deste Planeta.
Hoje, fala-se muito na educação emocional, e devemos considerar que para tal educação possa ralmente acontecer, deve estabelecer-se sobretudo na visibilidade e na transparência.
Não se deve envergonhar, culpar, mentir e nem gritar com essas crianças, muito menos fazer joguinhos de manipulação, porque certamente elas lhe darão o troco!
Pelo contrário, é preciso que a auto-estima seja preservada. Deve se oferecer a oportunidade de escolha e, ao mesmo tempo, evitar a comparação.
Receber disciplina e limites sem imposição, sempre explicando o real motivo de estar agindo de tal forma com elas. Outras sugestões para a educação das crianças índigos é estimular sua superioridade, mas não a competição entre elas " a competição é até saudável quando bem explicada e dirigida", mas já sabemos que nem sempre o melhor é aquele que ganha.
Inserir bom humor durante sua educação, com um pouco de jogo de cintura, o vocabulário usado no momento da aprendizagem, deve ter um sentido próprio para elas, existem palavras chaves durante o processo de ensino destes pequenos, que devem ser administradas de acordo com sua idade biológica. Por exemplo, até o primeiro ano de vida, os vocábulos essenciais são amor, afeto e atenção. Os bebês devem ser tocados, abraçados, para sentir-se seguros e também é preciso brincar muito com eles.
Depois, entre o primeiro e o segundo ano, deve ser destacado os termos liberdade, respeito e estímulo. Durante esta etapa eles experimentam o desapego dos pais, pois começam a ingressar nas escolas de educação infantil, local seguro e apropriado para seu bom desenvolvimento social. Sei disso, pois trabalhei um bom tempo com educação infantil de período integral e no início pode até ser bem mais difícil para os pais, que automaticamente transmitem suas inseguranças para seus filhos, interferindo e muito no processo de adaptação dos mesmos.
Não se pode condicioná-los através do medo. Temos que evitar que a criança associe a dor, ao mal ou a fraqueza. Caso contrário, não haveria espaço para o crescimento espiritual, que ao contrário do que muitos pensam, não se da em templos ou igrejas e sim, justamente em suas experiências diárias de respeito a si e ao próximo em cada atividade proposta.
Mérito, explorar e aprovar, são as palavras chaves entre os 2 e 5 anos. Época na qual o menor passa do Eu sou para o Eu Posso. Se for reprimido e não se sentir encorajado, ele poderá ser um adulto incapaz de enfrentar qualquer desafio.
Depois, entre os 5 e 8 anos, a criança já assimila conceitos mais abstratos. Por isso deve ser administrados os termos: dar, repartir, aceitar, verdade e não julgamento. Eles adoram dividir quando sentem amor. Mas aprendem que para dar, não é preciso necessariamente perder algo, e assim vão aprendendo em meio a frustrações e estímulos positivos o verdadeiro significado da entrega. E quanto à verdade, devem aprender que vem acompanhada de um sentimento agradável e não como um precedente de um problema, caso fosse ocultada.
Depois, entre os 8 e 12 anos, agora não tão pequenos, eles aprendem como e por quê funcionam as coisas. Nesta etapa as palavras chaves devem ser: juízo, independência, discriminação e reflexão.
Em seguida, entre os 12 e 15 anos, a criança já na adolescência, exige que os pais utilizem termos como a experiência, a responsabilidade e estar alerta. As que aprenderam as lições da educação espiritual, têm total confiança em seus pais. Do contrário, se sentiriam confusos, não resistiriam as pressões amigáveis e buscariam experiências indiscriminadas. As escolas e os demais centros educativos, deve estar atentos para reconhecer a presença das Crianças Índigos dentro de suas salas de aula, pois são alunos que geralmente não correspondem aos métodos de ensino tradicionais. Pelo contrário, sua aprendizagem ocorre de forma reflexiva e participante, não somente através da memorização. Por isso, não se deve estranhar que muitos destes pequenos sejam classificados como crianças problemas, já que se dispersam com grande facilidade durante as aulas.
É preciso, que a presença dessas crianças possa inspirar às autoridades educacionais a criarem um novo currículum que deverá ser revisto, ampliado e ajustado, ajudando nas modificações, segundo a essas novas necessidades educativas.
Conteúdos que possam ser baseados no desenvolvimento da consciência, da honestidade e responsabilidade, manifestando-se no pensamento intuitivo e crítico em busca de soluções.
Será o sonho realizado, um sistema igualitário, autônomo, integral e flexível. Mas para que toda essa reforma educativa possa acontecer, é vital que nós, pais, educadores e profissionais especializados também estejamos à altura deste processo de reforma, e colocar o requisito HUMANO em primeiríssimo lugar, isso incluirá nas escolas matérias como: compreensão e responsabilidade do poder, soluções pacíficas de conflitos, economia ética, ciência e espiritualidade, entre outras.
Sinto pelas inúmeras crianças que estão sendo rotuladas por crianças problemas, ou crianças portadoras de necessidades especiais, por essa razão, fui estudar para ver como funciona essa coisa toda, e estou tentando do meu jeito juntar a ciência com uma nova consciência espiritual.
Bem... para mim a educação é um tema fascinante pois somos quem somos exatamente pela educação e experiências que recebemos ao longo de nossas vidas, então, gostaria de que essa questão das novas crianças Índigos ou não, antes de mais nada pudessem ser vistos e tratados por nós adultos, como seres que precisam de respeito, para que eles possam projetar esse respeito por onde passarem.
O vídeo que irão assistir a seguir é uma prova viva do contato de 1° grau com essas crianças surpreendentes!
Não há outra palavra a ser dita ou registrada, pois esse grupo de alunos literalmente me surpreendeu com toda essa manifestação de afeto, carinho e respeito.
Em 2009, pisei pela primeira vez em uma sala de aula de ensino fundamental e fui logo me deparando com o 4° B, figurinhas estranhas a princípio, totalmente diferentes daquelas a qual estava acostumada. Anos eu passei entre fraldas e mamadeiras, choros e joelhinhos ralados, massinhas de modelar e pinturas à guache na educação infantil.
Que ano foi aquele? 2009 ficará sempre muito bem guardado, no mais profundo dos meus sentimentos e de minhas recordações.
E devo confessar, o quanto eu aprendi com cada um deles!
Aprendi muito mais do que ensinei, foram eles os meus verdadeiros mestres.
Mostravam-se ser um grupo desafiador, com os ânimos sempre aflorados e alterados, questionavam tudo, percebiam tudo, não deixavam passar nada com os seus radares sempre afinados, autênticos e líderes...muitos deles juntos, não podia dar em boa coisa não é?
Tive que fazer ajustes, apontar prioridades, fazer combinados, e os mesmos direitos e deveres foram dados a todos igualmente, inclusive pra mim mesma.
Muitas vezes fui dura, durona mesmo e só tive desvantagens agindo assim, outras vezes fui generosa, carinhosa e percebi que todos eles, se eu deixasse montariam em cima de mim, sem dó e nem piedade!
Experimentei com eles, todas as facetas do meu ser, anjo ou demônio, mas certa de que fui transparente e verdadeira em minhas emoções, assim com nas minhas razões.
Fui flexível e também inflexível, rígida e compassiva, amiga e professora, médica e psicóloga e muits vezes até mesmo mãe, quando ouvia com atenção seus desabafos que nem sempre eram de assuntos escolares, dando-lhes o meu ombro e o meu apoio, fazendo-os refletir sobre outros angulos, argumentando, instigando, aplaudindo quando tinha de aplaudir e vaiá-los quando mereciam ser vaiados, assim fomos construindo uma liga invisível de afeto e de compreensão mútua, e isso se deu da mesma forma ao fazer intermináveis discursos sobre educação, sobre o valor da amizade, do respeito às diferenças, sobre lealdade, os desapontamentos e decepções que a própria vida nos trás e nos surpreende sempre, sobre os ganhos e as perdas, e mesmo com tanto esmero, ainda pairava no ar uma sensação de que eu estava mesmo, era falando com as paredes!
Fazê-los trabalhar em grupos foi meu grande desafio, tudo era motivo para brigas, desentendimentos, desacordos, tive que muitas vezes deixar à parte pedagógica de lado, para ensinar-lhes a parte humana, os verdadeiros valores ligeiramente ocultados naqueles relacionamentos tão coléricos. E no calor daqueles momentos, sempre tinha um ou dois no meio a tantos rebeldes e inconformados, que nunca se deixaram levar pelas investidas e peraltices dos colegas, mantinham-se sempre centrados, calmos, exalavando sutis energia de paz e serenidade. Tive oportunidade de rir muito com eles, e quando foi preciso chorar, choramos juntos e eles compreenderam tudo. Nem poderia imaginar que com tantos altos e baixos, consegui deixar cair em solo fértil, algumas sementes valiosas que enfim, germinaram!
Estou certa de que com os tantos desafios e experiências pelos quais passamos juntos, naqueles momentos...eles não se deram conta, de como fomos verdadeiros um com os outros, com certeza eles não se deram conta, e nem eu!
O tempo não espera, e hoje passo por novas experiências, com alunos de outras faixas etárias, assim como eles amadureceram e tiveram oportunidades de conhecer outros amigos, outros professores, e passam também por novas experiências.
Mas hoje, e somente hoje, dois anos depois de tantos confrontos, sabores e dissabores eu posso refletir por meio deste vídeo que eles mesmos acabam de produzir, que pedagogicamente posso não ser a professora mais perfeita, mas já consigo ver os frutos da minha dedicação ao passar-lhes coisas muito simples, muito além das lições em sala de aula, mas que levarão com eles para o resto de suas vidas, e que nunca, nunca mesmo ... jamais as perderão!







Assim, queridos leitores, deixo aqui para que possam prosseguir com suas leituras, mais informações de qualidade, de outros sites e blogs que pesquisei sobre as crianças índigo e cristais, sobre métodos de ensino e que repasso aqui em meu espaço, sempre é claro, respeitando suas fontes originais, com um detalhe apenas, as ilustrações e vídeos, deixem por minha conta, pois tenho o meu próprio jeito de me expressar.
Agradeço a atenção de todos e uma ótima leitura!

Por: Lisa Teixeira



QUEM SÃO ESTAS CRIANÇAS:

Eu diria, a respeito da Educação para as novas gerações denominadas de Geração Índigo, que eles trazem um DNA modificado ou seja mais ativado e portanto, dons e talentos manifestos que são diferentes de gerações anteriores e isso já nos indica que necessitam de um olhar distinto e de uma atitude por parte de pais, professores e demais adultos, pelo menos mais aberta e receptiva para poderem descobrir e conhecer de verdade quem são e como “funcionam” estas gerações.
A partir de um DNA modificado e mais ativado encontramos que eles apresentam, anatomicamente, com os dois hemisférios cerebrais, direito e esquerdo, já integrados o que faz com que tenham a capacidade inata de ver “o todo” ao invés de ver de forma fragmentada a realidade. Trazem com eles a chamada visão holística ou sistêmica como uma habilidade natural. E isso na educação cria um dos importantes pontos de atrito e de estresse entre crianças e professores e entre pais e seus filhos. Pois, funcionando desta forma as crianças necessitam de metodologia de ensino não linear assim como é o funcionamento delas.

E o que a metodologia atual oferece, predominantemente?

Metodologia linear e visão fragmentada! Além disso, as crianças de agora, como gostamos de chamar, são multidimensionais e multissensoriais e assim elas precisam de diferentes estímulos ao mesmo tempo, para se manterem atentas e dedicadas, envolvidas na atividade.elas tem alta quantidade e qualidade de energia, além da integração dos dois hemisférios, então, elas precisam fazer várias coisas ao mesmo tempo, é por isso que elas estudam, ouvem música e conversam ao celular com um amigo e ainda falam com a mãe ou com o pai, tudo ao mesmo tempo!
Muitos adultos se incomodam e brigam com elas, rejeitam esse modo de funcionar, mas é assim que elas são, não por serem desorganizadas ou por terem déficit de atenção ou hiperatividade, apenas porque “seu projeto original” as capacitaram e determinou que nascessem assim!
É assim também que vemos estas crianças, desde pequenas abrirem muitos ou todos os brinquedos ao mesmo tempo e ficarem brincando com todos eles e se o adulto que está com elas resolve dizer que vai guardar alguns pois ela nem está brincando com estes, ela afirma logo: mas eu estou brincando com todos! Eu mesma, em meu consultório, tenho observado este comportamento e já o aceito como algo natural. As crianças chegam e abrem todos os brinquedos, mexem com eles, reconhecem e depois andam por toda a sala e exploram todos os cantos e objetos e também sentem a energia que há neste ambiente, assim como a energia de quem está ali para atendê-los e conversar com eles. É algo natural.
















O AMBIENTE NAS ESCOLAS:

Nas escolas não há preparação nem entendimento ainda para aceitar e acolher estas crianças e jovens como eles necessitam e assim está havendo um grande choque e muito estresse. E acontecem numerosas situações graves que vão de desrespeito e humilhação das crianças até o constrangimento delas e dos pais publicamente, e o que é pior estas atitudes por parte de professores e escolas que acabam coagindo muitos pais ainda desinformados e temerosos de irem contra “ o que é ditado como normal”, a darem medicamentos a seus filhos principalmente ritalina ou metilfenidato ( substancia ativa) e também anti-depressivos e anti-psicóticos.
Todos este medicamentos tem efeitos colaterais fortíssimos e não há comprovação nenhuma de que façam algum efeito benéfico. A situação é grave, trata-se de um crime o que está sendo praticado com as crianças! Ainda mais que não se trata aqui de doenças das crianças e sim de características evolutivas da espécie humana! Não há o que medicar e sim o que entender e reconhecer para então mudar a forma de se relacionar, assim como os métodos de educação!
As crianças de agora, precisam ser vistas como manifestação da evolução humana. E precisam ser ouvidas mesmo antes de começarem a falar.
Elas precisam ser ouvidas de verdade, desde o coração, desde a alma!
Aliás, elas provavelmente, falarão mais tarde do que a idade que antes era considerada “normal” pois elas são telepáticas, quer dizer que naturalmente se comunicam de mente para mente não havendo necessidade de palavras. Ouvir e amar estas crianças desde o mais fundo do coração e compreender que elas são diferentes e estão se apresentando aqui diante de nós para nos ajudarem em nosso processo de evolução como humanidade e como planeta. Elas merecem ser vistas com muito respeito e honradas!
Necessitam de ajuda para estarem aqui na Terra de terceira dimensão, que é um lugar com condições muito difíceis de se estar. Elas são seres com energia muito sutil e alta sensibilidade e tem dificuldade de “aterrar” ou seja de estar aqui e de compreender algumas regras de funcionamento da terceira dimensão, já que elas são seres de dimensões mais elevadas como a quinta, sexta e sétima dimensão.

A EDUCAÇÃO PARA ESSAS CRIANÇAS, PRECISA SER INTEGRADORA:

Elas precisam de uma educação integradora, inclusiva e amorosa desde o coração e precisam de ajuda para aprenderem a viver aqui na Terra sem perderem seus dons e talentos, sem que estes sejam anestesiados e bloqueados por nossa densidade, ou seja, por nosso estresse generalizado, pela poluição que criamos, pelos nossos desequilíbrios energéticos e emocionais, pela alimentação contaminada de químicos e alergênicos, pelas drogas que damos a elas como a ritalina e outras que só fazem um adestramento e impedem que sua maravilhosa energia e suas altas capacidades e talentos se manifestem.
Estas crianças, diante da situação defasada da educação e escolas em geral e devido a falta de tempo hábil para mudar tudo antes que elas sejam adultos, precisariam da permissão e do incentivo do Estado para que sejam educadas em casa pela família e por sistemas auxiliares em parcerias com a escola regular, criados pela sociedade e governos, visando promover o desenvolvimento saudável e equilibrado destas novas gerações. É claro que para isso precisamos que todos se envolvam e repensem nossa organização como sociedade, os sistema de trabalho que precisará flexibilizar horários e se responsabilizar mais para criar condições de trabalho para mulheres e homens que os estimule, viabilizando que eles estejam mais presentes no lar e com suas famílias, reassumindo os papeis e missão primordial que é a de ser pai e mãe!
Enquanto isso não muda, estamos vendo grupo em diversos países se organizando e criando instâncias paralelas para atender as crianças de agora, assim como, seus pais e avós e para ajudar e orientar aos educadores que já perceberam que o sistema de educação caducou há muito tempo e que está completamente obsoleto.
As crianças de agora representam a construção de uma nova civilização humana, mais evoluída, assim, é natural que elas anunciem e peçam passagem para o novo em todos os sentidos!
E por mais que muitos setores da sociedade humana resistam a enxergar que nós como espécie humana mudamos, não vai adiantar. A mudança está aí em forma de gente, configurando assim o que podemos chamar de o novo paradigma humano.

Autoria: Ingrid Cañete


Como identificar as Crianças Índigo?

Propomos que façam um pequeno teste às vossas crianças para poderem identificá-las, ou não, como crianças índigo. Este teste (embora com algumas adaptações) é apresentado por Lee Carroll no seu livro As Crianças Índigo.

Trata-se de uma criança muito intuitiva (parece adivinhar as coisas) e traz consigo, desde a nascença, uma certa realeza comportando-se como tal?

Sentem que merecem estar aqui e admiram-se quando outros não os reconhecem. Revelam-se bastante sensitivos (parecem observar, ver, ouvir e detectar acontecimentos, objectos e situações aparentemente impossíveis)?

São muito sensíveis à música, à pintura, às paisagens grandiosas e sublimes, ao belo?

Dizem, com naturalidade aos pais quem são e donde vêm e alguma vez referiram ter falado com anjos, Deus, extraterrestres ou outras entidades?

Preocupam-se muito com questões humanitárias, a fome, as guerras, os problemas ambientais, com os animais abandonados ou maltratados?

Gostam de ver programas sobre História, Religião e Arte na TV ou na Internet?

Sentem-se frustrados com sistemas que obedecem a rituais e sem criatividade, apresentam outras formas de fazerem as coisas, tanto em casa como na escola, o que os torna rebeldes ou simplesmente desinteressados?

Costumam desenhar figuras exóticas, seres extra-terrestres, figuras estranhas?

Apreciam conversar sobre Deus, o princípio do Mundo, a Vida, os OVNIS, etc?

Parecem ser anti-sociais, e, por vezes a escola é o local onde lhes é muito difícil socializar. Apreciam a solidão. Gostam de se fechar no quarto para ficar sozinhos?

Têm dificuldade em aceitar uma autoridade absoluta. Falam ou escrevem sobre assuntos que parecem não ser para a sua idade e formação?

Se respondeu SIM a mais de 4 perguntas... esteja mais atento ao seu filho ou educando, porque poderá estar perante uma criança índigo, por isso tente retirar dele mais informações, mas proceda com carinho e amor verdadeiro, porque estas crianças, devido à sua sensibilidade e capacidades extra-sensoriais, apercebem-se facilmente das suas intenções, sobretudo se estas não foram para seu bem. Como sabem elas trazem consigo um verdadeiro detector de mentiras e, intuitivamente, lêem os pensamentos das pessoas com quem tratam.






Qual a educação mais adequada para estas crianças e jovens?


Em primeiro lugar é fundamental que exista para a criança uma só escola e uma só educação. O complexo processo educativo, para atingir os seus plenos objectivos deve fazer um compromisso com todos os seus intervenientes que em conjunto devem-se envolver em uníssono: pais, professores, alunos. Todos têm que ter consciência de três verdades insofismáveis:
O potencial humano é muito superior àquilo que nos convenceram. (Einstein desenvolveu, apenas, entre 5 e 10% das capacidades do seu cérebro....)

A educação deve ser adquirida naturalmente e com prazer, porque educar sem prazer é deseducar e é como um dia sem sol.

A educação e a aprendizagem são o único motivo que nos trouxe a este planeta, por isso, deve ser feita com esmero.

Um sistema de educação alternativo e muito conhecido é o da pedagogia Waldorf que explica de uma forma harmoniosa a relação existente entre o processo íntimo do desenvolvimento da criança e do jovem e as modificações sofridas pelo homem em sua evolução histórica, pois ajuda a criança a passar por um processo evolutivo de crescimento, amadurecimento e consciencialização progressivos até atingir a maturidade. Para isso promove um acompanhamento adequado com respeito pela sua individualidade e criatividade, para que floresça e desabroche livremente em todas as suas vertentes.


Existem no nosso país escolas adequadas a estas crianças?





Existem poucas escolas com pedagogias adequadas e preparadas para promoverem uma educação adequada a estas e muitas outras crianças. Em Portugal, existem algumas poucas escolas com a pedagogia Waldorf.


Será você um Índigo adulto?


Se quer saber se é um índigo adulto analise as afirmações que se seguem:

São muito criativos ainda que na escola não tenham tirado as melhores notas.

Têm algumas características que fazem parte de crianças índigo.

Apresentam alguns problemas de concentração e atenção (Sintomas de Desordem de falta de Atenção. Podem apresentar problemas para se concentrarem nas suas tarefas. Podem saltar de tema nas conversas (palestras, dissertações, etc.)

Têm uma verdadeira empatia por algumas pessoas e sentem-se bem com pessoas que tenham a sua vibração, mas têm, também, uma profunda intolerância pela estupidez.

São muito intuitivos, muito criativos e desfrutam fazendo coisas, mesmo que espalhem tudo à sua volta como um caos, sentem-se bem assim...mesmo que os outros reclamem da desordem.

É difícil para eles fazerem um trabalho repetitivo e obrigatório e sobretudo na escola recusavam-se a fazê-lo.

Vivem em constante mudança e têm, ainda hoje, problemas com a autoridade. Rejeitam, muitas vezes, a autoridade do professor ou mesmo dos pais quando procuravam impô-la. Questionaram-na e continuam questionando a autoridade.

Aprendem rapidamente e quando acham que já sabem o suficiente aborrecem-se e desinteressam-se pelos assuntos?

Se uma coisa ou um tema lhes interessa põem aí toda a sua atenção e não se importam de estar horas a fazer o mesmo.

Na escola parecia que tinham “picos” e não paravam quietos, quando a matéria não lhes interessava, não lhe servia para nada ou achavam que já sabiam o suficiente sobre o assunto.

Por vezes mostra ser extremamente sensíveis, ou emocionalmente instáveis, chorando ao mínimo motivo (sem protecção). Ou podem mostrar uma certa falta de emoção (protecção completa).

Por vezes revoltam-se com certas coisas ou pessoas, parecendo que têm problemas com a Ira.

Não compreendem e até se revoltam, ou irritam com os chamados sistemas ineficazes que consideram caducos: sistema político, educativo, médico, jurídico, etc.

Sentem uma verdadeira irritação e ira quando privam dos seus direitos e detestam que os observem ou controlem os teus passos, ficam irritados quando alguém está sempre a observá-los e a criticá-los.

Procuram o significado da vida e sentem uma vontade grande de mudar ou até melhorar o mundo aderindo, por vezes, à espiritualidade, a alguma religião ou a grupos ou livros de auto-ajuda.

Tiveram alguma experiência psíquica, premonições (ver anjos, seres extrafísicos, fantasmas...) experiências fora do corpo, ouvir ruídos ou vozes, etc.

É sensível à electricidade e por vezes os relógios não funcionam, as lâmpadas apagam-se quando passa por baixo deles, os aparelhos eléctricos funcionam mal ou queimam-se fusíveis ou rebentam lâmpadas...

Já, alguma vez, tiveram consciência da existência de outras dimensões, de extraterrestres ou da existência de outras realidades paralelas.

São muito expressivos sexualmente, mas também podem recusar a sexualidade por aborrecimento ou para conseguirem uma ligação espiritual mais elevada. Podem explorar tipos alternativos de sexualidade.

Tiveram poucos ou nenhum exemplo índigo para imitar.

Se conseguem encontrar o seu equilíbrio podem transformar-se em indivíduos muito realizados, fortes, sãos e felizes.










































Para a maioria dos pais, as linhas pedagógicas adotadas por cada escola não passam de um nome esquisito.
Mas são eles que indicam a forma como o conhecimento será transmitido ao aluno. Por isso, é importante informar-se quanto à metodologia aplicada pela instituição antes de efetuar a matrícula. Na prática, todos os modelos são eficientes desde que estejam de acordo com os valores praticados pela família. O primeiro passo é saber se a proposta segue a linha conservadora ou liberal, e procurar aquela que tende a conflitar menos com as regras aplicadas dentro de casa. A liberal valoriza a autonomia da criança, enquanto que as escolas tradicionais destacam o conteúdo como diferencial e se gabam de preparar melhor o aluno para o vestibular. O segundo passo é conhecer as propostas de cada teoria e verificar como a instituição as coloca em prática. A mais difundida é o construtivismo, que se baseia nos estudos do psicólogo Jean Piaget e serve de vórtice para outras vertentes, como o sociointeracionismo e o socioconstrutivismo. A idéia é que o professor, em vez de explicar a teoria, indique o caminho para que o aluno alcance a explicação.
Outra proposta de cunho liberal é o progressismo, que defende que o esforço e a disciplina na busca do conhecimento devem partir do aluno ao invés de serem impostos pelo corpo docente.

Baseadas nessa idéia, surgiram outras duas escolas: Waldorf e Montessori.

Descrevem-se as duas modalidades de escolas alternativas que existem atualmente no mundo para as Crianças Índigo. Considera-se “alternativo”um sistema educativo diferente do que existe, que já provou a sua ineficácia em atender as novas crianças. Referimo-nos, especialmente, às escolas públicas das grandes cidades, pois nem todas são inadequadas para as Crianças Índigo.


Como será uma escola alternativa?


A resposta é uma escola que siga os padrões e sugestões da lista abaixo. Existe escolas assim? Sim, e muitas delas existem há bastante tempo, mesmo antes do fenômeno Índigo. Nestas escolas quem é respeitado são os estudantes, não o sistema. Os estudantes têm a oportunidade de escolher a forma como as lições serão apresentadas. O currículo é flexível, as crianças e os professores, não o sistema, são os responsáveis por estabelecer os blocos de aprendizagem.
Os professores têm grande autonomia com os seus grupos de estudantes. Não se veneram os velhos paradigmas educativos. As novas ideias são bem-vindas.
A forma de avaliação muda e afina-se constantemente para se adaptarem às capacidades dos estudantes. O mesmo se passa com a forma de ensinar e a maneira dos estudantes absorverem esta informação (Não há nada pior do que crianças brilhantes obrigadas a apresentar velhos exames que estão abaixo das suas capacidades. Como estas crianças são mal interpretadas e qualificadas como mentalmente inaptas, os seus exames são um fracasso. O tipo de exame deve evoluir com a consciência do estudante).
Uma mudança constante na forma de fazer as coisas é a norma da instituição.

AS ESCOLAS MONTESSORI

O Método montessori ou Montessoriana relaciona-se à normatização (consiste em harmonizar a interação de forças corporais e espirituais, corpo, inteligência e vontade).“O nosso objetivo não é só fazer com que a criança entenda sem a obrigar a memorizar. Queremos, também, tocar a sua imaginação para entusiasmar o canto mais recôndito do seu coração.
A escola Montessori é, talvez, a mais conhecida no seu estilo. Com uma linguagem que se iniciou em Roma, em 1907 com o infantário do Dr. Montessori, estas maravilhosas escolas floresceram a nível nacional como escolas e educadores licenciados, que definiram as crianças como “estudantes independentes”.
A Sociedade Montessori Americana (AMS) foi fundada em 1960. O seu único e revolucionário método de ensino parece ter-se desenvolvido para preencher o vazio educativo das Crianças Índigo.
Apresentamos, a seguir, as bases da sua filosofia de acordo com a publicação do seu próprio material:
O sistema educativo Montessori é único porque se concentra na criança integral. O objetivo primordial do programa Montessori é ajudar cada criança atingir o seu potencial em todas as áreas da vida. A suas atividades promovem o desenvolvimento de capacidades sociais, de crescimento emocional e de coordenação física, ao mesmo tempo que de preparação cognitiva. O currículo holístico sob a direcção de um professor especialmente preparado, permite à criança experimentar a alegria de aprender, assegurando o desenvolvimento da sua auto-estima e proporcionando as experiências necessárias à sua aprendizagem. O programa da Dr.ª Montessori foi feito para encaixar dentro de cada criança, e não que cada criança se encaixe no programa. O respeito pela individualidade de cada criança é o centro da sua filosofia. E este respeito conduz ao desenvolvimento das relações de confiança mútua.
A organização Montessori também forma professores. Atualmente existem cerca de 5000 escolas Montessori privadas e públicas, na América. Podes encontrá-las em bairros opulentos, comunidades de imigrantes, em pequenas cidades e em áreas rurais. Todas elas com crianças de diferentes extratos sociais,culturais, étnicos e econômicos. A Escola Waldorf, adota um currículo comum e um método de ensino baseado na Pedagogia Waldorf, que busca estimular o entusiasmo pelo aprendizado e um desenvolvimento saudável, além de incentivar as faculdades críticas e de julgamento que surgem com a adolescência.


O QUE É A PEDAGOGIA WALDORF ?

A Pedagogia Waldorf busca o desenvolvimento harmonioso do ser humano.
As escolas Montessori são um sistema de educação alternativo bem estabelecido e muito conhecido, tal como as escolas Waldorf, também conhecidas como Escolas Rudolf Steiner.
Em 1919, em Estugarda, Alemanha, abriu a primeira escola Waldorf do mundo. E em 1928, em Nova York, abriu a primeira escola Waldorf da América do Norte. Hoje reconhece-se que o sistema Waldorf é o maior e o de mais rápido crescimento dos todos movimentos educativos no mundo, com 500 escolas em mais de 30 países. O movimento é muito forte na Europa Ocidental, especialmente na Alemanha, Áustria,Suíça, Holanda, Grã-bretanha e nos países escandinavos.Atualmente, na América do Norte, há aproximadamente 100 escolas, algumas seguem a pedagogia Waldorf no Brasil. Desde a sua fundação, em 1919, o propósito explícito das Escolas Waldorf foi desenvolver seres humanos livres, criativos, independentes e morais. A missão de Steiner era “Aceite as crianças com reverência, eduque-as com amor, deixe-as caminhar em liberdade.” Pensa você que Steiner tinha alguma ideia sobre as Crianças Índigo? Ele foi, de fato, um educador com pensamentos avançados.

Apresentamos aqui um parte de um artigo publicado em 1989 por Ronald E. Kotzsch, Ph.D, do jornal East West Journal:

Entrar em uma Escola Waldorf é como passar através do espelho de Alice no País das Maravilhas, em educação. É um mundo surpreendente, algumas vezes desorientador, cheio de contos de fadas, mitos e lendas, ou música, arte, demonstrações físicas, jogos e festivais da estação, de livros de tarefas escritos e ilustrados por estudantes, um mundo sem exames, graus, computadores ou televisão. É, em resumo, um mundo onde as ideias e práticas do sistema educativo americano ficaram para trás.





Fontes: casa-indigo.com


revolucaodosindigos.wordpress.com


verdade-intensidade.blogspot.com



Por: Lisa Teixeira


Julho / 2011




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