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Seja Bem Vindo (a)

Meu propósito para com este blog, está em coletar e difundir importantes mensagens voltadas para o autoconhecimento, percepções metafísicas, espirituais e poéticas, respeitando e identificando sempre os autores e fontes das mesmas.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O DESPERTAR DA FÊNIX



















Uma terra desconhecida,
O bater de uma nova asa,
A visão de outra vida, após a
Chama que virou brasa...

Uma brasa que virou cinza
Um sentimento que não se acaba
Renova-se através de uma brisa
Que nos ares é lançada!

Cinzas transformam em calor
Em solo adubado eis que surge uma flor...
Se um sentimento que não se finda

Transforma-se em cinzas
E das cinzas surge uma flor
Um pássaro renasce das Cinzas, e da
Flor eis que surge o amor...


Autor: Flávio Cardoso Reis
Por: Lisa Teixeira
Janeiro / 2011

PERDAS





















Já sofri perdas
E junto a perdas
Encontrei pedras
Pedras raras...
As mesmas pedras
Que atiraram em mim!

Já sofri perdas
E derramei lágrimas...
E adiante descobri
Que essas perdas
Eram simples
Páginas...

Páginas que precisavam
Ser viradas,
Para que chegasse
Ao fim!

Hoje me encontro
Nas perdas;
Perdas,
Que acrescentam...
Perdas,
Que aliviam...
Perdas,
Que revelam...
Revelam sentimentos
Perdidos dentro de mim!

Autor: Flávio Cardoso Reis
Por: Lisa Teixeira
Janeiro / 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

PORTO SEGURO

























Vejo a luz que carregas no olhar
com pássaros na mão
como se pousassem na ramagem
das sonhadas ilusões ,
Vejo a infinita paz que brota em teu sorriso
quando seguras meus medos.....
São flores perfumadas essas carícias
que deixas nos meus dedos...
são nuvens que flutuam pela brisa
e o vento não desfaz...
são como rios mansos, os teus desvêlos
os teus cuidados,
teu aconchego é o porto seguro
onde atraco meu barco.
...em paz...


Autora: Mariza Alencastro
Por: Lisa Teixeira
Janeiro / 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Transição Planetária * A ciência explica!!!




























Caros amigos e caras amigas;


Recebi este artigo sobre a Transição Planetaria, muito tem se falado e escrito a respeito (muitos artigos inclusive foram material de estudos aqui no Grupo: Preparativos Ultima Chamada) Acreditem que toda a realidade possivel que virá dependerá de uma mudança interna. Acreditem primeiramente em voce, que voce tem a "guerra ganha" pois já possui o espirito imortal, e ninguem poderá lhe tirar essa sua condição. Não imprta nada mais: se tiver corpo (revestimento de materia ou eterea, ser de 3, 5, 6 ou 7ª dimensão, não há posição certa ou errada, há somente voce a sua essencia o eu divino, sinta conscientemente filho divino da Fonte. Coloque o artigo abaixo, como mais um tema para lermos e podermos nos preparar.






1,2,3,4,5,6...12 segundos caminhando para 1 minuto, seguindo para 1 hora após 24 e mais 1 dia completará mais 1 semana que concluirá 1 mês e começaremos mais 1 ano. E assim viemos e vamos. Os átomos se movimentam, a Terra se movimenta promovendo o nosso tempo com suas rotações em torno de seu eixo. Junto a Terra todos os planetas do nosso sistema solar também girando ao redor do nosso sol local. Nosso sol local com todo o nosso sistema giram em torno do Sol Central, Alcione.

Alcione é envolvida por um anel magnético chamado cinturão de fótons, e cada passagem da Terra sob este cinturão é necessário aproximadamente 12.400 anos, ou seja meio ciclo. Foi na Lemúria e depois Atlântida, agora com esta atual humanidade. Pela primeira vez há a chance de passarmos pelo cinturão em corpos vivos. Toda a hierarquia cósmica está focada neste evento planetário inédito. Eles, através de canalizações e centenas de outras ações estão nos orientando a elevarmos a nossa vibração energética.

Eis a Transição Planetária, independentemente de profecias, vidências, manuscritos, canalizações, avisos de ETs e tudo que haja relacionado a isto, ela é uma realidade científica e comprovada historicamente por várias civilizações. A “ciência moderna” (moderna? Parece piada, ela tem pouco mais de 100 anos se comparada aos milênios de muitas transições) já admite o cinturão de fótons, inclusive a fonte mais manipuladora, mentirosa e omissa, a NASA, também já anunciou o cinturão. Com isto quero dizer que, assim como todos acreditam piamente que depois da primavera vem o verão, procurando aprender um pouco mais além deste mundinho chamado humanidade de 3D, poderão aprender que a entrada no cinturão é uma realidade que marca o início desta atual Transição Planetária.

Ao redor do cinturão de fótons há uma enorme barreira chamada Zona Nula, que contém uma região de incrível compressão energética. É um lugar onde os campos magnéticos estão tão fortemente entrelaçados entre si, que é impossível para qualquer tipo de campo magnético tridimensional atravessá-lo sem ser alterado.

Este fato significa que o campo magnético da Terra e o do Sol devem ser transformados em um novo tipo de magnetismo interdimensional. Por conseguinte, vocês devem esperar uma mudança nos campos elétricos, magnéticos e gravitacionais da Terra. Tal mudança já está ocorrendo atualmente.


Cinturão de Fótons

O nosso sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação de Plêiades.
No início da década de 60, astrônomos detectaram pela primeira vez, através de satélites, que Alcione possui à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de todos os sistemas que giram em volta deste sol central.

Este anel de poeira cósmica foi chamado de cinturão de fótons, representando um marco do início de uma expansão da consciência além da terceira dimensão.
Desde o início da década de 70, o sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e recentemente a Terra começou a interagir com ele, e gradativamente está avançando sintonizando-nos com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione.

















O que é o Cinturão de Fótons?

É uma nuvem de poeira cósmica, de micropartículas de cargas totalmente positivas, desprendida do grande Sol central, denominada Alcione, que está situado nas Plêiades.

Ela é conhecida como nuvem de fótons ou cinturão de fótons e quer dizer cinturão de luz, ou nuvem de luz. Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética.
O cinturão de fótons tem uma dimensão imensa, por volta de 25.000 vezes maior que a nossa galáxia.

Esta grandiosa nuvem de poeira cósmica desprendida do grande sol central praticamente não se movimenta, ficando parada enquanto o nosso e também outros sistemas solares caminham de encontro a ela, no sentido anti-horário.
Imaginem o cinturão de fótons na forma de um imenso prato espalhado no cosmo. Imaginemos um ponto no lado A, à direita deste prato, e no lado esquerdo um ponto B.

O período que o Sistema Solar gasta para ir de A a B é aproximadamente 12.400 anos, e outros 12.400 anos para voltar ao ponto A novamente.

Isto significa que são 24.800 anos para que o Sistema Solar dê uma volta completa em torno dessa nuvem de fótons, e quando o Sistema Solar atinge um dos lados dessa nuvem de fótons, ocorrem várias mudanças em relação ao choque dessas micropartículas com outras partículas mais densas.

Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons que cria uma excitação molecular, gerando um tipo de luz constante, permanente.

Estas transformações que já estão ocorrendo em nosso planeta e também em todos os seres nele viventes, exigem uma readaptação a novos parâmetros, uma preparação especial para realizarmos uma mudança dimensional, além de uma maior expansão de nossa consciência.

Com isto, um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver os acontecimentos e fatos de outra forma.

























Que mudanças no plano físico decorrerão da influência do cinturão de fótons?

As partículas deste gigantesco anel de fótons por serem totalmente positivas, alteram os prótons e elétrons de tudo aquilo que é matéria e que tem uma energia menor, inferior à energia desses fótons.

Isso provoca um choque, que poderíamos denominar choque anti-matéria.
Uma transição, uma mutação decorrida deste choque de partículas, potencializa nossos prótons e elétrons transformando-os em pósitrons (antipartícula do elétron), como se fosse uma só molécula, totalmente potencializada.

Um choque desse tipo com a matéria densa, ou melhor, inanimada, vai provocar alterações diversas; por exemplo, explosões do átomo dessas partículas densas, resultando em aumento de volume destas matérias, podendo provocar até rachaduras, deformações físicas, torções, explosões, etc.

Já o choque dessas partículas positivas nos seres vivos (homens, animais, insetos, etc.) que não estiverem na vibração compatível com elas, provocará praticamente a mesma reação que na matéria inanimada, ou seja, explosões nas células, nos átomos.
Nos pontos onde os fótons atingem, moléculas e mais moléculas vão explodindo, provocando infecções e sérios danos físicos no metabolismo de cada ser vivo.
Isto no homem significa doenças, hemorragias, tumores cerebrais, tumores cancerígenos, problemas cardíacos, mortes fulminantes, etc.

Então, de acordo com a densidade da matéria, ocorrerão vários danos.
A pessoa com uma energia superior, isto é, com energia compatível, igual ou superior à dos fótons, não sofrerá nenhum prejuízo, nenhum dano físico de maneira negativa.
Neste caso, o choque dessas partículas na nossa própria densidade, com os nossos prótons e elétrons, resultará em uma interação harmoniosa de nossos átomos com essas partículas positivas, e podemos nos beneficiar fisicamente, e até mesmo energeticamente, através da alteração mental.

O benefício físico que nós adquirimos com o choque vibratório seria mais imunização do corpo, alterações nas nossas glândulas, potencialização da nossa capacidade mental e física, facilitando o desprendimento da energia mental que atuaria nos objetos e a própria manipulação da energia interior em nosso próprio metabolismo, onde a imunização será de uma maneira muito mais ativa.

Nós estaríamos muito mais resistentes às inflamações , infecções, ou à quaisquer outros problemas que venham prejudicar o nosso sistema físico ou nervoso.

Compreendem agora o motivo de os Mestres através de canalizações pedirem que aumentemos a nossa vibração, ou seja, elevarmo-nos espiritualmente, crescer em consciência?





















Quais as mudanças no plano espiritual, mental e vibracional?

No plano espiritual, provoca uma ampliação no nosso perispírito (nosso campo energético) potencializando, isto é, alterando a sua espessura energética em nossa mente, facilita fenômenos paranormais, tais como teletransporte, transmutação da matéria e até torção de objetos pelo poder da mente. Aumenta a resistência vital, com este acréscimo imenso na energia mental, de modo que, qualquer pensamento pode tomar uma forma na matéria.

Isto quer dizer que a forma pensamento vai ter uma manifestação, vai se tornar realidade, com a interação dessa energia.
No plano vibracional, tudo se acelera, tudo é muito mais rápido.
Até mesmo no nosso planeta, que já foi atingido por esses fótons, a velocidade do tempo é muito mais rápida.
Hoje, mal amanhece o dia, já chega a noite.
Está tudo muito mais acelerado, nossa vida, nossos pensamentos, nossas vontades. Isso na energia vibracional.


Quando tudo isso iniciou?

Esse processo é um fenômeno cíclico, que já aconteceu várias vezes desde o início dos universos.
As passagens através do cinturão de fótons provocam várias mudanças na estrutura geológica de todos os mundos densos e também no plano energético. Desde o início da formação de todo o cosmo, esse fenômeno acontece ciclicamente.

E mais uma vez o sistema Solar se aproxima do grande sol central.
Os fenômenos geológicos, climáticos, também são totalmente alterados.
Por exemplo, vai haver movimento das placas tectônicas no interior da Terra.
Não só a Terra, mas outros planetas também serão atingidos, todos os planetas tridimensionais terão sua estrutura física alterada, além da alteração climática, mudando sua temperatura, ou para mais positivo ou mais negativo.

Haverá muitas outras mudanças físicas, ativações de vulcões, muito desprendimento de gases, que poderia provocar uma fenda que cortaria o planeta ao meio, ou que cortaria uma boa parte da crosta terrestre, provocando explosões de gases no interior da Terra, derivado do petróleo e até mesmo a queima do próprio líquido negro.
A gravidade do nosso planeta vai diminuir por volta de um terço da gravidade atual.
Isso significa que tudo aquilo que é matéria, inclusive nosso próprio corpo físico, vai ter uma redução de um terço no peso.

Atualmente, o sistema solar está 1/3 dentro dessa nuvem de fótons, sendo que os planetas mais distantes do sol já foram atingidos de maneira intensa.
Cada micropartícula desta nuvem, é como se fosse 1/10 de um grão de areia, porém cada uma delas tem 1 bilhão de vezes a potência de um raio.
O seu núcleo é 1 milhão de vezes mais potente que cada micropartícula.
Em novembro de 1998, o planeta Terra já havia iniciado uma maior interação dessas micropartículas.

No mês de março de 1999 essa interação se intensifica ainda mais com essa nuvem de fótons.
E no mês de novembro e dezembro desse ano de 1999, o planeta já estará 1/4 dentro dessa nuvem de fótons, um choque maior por volta de 2006, quando não só o planeta Terra, mas todo o sistema solar estará envolvido dentro dessa nuvem de fótons.

Aí, sim, o período de transição se torna mais intenso e também os acontecimentos geológicos vão se dar com muito mais frequência, por exemplo, mudança na atmosfera climática, movimentos e elevação de placas tectônicas, terremotos, maremotos, explosões, etc.

Poderá haver também explosões de alguns planetas, não só do sistema solar, como de outras galáxias. Por isso, a presença de vários meteoros e meteoritos caindo na Terra, vários cubos de gelo vindos do espaço e outros objetos caindo na nossa atmosfera, ou sendo também arremessados para fora da atmosfera terrestre pelas explosões que aqui ocorrerem.


Como se preparar para esta interação com a Quarta e Quinta Dimensão?

A interação dessa energia de uma maneira positiva, é conhecida como a radiação manásica, ou seja, a conscientização da energia crística.
Essa potencialização é a mesma coisa que a aceleração do nosso GNA, para harmonização e imunização do corpo.

Na energia crística de transmutação, a pessoa não perde a sua matéria densa, ela se sutiliza e vai passar para uma dimensão superior, totalmente positiva.























Como nos preparar para não sofrermos esse choque de vibração, que pode resultar num processo negativo para nós?

Desenvolver a mente para que nossas ondas cerebrais se acelerem, que fiquem iguais ou superior a 17 ciclos por segundo ou 17 hertz.
O ideal seria que todas as pessoas fizessem um eletroencefalograma, no mínimo, a cada 8 meses, para constatar se suas ondas cerebrais estão hiper ativas, ou seja, aceleradas além do beta normal, que é de no máximo 14 ciclos por segundo.
É preciso estar no mínimo a 17 ciclos por segundo para se possa livrar das influências negativas dessas partículas, ou seja, transmutar a energia dessas micropartículas de uma maneira positiva, coordenando seus desejos e pensamentos para a realização deles, de modo que todo pensamento se materialize mais rapidamente.

Além disso, é necessário uma mudança de atitude, para a realização desta energia crística.
Nosso planeta, nossos corpos e nossa consciência, todos devem atingir e ressoar numa frequência bem mais alta e intensa, para acomodar a consciência Crística.
Todas as células de nossos corpos, todos os átomos serão rearranjados de modo que preparem nossos corpos atuais de densidade e mortalidade, num veículo de luz transformacional, capaz de facilitar esta Consciência.

Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional e transmutar os miasmas, as influências deletérias a nós agregadas.

Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas, ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade.

Estes miasmas serão intensamente ativados pelo cinturão de fótons. Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos - psicológicos ou corporais - ajuda a liberar as energias bloqueadas em nossos organismos pela atuação destes miasmas.


O que significa Transição Planetária?

Todo esse processo de mudanças, transformações e transmutações significa transição planetária, ou seja, nós passaríamos da fase de ação para a transição, uma interação maior, onde tudo aquilo que é matéria densa, compatível com os tais fótons sutiliza e potencializa a sua carga, passando para uma dimensão superior, que nós chamamos de quarta dimensão.

O resultado dessa transição e desses acontecimentos para as pessoas que conseguirem superar e desenvolver uma potencialização e um melhor aproveitamento dessa energia transmutadora, será a transformação total do seu corpo, um corpo de mais energia do que matéria.

Assim poderá permanecer tanto no sistema solar, como em outros mundos paralelos, porque terão a interação na quarta dimensão e com a maior facilidade poderiam chegar até a nona dimensão.

A pessoa que passa por este processo, passará a ter maior domínio sobre a matéria, podendo até atravessar uma parede sólida com facilidade.
Por outro lado, tudo aquilo que não está compatível, não vai conseguir a transmutação, será auto destruído, entrará em combustão e explodirá.
Esta destruição ocorrerá, não só no plano denso, como também no espiritual, mental, físico e extra físico.

E todas aquelas pessoas que não estiverem preparadas e não conseguirem essa transmutação, com certeza morrerão, terão uma morte repentina, especialmente através de doenças citadas anteriormente tais como: hemorragias, tumores cancerígenos, etc, sendo que, até os animais passariam por isto.



A transição planetária oferece uma nova conscientização à humanidade, que podemos chamar da entrada da humanidade na Nova Era, na Idade da Luz.
Esse processo de conscientização da energia Crística é uma etapa que a humanidade urge em passar, para ampliar sua consciência e alcançar a tão esperada evolução superior.

Na atualidade, vemos que muitas pessoas ainda estão estacionadas no tempo, permanecendo violentas, egoístas e negando seu amor e respeito ao próximo, especialmente aos idosos, deixando-os abandonados, sem o menor carinho e proteção, sem a menor orientação do que fazer para se manterem protegidos.
Através de uma reorientação de nosso modo de vida, mudanças de atitudes e comportamentos, tendo mais amor, respeito, tolerância para com o próximo e para conosco, todos temos condições de nos livrarmos dos efeitos negativos destes fótons, bastando um pouco de interesse e disposição para promover estas mudanças.


E como realizar estas mudanças?

Através da prática regular de técnicas de aceleração mental, auto-estabilização dos chacras, desprendimento de energias negativas, armazenamento de energias vibracionais, entre outras, e, principalmente, através da busca do Eu interior, da realização do Cristo Interno, o que nos possibilitará estados cada vez mais ampliados de consciência, permitindo-nos a convivência com os seres de luz, habitantes de dimensões mais elevadas.
A transição planetária é um processo de transformações que já está batendo às nossas portas.

Não dá para ficarmos de fora.
Ela está chegando na forma de uma imensa nuvem de micropartículas cósmicas, onde nosso sistema solar estará totalmente mergulhado por vários anos.
As mudanças serão extremas, podendo ser muito dolorosas.
Ou não...

A humanidade está aprendendo uma lição importante nesta época, que é perceber a sua divindade, a sua ligação com o Criador Primordial e com tudo o que existe. A lição é perceber que todas as coisas estão interligadas e que todos fazem parte de tudo isso.
O resultado desta transição planetária, será a vivência de um período completamente novo para a humanidade, onde reinará mais harmonia e amor entre os homens.
Será a entrada da humanidade na "Idade da Luz" , o despertar da Consciência Crística.
Durante toda essa face, não estaremos sós; existem em todo o universo inúmeras raças, culturas e sociedades de seres com consciência mais ampla, cuja principal missão é dar orientação, apoio e até mesmo proteção a todos os planetas em fase de transição da terceira para a quarta dimensão.

O auxílio desses seres de luz, tem acontecido desde os primórdios da humanidade, através daqueles adequadamente preparados.
Porém, com a entrada do planeta no cinturão de fótons, este apoio dos seres já está mais amplo e se intensificará, de acordo com as necessidades.

Nossa missão nessa passagem é estarmos preparados, atentos e receptivos a essas emanações de amor e energias superiores provindas destas entidades de luz, e nos tornarmos conscientes de que somos canais de cooperação e suporte a estes seres, para que essa transição se torne mais suave e positiva para todos, reinserindo luz neste planeta e restituindo à Terra a seu propósito original - tornar-se um magnífico centro de troca de informação intergaláctico.





Fonte: Texto retirado do site Anjos de Luz
Por: Lisa Teixeira
Janeiro / 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

ATLÂNTIDA - UMA VIAGEM RUMO AO ELO PERDIDO

















ATLÂNTIDA: PRIMEIRAS NARRATIVAS


Atlântida foi uma grande ilha ou continente que, segundo narrativa de Platão, estaria localizada além das Colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar). Conforme a lenda, a ilha coubera a Netuno, quando, nos primeiros tempos, os deuses fizeram entre si a partilha do mundo. Netuno, que viveu na ilha por longo tempo em companhia da jovem Clito, dividiu a região em dez partes, cedendo-as a cada um dos dez filhos que tivera de sua união com a jovem mortal. Todos os reis de Atlântida, contudo, obedeciam ao irmão Atlas, filho mais velho de Netuno. Os soberanos da misteriosa ilha, explorando suas riquezas, como o ferro, o cobre e o ouro, fundaram grandes e ricas cidades, alcançando progresso e grande poderio. Mas fracassaram na sua tentativa de dominar os atenienses, que os repeliram com uma poderosa armada. Ainda segundo a narrativa de Platão (baseada em informações obtidas de sacerdotes egípcios), os atlantes entregaram- se aos vícios e perverssões, o que, atraindo a coléra dos deuses, redundou na sua destruição, com grandes maremotos e tremores de terra. Houve uma época em que o Delta do Egito e a África do Norte faziam parte da Europa. Antes que a formação do Estreito de Gilbratar e o levantamento interior do Continente alterassem por completo o mapa da Europa.

A última mudança notável ocorreu há uns 12.000 anos, e foi seguida pela submersão da pequena ilha atlante à qual Platão deu o nome de Atlântida. A destruição da famosa Ilha de Ruta e da ilha menor de Daitya - que se deu há cerca de 850.000 anos, no fim do período Plioceno, não deve ser confundida com a submersão do continente principal da Atlântida, durante o período Mioceno.

A causa do desaparecimento da Atlântida, foram as perturbações sucessivas do eixo de rotação. Este cataclismo começou nos primeiros tempos da era Terciária e, continuando durante muito tempo, determinou a extinção, pouco a pouco, dos últimos vestígios da Atlântida, com a exceção provavelmente de Ceilão, e de uma pequena parte do que agora é a África.

O debate sobre a existência da Atlântida é bem antigo. Desde os tempos do filósofo Grego Platão, a Atlântida com sua explêndida civilização, chega aos dias atuais como um enigma que originou a publicação de aproximadamente 26.000 livros. Teses de caráter geológico, arqueológico e outras têm servido para aguçar o espírito humano na busca da existência do enigmático continente.


















AS PRIMEIRAS NARRATIVAS

De todas as lendas sobre povos e civilizações perdidas, a história de Atlântida parece ser aquela que mais interesse tem despertado. A primeira referência escrita deste mito encontra-se nos relatos de Platão. Nos diálogos Timeu e Crítias é narrada a fascinante história da civilização localizada "para além das colunas de Hércules". É descrita a existência desta ilha, bem como os detalhes históricos de seu povo, com sua organização social, política e religiosa, além de sua geografia e também da sua fatídica destruição "no espaço de uma noite e um dia ". Eis parte do diálogo : "...Ouvi, disse Crítias, essa história pelo meu avô, que a ouvira de Sólon, o filósofo. No delta do Nilo eleva-se a cidade de Sais, outrora capital do faraó Amásis e que foi fundada pela deusa Neit, que os gregos chamam Atena. Os habitantes de Sais são amigos dos atenienses, com os quais julgam ter uma origem comum. Eis por que Sólon foi acolhido com grandes homenagens pela população de Sais. Os sacerdotes mais sábios da deusa Neit apressaram-se a iniciá-lo nas antigas tradições da história da humanidade.

Na tradição oral de muitos povos antigos, nos relatos de textos bíblicos, em documentos toltecas e nos anais da doutrina secreta, existem coincidências que nos fazem crer que outrora existiu um continente no meio do Oceano Atlântico, que um dia foi tragado pelas águas revoltas.


O PAÍS,O POVO E SUAS RIQUEZAS...


Geograficamente, Platão descreve a Atlântida desta forma: "toda a região era muito alta e caía a pique sobre o mar, mas que o terreno à volta da cidade era plano e cercado de montanhas que desciam até a praia, de superfície regular, era mais comprida do que larga, com três mil estádios na sua maior extensão, e dois mil no centro, para quem subisse do lado do mar. Toda essa faixa da ilha olhava para o sul, ao abrigo do vento norte. As montanhas das imediações eram famosas pelo número, altura e beleza, muito acima das do nosso tempo...".

Segundo todos os relatos, os atlantes desenvolveram-se de tal forma, que o grau de riqueza alcançado por sua civilização não encontra paralelo conhecido, sendo pouco provável que outros povos viessem a obter tamanha prosperidade e bonança.

A Atlântida possuía dez reis. Estes soberanos por sua vez possuíam dentro de seus domínios "um poder discricionário sobre os homens e a maior parte das leis, sendo-lhes facultado castigar quem quisessem, ou mesmo condená-los à morte".

O país dos atlantes era dividido em 60.000 lotes e cada um deles tinha um chefe militar.

O aspecto que mais fascina no relato platônico é sem dúvida o que se refere às riquezas da ilha-continente, tanto no que tange às construções, como aos imensos recursos naturais da legendária ilha.

Segundo Platão, a Atlântida possuía a capacidade de prover seus habitantes com todas as condições de sustento, apesar de receber de fora muito do necessário, provavelmente, através do comércio. Havia na ilha grande abundância de madeira que com certeza foi utilizada nas imensas obras lá construídas, bem como imensas pastagens, tanto para animais domésticos, como para selvagens, incluindo aí a raça dos elefantes, que teriam se multiplicado pela ilha. Havia também todos os tipos de frutos, legumes, flores e raízes, sendo que o fabrico de essências e perfumes era corriqueiro. A extração de minérios, em particular o ouro, ocorria fartamente em Atlântida.

Diz Platão que de início os atlantes "construíram pontes nos cinturões de mar que envolvia a antiga metrópole, a fim de conseguir passagem para fora e para o palácio real", bem como abriram um canal de três plectros de largura e cem pés de profundidade, ligando o mar ao primeiro cinturão de água, canal este que servia de entrada para embarcações vindas de outras partes. No segundo cinturão, os barcos podiam ancorar com maior segurança, e fazia deste uma espécie de porto.

As águas jorravam no centro da ilha, desde que Poseidon assim quis, também tiveram tratamento dos mais apurados: em suas imediações foram plantadas "árvores benéficas para as águas", bem como foram construídas "cisternas para banhos quentes no inverno". Havia, contudo, locais próprios para os banhos dos reis, bem como modalidades específicas para as mulheres. Segundo o relato, "parte da água corrente eles canalizaram para o bosque de Poseidon, a outra parte era canalizada para os cinturões externos por meio de aquedutos que passavam sobre as pontes".

Nos cinturões externos de terra, foram construídos ginásios para práticas esportivas e hipódromos, bem como moradia para soldados, hangares para barcos e armazéns para todas as modalidades conhecidas de artigos náuticos. O canal principal que servia de entrada para embarcações era muito movimentado, tanto de dia como de noite, o que demonstra ter sido Atlântida um grande centro comercial de seu tempo.

O palácio real era segundo os relatos "uma verdadeira obra prima de encantar a vista, por suas dimensões e beleza".
O templo dedicado a Poseidon era cercado por um muro de ouro, que segundo o relato "tinha um estádio de comprimento e três plectros de largura para fora, todo o templo era forrado de prata, com exceção dos acrotérios, que eram de ouro. No interior, a abóboda era de marfim, com ornamentos de ouro, prata e oricalco".

Havia também no templo estátuas dedicadas a diversas divindades, bem como outras que homenageavam os reis e suas esposas, além de um altar cuja beleza e magnificência não encontrava paralelo conhecido. Essa é resumidamente a Atlântida de Platão, com seus detalhes e maravilhas.


A GUERRA COM OS ATENIENSES E A DESTRUIÇÃO...

Na conversa que tiveram com Sólon acrescentaram os sacerdotes que calamidades maiores foram às vezes causadas pelo fogo do céu (...) Depois os sacerdotes fizeram saber a Sólon que conheciam a história de Sais a partir de 8000 anos antes daquela data (...) "Há manuscritos, disseram, que contêm relato de uma guerra que se lavrou entre os Atenienses e uma nação poderosa que existia na grande ilha situada no Oceano Atlântico (...) e mais além, no extremo do oceano um grande continente. A ilha chamava-se Posseidonis, ou Atlantis (...) quando se deu a invasão da Europa pelos atlantes, foi Atenas, como cabeça de uma liga de cidades gregas, que pelo seu valor salvou a Grécia do jugo daquele povo. Posteriormente a estes acontecimentos houve uma grande catástrofe: um violento terremoto sacudiu a terra, que foi depois devastada por torrentes de chuva. As tropas gregas sucumbiram e a Atlântida foi tragada pelo oceano (...) Sempre houve e há de haver no futuro numerosas e variadas destruições de homens; as mais extensas, por meio da água ou pelo fogo, e as menores por mil causas diferentes (...) Nas destruições pelo fogo, prosseguem os sacerdotes, perecem os moradores das montanhas e dos lugares elevados e secos, de preferência aos que habitam as margens dos rios ou do mar (...), por outro lado, quando os Deuses inundaram a terra para purificá-la, salvaram-se os moradores das montanhas, vaqueiros e ovelheiros, enquanto os habitantes de vossas cidades eram arrastados para o mar pelas águas dos rios. (...) entre vós outros, mal começais a vos prover da escrita e do resto de que as cidades necessitam, depois do intervalo habitual dos anos, desabam sobre vós, do céu, torrentes d'água, maneira de alguma pestilência, só permitindo sobreviver o povo rude e iletrado. A esse modo, como se fosseis criancinhas, recomeçais outra vez do ponto de partida, sem que ninguém saiba o que se passou na antiguidade, tanto aqui como entre vós mesmos".

A primeira coisa que chama a atenção do pesquisador é a semelhança das referências antigas nesse particular. Na Bíblia o profeta Isaías fala do desaparecimento da Atlântida com palavras bastante diretas: "... Ai da terra dos navios que está além da Etiópia; do povo que manda embaixadores por mar em navios de madeira sobre as águas. Ide, mensageiros velozes, a uma gente arrancada e destroçada; a uma gente que está esperando do outro lado, e a quem as águas roubaram suas terras..." (Is XVIII, 1-2). Também Ezequiel trata do mesmo assunto nos capítulos XXVI e XXXII: "... Disse o senhor: E fazendo lamentações sobre ti, dir-te-ão: como pereceste tu que existias no mar, ó cidade ínclita, que tens sido poderosa no mar e teus habitantes a quem temiam? Agora passarão nas naus, no dia da tua espantosa ruína, e ficarão mergulhadas as ilhas no mar, e ninguém saberá dos teus portos; e quanto tiver feito vir sobre ti um abismo e te houver coberto com um dilúvio de água, eu te terei reduzido a nada, e tu não existirás, e ainda que busquem não mais te acharão para sempre...".

As citações do Velho Testamento podem ser comparadas às escritas de um velho códice tolteca, cuja tradução, feita por Plangeon, diz o seguinte: ": No ano 6 de Kan, em 11 muluc do ano de Zac, terríveis tremores de terra se produziram e continuaram sem interrupção até o dia 13 de Chen. A região de Argilla, o país de Mu, foi sacrificado. Sacudido duas vezes, ele desapareceu subitamente durante a noite. O solo, continuamente influenciado por forças vulcânicas, subia e descia em vários lugares, até que cedeu. As regiões foram então separadas umas das outras, e depois dispersas. Não tendo podido resistir às suas terríveis convulsões elas afundaram, arrastando para a morte seus 64 milhões de habitantes. Isto se passou 8060 anos antes da composição deste escrito".



















AS PROVAS GEOLÓGICAS...

Há 100 milhões de anos, a geografia do planeta era bem diferente da atual. As massas continentais encontravam-se unidas, formando um grande continente, cercado pelo mar. Este grande continente conhecido como Pangéia, desfez-se gradualmente ao longo das eras geológicas, até atingir a conformação atual. Este fato é reconhecido pela ciência.

Este processo de separação, se se deu por violentos movimentos tectônicos, às vezes acompanhados de cataclismas violentos, que se prolongaram por milhões de anos. Neste período de deslocamento constante das placas tectônicas, se deram formações de cordilheiras, bem como o desaparecimento de vastas áreas, que submergiram nos oceanos. O local onde os dois grandes blocos continentais se desmembraram (Américas a Oeste - Europa, Ásia e Austrália a Leste) encontra-se demarcada por uma espécie de cordilheira submarina chamada Dorsal Meso-Atlântica

A Dorsal Meso-Atlântica apresenta inúmeras ramificações, que praticamente chegam a ligar os dois blocos continentais. Ao longo destas colinas submarinas, encontra-se uma enormidade de ilhas vulcânicas que vão de pólo a pólo. Ao norte, em plena região ártica temos as ilhas Pássaros, Jan Mayen e Islândia. Mais ao sul, pouco acima do trópico de câncer, encontramos o arquipélago de Açores, Ilha da Madeira e Cabo verde. Mais ao sul temos Santa Helena e outras menores. Próximo da Antártida destacamos as ilhas de Érebo, Martinica. Desta forma, Atlântida pode ter se constituído numa destas formações marcadas por intenso vulcanismo.

A tese da separação dos continentes encontra um forte respaldo na perfeita combinação da costa brasileira com a costa ocidental da África, que se encaixam como num quebra-cabeças, no entanto, no extremo norte, as peças deste quebra-cabeças não se encaixam com clareza. Isto pode ser percebido nos litorais da Escandinávia, Islândia, Groelândia e norte do Canadá. Entre a costa Norte-Americana e a Europa e norte da África, existe um grande vazio, como se faltasse uma peça do quebra - cabeças. Teria então este vazio relação com o Continente da Atlântida, desaparecido no meio do Oceano?



ASSIM ERA ATLÂNTIDA




















Plano de Atlântis. À esquerda, a cidade em seu conjunto, com suas ligações com o Oceano e com o sistema de irrigação da planície. À direita, a cidade proibida em detalhe, com o Palácio Imperial e o Templo de Posêidon.

























A CIDADE EXTERIOR: canal com colossais estátuas de deuses atlantes (80 a 100 m de altura)

Os habitantes da Atlântida construíram templos, os palácios dos reis, os portos, as docas secas, e embelezaram assim todo o resto do país na seguinte ordem. Sobre os braços de mar circulares, que rodeiam a velha cidade materna, logo lançaram pontes e abriram uma rota para fora e para as moradas reais. Esse palácio dos reis, o haviam construído desde o início na mesma região habitada pelo deus e os seus ancestrais. Cada soberano recebeu o palácio de seu predecessor e embelezou-o a seu turno, mais do que já havia sido adornado. Procurou sempre exceder o antecessor, tanto quanto pôde, a tal ponto que, quem quer que veja o palácio é tomado de estupor, diante da grandiosidade e beleza da obra.

Fizeram, começando pelo mar, um canal de cem metros de largura, trinta metros de profundidade e dez quilômetros de comprimento, e levaram-no até o braço de mar circular mais exterior. Para as naus vindas de alto-mar, abriram uma entrada, como num porto. Aí abriram uma enseada, suficiente para que os grandes navios pudessem penetrar. Depois, nos obstáculos de terra que separavam os círculos d'água, na altura das pontes, abriram passagens, tais que só um navio pudesse passar de um círculo para outro, e cobriram essas passagens com tetos, tão bem que a navegação aí era subterrânea, pois os parapeitos dos círculos de terra se elevam suficientemente acima do mar.

A maior das barreiras de água, aquela onde penetra o mar, tem largura de seiscentos metros, e a de terra que se lhe seguia tem igual largura. No segundo círculo, a barreira de água tem quatrocentos metros de largura e a barreira de terra tem ainda uma largura igual. Mas a barreira de água que rodeia imediatamente a ilha central tem só duzentos metros. A ilha, na qual se encontrava o palácio dos reis, tem um diâmetro de um quilômetro. A ilha, as barreiras e a ponte (que tem a largura de trinta metros) circundam inteiramente de um muro de pedra circular. Puseram torres e portas sobre as pontes em todos os lugares por onde passava o mar. Tomaram a pedra necessária de sob a periferia da ilha central e de sob as barreiras, no exterior e no interior. Havia da branca, da negra e da vermelha.

Ao mesmo tempo que extraíam a pedra, cavaram dentro da ilha duas bacias para navios, com o próprio rochedo como teto. E, das construções, umas são simples, e em outras, misturam as espécies de pedras e variam as cores, para o prazer dos olhos, e dão-lhes desta maneira uma aparência naturalmente aprazível. O muro que rodeia a barreira mais externa foi revestido, em toda a volta, de cobre, que lhe serviu de reboco. Recobriram de estanho fundido a barreira interior e, quanto àquela que rodeava a própria Acrópole, guarneceram-na de oricalco, que tem reflexos de fogo.

O palácio imperial, no interior da Acrópole tem a seguinte disposição. No meio da Acrópole, eleva-se o templo consagrado, nesse mesmo lugar, a Clito e a Posêidon. O acesso é interditado, e é rodeado de um fecho de ouro. Foi lá que de início Clito e Posêidon conceberam e deram à luz a raça dos dez chefes das dinastias reais. Lá, a cada ano, vêm-se das dez províncias do país oferecer a cada um desses deuses os sacrifícios da estação.


O SANTUÁRIO DE POSÊIDON

O santuário próprio de Posêidon tem um comprimento de duzentos metros, largura de cem metros e uma altura proporcionada. Revestiram de prata todo o exterior do santuário, exceto as arestas de espigão, e estas arestas eram de ouro. No interior, a cobertura é toda de marfim e inteiramente ornada de ouro, prata e oricalco. Os muros, as colunas, o pavimento, guarneceram-no de oricalco. Aí colocaram estátuas de ouro: o deus de pé sobre seu carro, atrelado com seis cavalos alados, e era tão grande que o cimo de sua cabeça tocava o teto. Em círculo, em torno dele, as cem nereidas sobre seus delfins. Há também no interior grande quantidade de outras estátuas, oferecidas por particulares. Em torno do santuário, no exterior, erguem-se, em ouro, as efígies de todas as mulheres dos dez reis e de todos os descendentes que engendraram, e numerosas outras grandes estátuas votivas de reis e de particulares, originárias da cidade mesma, ou de países estrangeiros sobre os quais tinham soberania. Por suas dimensões e por seu trabalho, o altar responde a esse esplendor, e o palácio imperial é proporcional à grandeza do império e à riqueza dos ornamentos do santuário.

Quanto aos mananciais, o de água fria e o de água quente, ambos de generosa abundância e maravilhosamente adequados para uso, pela amenidade e virtudes de suas águas, eles os utilizam, dispondo em torno deles construções e plantações apropriadas à natureza das águas. Instalam em redor tanques, uns a céu aberto, outros cobertos, destinados aos banhos quentes no inverno: há, separados, os banhos reais e os dos particulares, outros para as mulheres, para os cavalos e para as outras alimárias, cada um com a decoração apropriada. A água daí proveniente, conduzem-na ao bosque sagrado de Posêidon. Este bosque, graças à virtude do solo, compreende árvores de todas as essências, de beleza e altura divinas. Daí, fazem correr a água para as barreiras exteriores por canalizações construídas ao longo das pontes.

Desse lado, foram construídos numerosos templos para muitos deuses e jardins e ginásios para os homens, e picadeiros para os cavalos. Estes foram construídos à parte nas ilhas anulares, formadas pelas barreiras. Dentre outros, para o meio da maior das ilhas, reservam, para as corridas de cavalos, um picadeiro da largura de um estádio e o bastante longo para permitir aos cavalos fazer, na corrida, a volta completa da barreira. Em derredor, por toda a extensão, a distâncias regulares, há casernas para quase todo o efetivo da guarda do imperador. O melhor corpo de tropa estava alojado na menor das barreiras, a mais próxima da Acrópole. E para aqueles que se distinguiam dentre todos por sua fidelidade, foram-lhes afetados alojamentos no interior da Acrópole, perto do palácio imperial. Os arsenais estão plenos de navios de guerra e todos os acessórios necessários para armá-las, e o todo é postado em perfeita ordem.

Quando se atravessam as portas exteriores, em número de três, encontra-se uma trincheira circular, começando pelo mar, e mantendo a distância de dez quilômetros da maior barreira, que formava o maior porto. Esta trincheira fecha-se sobre si mesma na enseada do canal que se abria do lado do mar. É totalmente coberta de numerosas casas, umas ao lado das outras. Quanto ao canal e ao porto principal, regurgitam de naus e mercadores vindos de todos os lugares. Sua multidão causa aí, dia e noite, um contínuo burburinho de vozes, um tumulto incessante e diverso.

A cidade proibida cobre um total de 10 km² (1.000 ha) e divide-se em três partes, nas quais o ingresso é cada vez mais restrito. A parte menos inacessível é a ilha anular exterior, protegida pela muralha revestida de cobre, tem uma área de 690 hectares, um terço da qual ocupada por uma larga pista circular gramada destinada a desfiles, exercícios militares e corridas de cavalos. Em seguida, vem a ilha anular interior, com 230 hectares, protegida pela muralha revestida de estanho. Por fim, a ilha central da Acrópole, cercada pela muralha de oricalco, cobre 80 hectares.

Cem mil pessoas habitam esse complexo, incluindo trinta mil soldados da guarda imperial. São três mil pessoas na Acrópole, incluindo a corte imperial, o harém do imperador, os sacerdotes de Posêidon, os mil homens mais fiéis da elite da guarda imperial e os servidores mais próximos. No anel menor, vivem dezoito mil, incluindo os ministros, os aristocratas mais próximos da coroa e a elite da guarda imperial. Outros setenta mil residem no anel maior, que inclui a maior parte da burocracia do Império e da guarda imperial. A maioria dos cidadãos comuns de Atlântis não põe os pés sequer na ilha anular exterior, a não ser que seja convocado ou que consiga marcar uma audiência com um alto funcionário do Império.

A cidade exterior tem uma área total de 480 km² e é habitada por mais de seis milhões de pessoas. É governada por uma mulher da família imperial escolhida pelo Imperador.

Além do canal principal, há uma densa rede de canais secundários e terciários pelos quais trafegam pequenas embarcações de carga e passageiros, dividindo a cidade em milhares de pequenas ilhas densamente habitadas e ligadas entre si por ruas e pontes.

Os canais secundários tipicamente têm quinze a trinta metros de largura e, assim como o canal principal, são margeados por avenidas suficientemente largas para permitir o desfile de grandes exércitos e o trânsito de elefantes, carroções e carruagens. Esses canais e avenidas delimitam os 50 setores em que se divide a capital, cada um deles administrado por um prefeito eleito pela nobreza local. Dentro dos setores, porém, só é possível deslocar-se a pé, com liteira ou por meio de uma das 250 mil gôndolas (semelhantes às de Veneza) que servem a cidade. A rede de canais terciários é extremamente complexa e mesmo gondoleiros experientes podem perder-se quando saem de seus setores. Podem ter de quatro a dez metros de largura e são normalmente margeados por calçadas. São pouco profundos – em geral, um a três metros – e são atravessados por pontes com altura mínima de dois metros e meio.

Os canais terciários freqüentemente delimitam pequenos distritos semi-autônomos, cada um deles com uns poucos milhares de habitantes, uma câmara de conselheiros e um alcaide eleitos pelo povo que respondem aos prefeitos dos respectivos setores. Cada bairro tem seu próprio templo, sua cultura (muitos têm caráter étnico) e suas rivalidades com os bairros vizinhos.

A cidade é servida por uma intrincada rede de esgotos e galerias que passa por baixo dos canais e deságua no mar, a boa distância da costa. Assim, apesar da enorme população, a água dos canais é razoavelmente limpa. Há peixes e ingeri-la geralmente não é fatal. Os esgotos comunicam-se em alguns pontos com uma rede de catacumbas e passagens subterrâneas, muitas delas secretas ou esquecidas.

O conjunto da cidade exterior é cercado por uma muralha de pedra com oitenta quilômetros de circunferência, cem metros de altura e trinta metros de espessura, guardada por vinte mil soldados. Além das duas entradas do canal principal, a muralha tem 16 portões que dão acesso às estradas que levam para os bosques do Amor e dos Deuses. Há também muitas passagens secretas, estreitos túneis através das muralhas conhecidos apenas dos seus guardiões.

Ao norte da cidade, estende-se uma vasta planície fértil e cortada por milhares de canais e, para além dela, há altas montanhas. Todo a produção excedente dessas regiões flui para Atlântis ou é exportada através de seus portos, gerando um intenso e permanente trânsito de embarcações de todos os tipos e tamanhos através de seus canais.

A leste e oeste, estendem-se reservas florestais de centenas de quilômetros quadrados. A reserva do lado leste, conhecida como os Bosques do Amor, destina-se a luas de mel, ao lazer e a outros entretenimentos de aristocratas e poderosos mercadores, inclusive a caça. É pontilhada por colinas, luxuosas estalagens, casas de banhos termais, palácios de verão e pavilhões de caça. Já a reserva do lado oeste, conhecida como os Bosques dos Deuses tem caráter sagrado e nela encontram-se cemitérios, monastérios, templos e o Vale dos Imperadores, onde se encontram as tumbas dos Atlas desaparecidos e gigantescas pirâmides construídas com as pedras extraídas durante a construção do Grande Canal, que dominam o horizonte da capital. A maior delas tem dois quilômetros de altura e três quilômetros na base.

FONTE: http://rpg_ficcao.sites.uol.com.br
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AS ERAS GLACIAIS E A ATLÃNTIDA

Denominam-se eras glaciais os períodos em que grandes regiões do planeta estiveram sob um processo contínuo de glaciações, fenômeno este resultante de causas múltiplas e complexas: movimentos orbitais da terra, continentalidade dos pólos, elevação de terras, circulações oceânicas, mudanças na composição da atmosfera e outras.

Ocorreram na história do planeta diversas fases deste fenômeno, desde o período pré-cambriano até bem recentemente. No entanto, dado às dificuldades, a pesquisa científica só conseguiu definir de forma minuciosa a última grande glaciação, que ocorreu durante o pleistoceno.

Uma glaciação inicia-se quando, após um rigoroso inverno, a neve acumulada não se derrete totalmente com a chegada do verão, sobrevivendo até o outro inverno na forma de gelo. Este fato resfria a região e num acúmulo sucessivo de milhares de anos forma-se uma calota de gelo, cada vez mais resistente criando impactos de resfriamento cada vez maiores.

Há cerca de 80.000 anos, iniciou-se o último grande avanço das geleiras na região norte do planeta, tanto na Europa como na América do Norte, sendo que o fim desta última glaciação deve ter ocorrido entre 20.000 a 10.000 anos atrás.O fim da Glaciação implica na subida do nível dos Oceanos. Esta última é a data fatídica da Submersão da Atlântida

A Atlântida ou Atlântis teria sido uma antiga ilha ou continente, cuja real existência ou localização nunca foram confirmadas. E cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida.
Relatos
Originalmente mencionada pelo filósofo grego Platão (428-347 a.C.) em dois dos seus diálogos (Timeu e Crítias),[1] conta-nos que Sólon, no curso das suas viagens pelo Egipto, questiona um sacerdote que vivia em Sais, no delta do Nilo e que este lhe fala de umas tradições ancestrais relacionadas com uma guerra perdida nos anais dos tempos entre os atenienses e o povo de Atlântida. Segundo o sacerdote, o povo de Atlântis viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava.


Quando os deuses helênicos partilhavam a terra, a cidade de Atenas pertencia à deusa Atena e Hefesto, mas Atlântida tornou-se parte do reino de Poseidon, deus dos mares.

Em Atlântida, nas montanhas ao centro da ilha, vivia uma jovem órfã de nome Clito. Conta a lenda, que Poseidon ter-se-ia apaixonado por ela e, de maneira a poder coabitar com o objeto da sua paixão, teria divisado uma barreira constituída por uma série de muralhas de água e fossos aquíferos em volta da morada da sua amada. Desta maneira viveram por muitos anos e da sua relação nasceram cinco pares de gêmeos, ao qual o mais velho o deus dos mares batizou de Atlas. Após dividir a ilha em dez áreas anelares, autorizou supremacia a Atlas, dedicando-lhe a montanha de onde Atlas espalhava o seu poder sobre o resto da ilha.

Em cada um dos distritos (anéis terrestres ou cinturões), reinavam as monarquias de cada um dos descendentes dos filhos de Clito e Poseidon. Estes reuniam-se uma vez por ano no centro da ilha, onde o palácio central e o templo a Poseídon, com os seus muros cobertos de ouro, brilhavam ao sol. A reunião marcava o início de um festival cerimonioso em que cada um dos monarcas dispunha-se à caça de um touro; uma vez o touro caçado, beberiam do seu sangue e comeriam da sua carne, enquanto sinceras críticas e comprimentos eram trocados entre si à luz lunar.

Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza, quer vegetal e mineral, não só era a ilha magnificamente prolífica em depósitos de ouro, prata, cobre, ferro, etc como ainda de oricalco, um metal que brilhava como fogo.

Os reis de Atlântida, construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre os seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho pelo interior, entre estes brilhavam edifícios construídos de pedras brancas, pretas e vermelhas.

Tanto a riqueza e a prosperidade do comércio, como a inexpugnável defesa das suas muralhas, se tornariam imagens de marca da ilha.























Pouco mais se sabe de Atlântida, segundo Platão, esta foi destruída por um desastre natural (possivelmente um terremoto ou maremoto) cerca de 9000 anos antes da sua era. Crê-se ainda que os atlantes teriam sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo ao serem dizimados pelos atenienses nesta tentativa.

Outra tradição completamente diferente chega-nos por Diodoro da Sicília, em que os atlantes eram vizinhos dos líbios e que teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas.

Segundo uma outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído que os outros povos da época, e, ao prever a destruição iminente, teria emigrado para África, sendo os antigos egípcios descendentes da cultura de Atlântida.
Na cultura pop do século XX, muitas histórias em quadrinhos, filmes e desenhos animados retratam Atlântida como uma cidade submersa, povoada por sereias ou outros tipos de humanos subaquáticos.

Localizações atribuídas - Há diversas correntes de teóricos sobre onde se situaria Atlântida, e quem seria o seu povo. A lenda que postula Atlântida, Lemúria e Mu como continentes perdidos, ocupados por diferentes raças humanas, ainda encontra bastante aceitação popular, sobretudo no meio esotérico. (Não confundir com os antigos continentes que, de acordo com a teoria da tectónica de placas existiram durante a história da Terra, como a Pangéia e o Sahul). Alguns teóricos sugerem que Atlântida seria uma ilha sobre a Dorsal oceânica, que - no caso de não ser hoje parte dos Açores, Madeira, Canárias ou Cabo Verde - teria sido destruída por movimentos bruscos da crosta terrestre naquele local. Essa teoria baseia-se em supostas coincidências, como a construção de templos em forma de pirâmide na América, semelhantes às pirâmides do Egito, fato que poderia ser explicado com a existência de um povo no meio do oceano que separa estas civilizações, suficientemente avançado tecnologicamente para navegar à África e à América para dividir seus conhecimentos. Esta posição geográfica explicaria a ausência concreta de vestígios arqueológicos sobre este povo.

Alguns estudiosos dos escritos de Platão acreditam que o continente de Atlântida seria na realidade a própria América, e seu povo culturalmente avançado e cobertos de riquezas seria ou o povo Chavín, da Cordilheira dos Andes, ou os olmecas da América Central, cujo uso de ouro e pedras preciosas é confirmado pelos registros arqueológicos. Terremotos, comuns nestas regiões, poderiam ter dado fim a estas culturas, ou pelo menos poderiam tê-las abalado de forma violenta por um período de tempo. Através de diversos estudos, alguns estudiosos chegaram a conclusão que Tiwanaku, localizada no altiplano boliviano, seria a antiga Atlântida. Essa civilização teria existido de 17.000 a.C. a 12.000 a.C., em uma época que a região era navegável. Foram encontrados portos de embarcações em Tiwanaku, faltando escavar 97,5% do local.

Para alguns arqueólogos e historiadores, Atlântida poderia ser uma mitificação da cultura minóica, que floresceu na ilha de Creta até o final do século XVI a.C.. Os ancestrais dos gregos, os micênicos, tiveram, no início de seu desenvolvimento na Península Balcânica, contato com essa civilização, culturalmente e tecnologicamente muito avançada. Com os minóicos, os micênicos aprenderam arquitetura, navegação e o cultivo de oliveiras, elementos vitais da cultura helênica posterior. No entanto, dois fortes terremotos e maremotos no Mar Egeu solaparam as cidades e os portos minóicos, e a civilização de Creta rapidamente desapareceu. É possível que as histórias sobre este povo tenham ganhado proporções míticas ao longo dos séculos, culminando com o conto de Platão.

Uma formulação moderna da história da Atlântida e dos atlantes foi feita por Helena Petrovna Blavatsky, fundadora da Teosofia. Em seu principal livro, A Doutrina Secreta, ela descreve em detalhes a raça atlante, seu continente e sua cultura, ciência e religião.

Existem alguns cientistas que remetem a localização da Atlântida para um local sob a superfície da Antártica.

A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto que a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.

Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida.

A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por pelos sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.

Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil. Sabe-se que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo . A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groelândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos. A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão.

Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.

FONTE: www.oarquivo.com.br
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ATLÂNTIDA: "AS TRÊS CIVILIZAÇÕES"















Atlântida 100.000 a.C. a 50.000 a.C.

Sobre a Atlântida antes da primeira destruição (antes de 50.000 a.C.) pouco se sabe. Diz-se haver sido colonizada pelos lemurios que haviam fugido do continente onde habitavam, também sujeito a cataclismos imensos, quando então se estabeleceram correntes migratórias fugitivas das destruições que ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul Atlântida.
Estes primeiros Atlantes julgavam a si pelo caráter e não pelo que tinham e viviam em harmonia com a natureza. Pode-se dizer que 50% de suas vidas era voltada ao espiritual e os outros 50% para o lado prático, vida material. Possuíam grandes poderes mentais o que lhes conferia domínio da mente sobre o corpo. Eles faziam coisas impressionantes com os seus corpos. Assim viveram por muito tempo até que, em decorrência da proximidade do sul da Atlântida com o Continente Africano, várias tribos agressivas africanas dirigiram-se para a Atlântida forçando os Lemurios estabelecidos na Atlântida a se deslocarem cada vez mais para o norte do continente atlante. Com o transcorrer do tempo os genes dos dois grupos foram se misturando.

Em 52.000 a.C. os Atlantes começaram a sofrer com ataques de animais ferozes, o que os fizeram aumentar seus conhecimentos em armas, motivando um avanço tecnológico na Atlântida. Novos métodos de agricultura foram implementados, a educação expandiu, e conseqüentemente bens materiais começaram a assumir um grande valor na vida das pessoas, que começaram a ficar cada vez mais materialistas e conseqüentemente os valores psíquicos e espirituais foram decaindo. Uma das conseqüências foi que a maioria dos atlantes foi perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a desacreditar na mencionadas habilidades.

Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de "Os Filhos de Belial". Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro grupo chamado de "As Crianças da Lei Um", era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam "As Crianças da Lei Um" porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um. Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entraram em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica. Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.

As duas partes que fugiram da Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no continente, pois em decorrência da tremenda destruição os remanescentes praticamente passaram a viver como animais vivendo nas montanhas durante 4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização.

Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemurios fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano. Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas. Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e para a América do Sul.



















Atlântida 28.000a.C. a 12.500 a.C. - Esta foi a civilização atlante que foi descrita por Platão.

Mais uma vez tudo se repetiu, os que ficaram recomeçaram tudo novamente, recriando as cidades que haviam sido destruídas, mas inicialmente não tentando cometer os mesmos erros da florescente civilização passada. Eles unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social.

Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza, tinham conhecimento das hoje chamadas linhas de Hartman e linhas Ley, que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas.

Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, o que os levou a tentar criar “raças puras”, raças que não possuíssem nenhum defeito. Esse pensamento persistiu até o século XX a ser uma das bases do nazismo.

Os Atlantes detinham grandes conhecimentos sobre as pirâmides, há quem diga que elas foram edificadas a partir desta civilização e que eram usadas como grandes condutores e receptores de energia sideral, o que, entre outros efeitos, fazia com que uma pessoa que se encontrasse dentro delas, especialmente a Grande Pirâmide, entrava em estado alterado de consciência quando então o sentido de espaço-tempo se alterava totalmente.

É certo que os habitantes da Atlântida possuíam um certo desenvolvimento das faculdades psíquicas, entre as quais a telepatia, embora que muito aquém do nível atingido pelos habitantes da primeira civilização.

Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que é hoje é conhecido como “asa delta”. Isto tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias.

Também em certa fase do seu desenvolvimento os atlantes foram grandes conhecedores da energia lunar, tanto que faziam experiências muito precisas de conformidade com a fase da Lua. A par disto foram grandes conhecedores da astronomia em geral.
Na verdade os atlantes detiveram grandes poderes, mas como o poder denigre o caráter daquele que não esta devidamente preparado para possuí-lo, então a civilização começou a ruir. Eles começaram a separar o desenvolvimento espiritual do desenvolvimento científico. Sabedores da manipulação dos gens eles desenvolveram a engenharia genética especialmente visando criar raças puras. Isto ainda hoje se faz sentir em muitos povos através de sistemas de castas, de raça eleita ou de raça ariana pura. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante gens de espécies animais detentoras de determinadas capacidades. Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram gens deste animal com gens humano; aprimorar o olfato através de gens de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas. Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade.

A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Entre estas foi citada uma que houve com a Grécia, da qual esta foi vitoriosa. Enganam-se os que pensam que a Grécia vem de 2 000 a.C. Ela é muito mais velha do que o Egito e isto foi afirmado a Sólon pelo sacerdote de Sais. Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com o uso a tecnologia que detinham se fizeram passar por deuses dando origem assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-se nos deuses do Olimpio.

Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de "Vril", sob as quais não tiveram condições de controla-la, resultando disso a destruição final da Atlântida, que submergiu em uma noite. Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito fácil, mas temos que ver que a tecnologia deles eram muito mais avançadas do que a nossa, e que o poder do cristal é muito maior do que imaginamos, pois se formos vê os cristais estão em tudo com o avanço tecnológico, um computador é formado basicamente de cristais e o laser é feito a parti de cristais. Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e conseqüentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três regiões distintas: O nordeste da África onde deram origem a civilização egípcia; para América Central, onde deram origem a Civilização Maia; e para o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à Civilização Celta.

A corrente que deu origem a civilização egípcia inicialmente teve muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos a fim de evitar que a ciência fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior. Para o exercício desse controle eles criaram as “Escolas de Mistérios”, onde os ensinamentos eram velados, somente sendo transmitidos às pessoas que primeiramente passassem por rigorosos testes de fidelidade.


















Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos, como matemática, geometria, etc. Pesquisas recentes datam a Esfinge de Gizé sendo de no mínimo 10.000 a.C. e não 4.000a.C. como a egiptologia clássica afirma. Edgar Cayce afirmou que embaixo da esfinge existe uma sala na qual estão guardados documentos sobre a Atlântida, atualmente já encontraram uma porta que leva para uma sala que fica abaixo da esfinge, mas ainda não entraram nela. A Ordem Hermética afirma a existência não de uma sala, mas sim de doze.

A corrente que deu origem a civilização maia, foi muito parecida com a corrente que deu origem a civilização egípcia. Quando os atlantes que migraram para a Península de Yucatã antes do afundamento final do continente, eles encontraram lá povos que tinham culturas parecidas com a deles, o que não é de admirar, pois na verdade lá foi um dos pontos para onde já haviam migrado atlantes fugitivos da segunda destruição.

Também os integrantes da corrente que se direcionou para o Noroeste da Europa, e que deu origem mais tarde aos celtas, tiveram muito cuidado com a transmissão do conhecimento em geral. Em vez de optarem para o ensino controlado pelas “Escolas de Mistérios” como acontecera no Egito, eles optaram por crescer o mínimo possível tecnologicamente, mas dando ênfase especialmente os conhecimentos sobre as Forças da Natureza, sobre as energias telúricas, sobres os princípios que regem o desenvolvimento da produtividade da terra. Conheciam bem a ciência dos cristais, e da magia, mas devido ao medo de fazerem mau uso dessas ciências eles somente utilizavam-nos, mas no sentido do desenvolvimento da agricultura, da produtividade dos animais de criação, etc.

Atualmente as pessoas vêem a Atlântida como uma lenda fascinante, como algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a atenção das pessoas. Indaga-se do porquê de tanto fascínio? Acontece que ao se analisar a história antiga da humanidade vê-se que há uma lacuna, um hiato, que falta uma peça que complete toda essa história. Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e inter-relacionados. O como foram construídos as pirâmides e outros monumentos até hoje é um enigma. Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível.

Os historiadores não acreditam que um continente possa haver afundado em uma noite, mas eles esquecem que aquela civilização foi muito mais avançada que a nossa. Foram encontradas, na década de 60, ruínas de uma civilização no fundo do mar perto dos Açores, onde foram encontrados vestígios de colunas gregas e até mesmo um barco fenício. Atualmente foram encontradas ruínas de uma civilização que também afundou perto da China.

As pessoas têm que se conscientizar de que em todas as civilizações em que a moral ruiu, ela começou a se extinguir, e atualmente vemos isso na nossa civilização, e o que é pior, na nossa civilização ela tem abrangência mundial, logo se ela rui, vai decair todo o mundo. Então o mais importante nessa história da Atlântida não é o acreditar que ela existiu e sim aprender a lição para nós não enveredemos pelo mesmo caminho, repetindo o que lá aconteceu.






ATLÂNTIDA: "ONTEM E HOJE"

























A História antiga da humanidade contém algumas lacunas envoltas em mistérios e enigmas ainda não desvendados. Enigmas que despertam no homem contemporâneo uma busca incessante pela sua verdadeira origem e por sua real História! Quem não se sente interessado, curioso ou até mesmo fascinado com o avanço técnico contido na Grande Pirâmide de Quéops, os Moais da Ilha de Páscoa, a construção de Macchu Picchu e a avançada cultura Inca, as Pirâmides Astecas, os complexos Maias e seu perfeito calendário, a arte e eloqüência Grega, os menires Celtas e a Grande sabedoria Veda, somente para citar alguns exemplos?
Um estudo mais aprofundado nos leva a um lugar comum onde a ciência oficial ainda teima em negar (embora os menos ortodoxos admitam claramente) a teoria - para muitos, realidade - do Continente chamado Atlântida, berço da Quarta Raça Raiz!
O continente Atlante situava-se no Atlântico Norte, indo desde a costa da atual Flórida (USA) até as ilhas Canárias e os Açores. Sua cultura era muito avançada. Em muitos pontos, ultrapassava a nossa com facilidade. Oriunda de um aperfeiçoamento e emigração dos remanescentes da Terceira Raça Raiz (Lemuriana), a raça Atlante alcançou rapidamente um patamar elevado em conhecimentos e tecnologia. Esta tecnologia diferia muito da atual em termos de padrão de frequência vibracional. Estava diretamente relacionada com as forças da Natureza e continha aspectos energéticos (metafísicos e radiônicos) e até espirituais unidos numa só Ciência (conceito praticamente impossível de ser aceito e assimilado pela "Ciência" atual).
A raça atlante possuía um desenvolvimento bastante avançado das faculdades ditas paranormais, existindo uma "ligação direta" com outras realidades dimensionais. O conhecimento das Grandes Verdades Cósmicas era aberto, não existindo nada absolutamente velado. Mantinham intercâmbio com culturas provenientes de várias regiões do espaço (civilizações extraterrestres) e com os Seres das Hierarquias do Governo Oculto Espiritual do Planeta. Acredita-se que a tecnologia de construção e manipulação de energias das estruturas piramidais seja de origem extraterrestre, transmitida aos Atlantes , tais como as Pirâmides do Egito e do México (apenas réplicas dos originais atlantes).

Na região conhecida como "Triângulo das Bermudas" existe um vórtice de energia espaço-temporal, gerado possivelmente pela Grande Pirâmide Atlante submersa ali. Neste local, além de outros fenômenos tais como a já rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação, registram-se também muitas aparições ufológicas. Aliás, os atlantes dominavam máquinas voadoras que pousavam em qualquer parte do planeta, principalmente nas "Pistas de Nazca" no Peru.

Foram encontrados no Egito e, principalmente na cultura Inca, caracteres hieroglíficos e objetos que lembram aeronaves, algumas apresentando as asas em delta! Tais objetos foram testados em túneis de vento, apresentando um comportamento aerodinâmico perfeito!



Os "computadores" atlantes eram os próprios cristais de quartzo, utilizados principalmente como armazenamento de conhecimentos e acionados por poder mental (são os cristais "arquivistas" tão conhecidos dos cristaloterapeutas).
O domínio dos cristais, juntamente com a manipulação de aparelhos radiônicos (a hoje conhecida "pilha cósmica" dos radiestesistas - um conjunto de semi-esferas sobrepostas - foi muito utilizada na Atlântida como arma de grande poder), era um dos pontos fortes de seu conhecimento, uma vez que, aliado a um grande poder mental, era gerado um formidável potencial energético altamente positivo quando bem direcionado, assim como incrivelmente devastador quando errônea e maleficamente utilizado.

Houve um declínio dos padrões éticos, morais etc. que gerou estados vibratórios bastante densos. Aliás, este foi um dos principais (senão o principal) motivos do desaparecimento da civilização das Sete Portas de Ouro, que também fazia uso de tecnologia nuclear. A situação chegou a um estado crítico quando ocorreu a manipulação indiscriminada da engenharia genética, gerando verdadeiras aberrações, conhecidas hoje como os seres mitológicos de algumas culturas, tais como os Titãs da Mitologia Grega. Os Sábios e Sacerdotes Atlantes, prevendo a destruição, emigraram juntamente com os genuínos da Raça para outros pontos da Terra, levando consigo seus vastos poderes e conhecimentos que desde então têm sido passados de boca para ouvido pelos Iniciados, nas "Escolas de Mistério", a fim de que não caiam em mãos dos adeptos do "Caminho da Mão Esquerda" e outros irresponsáveis. Os lugares que já eram Colônias, tais como o Egito, pequena parte da Índia, América Central e do Sul, floresceram rapidamente com a chegada dos Sábios, assessorados por ET's. A principal Colônia, salvaguarda até os dias de hoje, grande parte dos conhecimentos poderosos num local muito bem guardado abaixo da Esfinge e das Pirâmides (construídas pelos atlantes sob supervisão extraterrestre) e em outros Templos ao longo do Nilo, no Egito. Tais "documentos" (os papiros sagrados de Toth) estão prestes a serem descobertos, segundo Edgar Cayce, famoso e conceituado paranormal norte-americano, que vislumbrou em visões tal fato, ainda na primeira metade deste século. Atualmente, descobertas formidáveis têm sido feitas no Egito pelos arqueólogos, constatando novas pirâmides e até um gigantesco Templo (ou palácio).

Oficialmente, admite-se hoje que, provavelmente cerca de 55% do Antigo Egito ainda está sob as areias do Deserto e do tempo! E se há muito que desvendar, a hipótese da existência e conseqüente descoberta dos "documentos atlantes", ao contrário de absurda, como ainda teimam alguns céticos, é bastante previsível e até, concreta. Que dizer então das ainda mais enigmáticas civilizações Pré-Colombianas, das quais se conhece muito pouco? Que segredos encerram? E as civilizações da Amazônia? Que escondem as autoridades científicas e governamentais das potências mundiais sobre tais assuntos, num procedimento semelhante ao adotado no fenômeno UFO? Porque existe uma incidência cada vez maior de aparições ufológicas em tais locais?

Associa-se a estes fatores, segundo estudiosos ocultistas, à passagem de um astro de grandes proporções com frequência vibratória baixa, com uma excentricidade de órbita bastante acentuada, passando pelas circunvizinhanças do Sol num período que se encurta cada vez mais. Sua última passagem ocorreu a aproximadamente 6.666 anos (o nº da Besta?) sendo o provável co-responsável pela separação do continente em três grandes ilhas e sua posterior submersão, uma a cada passagem, até a última, Poseidonis (revelada a Platão pelos Sacerdotes de Tebas, no Egito). Tal astro é mencionado exaustivamente pelos atuais espiritualistas pela sua importância no momento de "Transição de Eras" que o Planeta atravessa. A NASA, Agência Espacial Americana, confirmou uma perturbação considerável nas órbitas dos planetas exteriores (Urano, Netuno e Plutão) descoberta no início dos anos setenta. "Esta perturbação de natureza gravitacional", sugere a NASA, "é provavelmente causada por algum corpo não identificado e de proporções consideráveis". Acredita-se que atualmente, final dos anos noventa, sua posição seja bem mais próxima do Sol (embora a ciência negue a existência de tal corpo celeste). Embora as conjecturas apresentadas não sejam suficientes para provar a existência da Atlântida e sua cultura (a qual originou nossa 5º Raça Raiz, Ariana), elas são fortes em seu conteúdo e estão presentes nas tradições milenares de antigas civilizações e nos seus registros tais como os egípcios, vedas, e atuais tibetanos além das Escolas esotéricas, ocultistas e teosóficas e suas eminências, como Helena P. Blavatsky, que estudou e divulgou amplamente o tema.

Chegamos finalmente a um atual "momentum vibracional" evolutivo planetário, muito parecido com o que existia em terras Atlantes na ocasião sua decadência, tanto em termos da baixa energia referente a dor, sofrimento, violência, moral, geradas pela humanidade, como aspectos cósmicos e fenômenos de natureza extraterrestre. Um novo Salto Evolutivo está às nossas portas. Um novo Céu, uma nova Terra e uma nova Jerusalém! Quem sabe uma nova e melhor Atlântida?




FONTE: www.oarquivo.com.br
Portal dos Anjos e das Estrelas de Avalon

Por: Lisa Teixeira
Janeiro / 2010

domingo, 16 de janeiro de 2011

REVISITANDO A ATLÂNTIDA - Uma visão espiritual

REVISITANDO A ATLÂNTIDA – O CAMPO CRISTALINO DE 10-10-10
Uma mensagem do Arcanjo Metatron canalizada por James Tyberonn *** 1ª parte ***





















Saudações, Mestres! Eu sou Arcanjo Metatron, Senhor da Luz! Saúdo todos vocês num vetor de amor incondicional!

E assim, conforme o dia 10-10-10 se aproxima rapidamente, os poderosos Cristais dos Templos Atlantes em todo o planeta adquirem maior potência. O Cristal Esmeralda da Cura, ativado em 9-9-9, se eleva em importância e serve como canal para a ativação dos outros, na projeção de um vigoroso campo cristalino.

No dia 10-10-10, o Cristal Esmeralda, há muito tempo mantido em repouso sob o Monte Maga, em Arkansas [nos EUA], atingirá 50% de sua potência. E isto se dará às 10:10:10 horas da manhã do dia 10 de outubro.

Então, mais uma vez falaremos claramente sobre o mega-vórtice de Arkansas, o portal da frequência cristalina quântica, que está prestes a emergir. Neste ano de 2010, este vórtice passará a ter uma grande importância com a abertura do selo dimensional que guardou a sabedoria cristalina da Era de Ouro da Atlântida, a sabedoria de frequência mais elevada alcançada no plano terreno.

Na verdade, esse momento chegou. E em 2010 continuarão o fluxo e a expansão exponenciais dos grandes Cristais dos Templos Atlantes, que permaneceram dimensionalmente lacrados por mais de 12.000 anos, no complexo magnético de Arkansas. Muitos de vocês serão levados a participar dessa revelação, pois testemunharam o dilúvio e alguns testemunharam também a consequente mudança desses incríveis Cristais Mestres Atlantes para esta e outras áreas. A nova Era Cristalina é iminente agora.

A fase diamantina da Transição Cristalina da Terra se realizará em 10-10-10, em correlação com a 10a dimensão e com a ressonância do 12º Chacra. A “Cratera de Diamantes” de Arkansas vai liberar energia coerente de ressonância diamantina no Vórtice Cristalino, em 10-10-10. Esta energia será disparada pelo Monte Maga e retransmitida para ele, e em seguida isto ativará as regiões cristalinas e diamantinas da África, América do Sul, Canadá, Rússia, Austrália e Ásia. Todas se conectarão axiotonalmente.

Queridos, a energia Cristalina é uma fonte onipotente de poder, com implicações que estão muito além da atual compreensão da humanidade. A estrutura Cristalina é formada por uma essência de ressonância de luz frequencial que é multidimensional e coerente, existindo na matéria e na antimatéria. É a matriz Metatrônica divina que dá origem a toda manifestação da criação, e forma a composição matricial de todos os planos de existência. É a enzima da realidade e a fonte de vitalidade do próprio Cosmos. Os pensamentos que vocês têm devem se elevar ao formato cristalino coerente para poderem se manifestar. A luz coerente é energia cristalina, a vitalidade da qual é formada a natureza integral de todos os mundos e realidades. A estrutura cristalina forma os limites e divisões aparentes entre dimensões, planos e o flash de matéria/ antimatéria da consciência, em paralelo e probabilidade. Tudo é cristalino.

Na verdade, a graduação do seu planeta – que tem sido chamada de Ascensão – é a conversão da massa crítica do padrão de capacidade de recepção da Terra, de analógico para digital, de branco e preto para colorido. A Conversão Cristalina, através da antena da Grade Cristalina 144, está aumentando significativamente a recepção dimensional da Terra da 3a para a 12a dimensão e além. Isto é semelhante à mudança da recepção da sua televisão através da arcaica antena para recepção via satélite. Assim é a Era Cristalina.

O ponto apical de sustentação foi o Impulso Cósmico. É muita energia para ser administrada! Mas liberem o medo, Queridos, pois desta vez, na Nova Era Cristalina, vocês não a administrarão de forma incompetente.

Três Cristais Atlantes de Sabedoria e Cura, que antigamente irradiavam uma luz magnífica e celestial no Templo da Cura, no Templo do Um e no Templo do Conhecimento, em Poseida, foram colocados sob um selo dimensional nos Campos Cristalinos Atlantes de Arkansas. O primeiro deles foi despertado em 2008 e o segundo em 2009. Em 2010 estes vão ativar e se alinhar com os Templos de Cristal mantidos no Brasil, no Monte Shasta, em Bimini e no Lago Titicaca.























Mestres, o Cristal Violeta do Som, localizado no Brasil vai despertar em 10-10-10, através da ativação do Monte Maga. E entre 2010 e 2012, serão completadas as ativações de todos eles, de forma progressiva.

Na verdade, eles agora energizarão o Disco Solar Dourado, localizado em Arkansas, e se alinharão com os 12 padrões do mesmo, por todo o planeta, e com o paradigma dos 12Crânios de Cristal, para formarem o padrão do 13 sagrado; aquele do 13-20-33, entendem?

Então, muitos estão sendo chamados para Arkansas, e muitos irão participar deste despertar como parte de um antigo contrato, de uma promessa sagrada cuja hora finalmente chegou. Muitos já estão lá, tendo sido chamados para morar nesses vórtices cristalinos que estarão completos em 2012. Assim, nos restantes Portais de Datas Triplas, aqueles que fazem parte da Lei do Um estão sendo chamados, pois desta vez os Cristais não serão mal utilizados, eles não serão tirados de vocês por forças sombrias gananciosas.

Entretanto, não é sua tarefa ativar os cristais, não é sua tarefa ancorar o vórtice; sua tarefa é se alinhar com este processo de complementação, com esta ativação, com este ancoramento celestial do campo cristalino quântico. Os Sacerdotes Cientistas, os Mestres dos Cristais dos Atla-Ra e os Guardiões do Templo da Lei do Um de Poseidon estão sendo chamados.

Mestres, vocês esperaram éons por esta conclusão, e os que faziam parte dos Atla-Ra, os que frequentavam os Templos de Cristal de Poseida ouvirão o chamado do clarim. Os Cristais Mestres da Era de Ouro da Atlântida estão abrindo agora o arco-íris de acesso dimensional que acelera sua Ascensão planetária e pessoal. É uma promessa que está se cumprindo, uma finalização sagrada.

Com certeza vocês poderão acessar etericamente a energia benéfica e a sabedoria dos Cristais Atlantes da Cura e do Conhecimento. Não é totalmente necessário estar fisicamente no vórtice de Arkansas para receber e tomar parte na ativação. Entretanto, para aqueles que receberem o chamado, será benéfico visitar o vórtice e caminhar pelos campos de cristal. Aqueles de vocês que escolherem visitar as terras sagradas de Arkansas poderão encontrar um cristal pessoal imbuído com a energia da Era de Ouro da Atlântida. Foi concedida a permissão para isto, e os cristais se oferecerão a vocês para este e inúmeros outros propósitos.

Os guardiões de Sírius, Arcturius e Plêiades estão preparando o terreno e esperam que vocês se unam a eles. Enviem energia, luz e intenção de bem maior para o que está sendo chamado de Cristal Azul Mestre do Conhecimento. Ele já reinou em sabedoria e luz no Templo do Conhecimento, e assim muitos de vocês vão vê-lo de novo claramente com os olhos de sua mente, e certamente vão senti-lo em seus corações, entre lágrimas de alegria.

ATLÂNTIDA, O ELO PERDIDO DE PANGAEA

Atlântida é realmente o elo perdido de Pangaea, localizada no meio do Atlântico. Compartilharemos sua história com vocês em detalhes, mais adiante. Mas observem, Mestres, que nem todos os grandes Cristais dos Templos de Atlântida se perderam. Na verdade, alguns de vocês estiveram envolvidos no resgate deles.

O primeiro Cristal de Templo que foi salvo foi o Cristal Azul do Conhecimento. Ele está sob a Terra, sob o centro coronário do Vórtice, chamado Talimena Ridge, num poço sagrado construído há muito tempo atrás. O Cristal Azul do Conhecimento se mantém ereto, com quarenta e oito pés de altura e doze pés de diâmetro. Ele pulsa e irradia um arco-íris de cores prata, turquesa e azul cobalto, conforme é ativado de acordo com um contrato sagrado. Ele conserva a sabedoria e o conhecimento multidimensionais das eras. O segundo que foi salvo foi o Cristal Esmeralda. Agora ele está sob o Monte Maga, o centro cardíaco do Vórtice Cristalino de Arkansas. Ele tem aproximadamente 20 metros de altura e 5 metros de largura.


ATLÂNTIDA: A VERDADEIRA LENDA DA QUEDA

Queridos, estes cristais foram salvos da destruição, e agora os relembramos do motivo disso, pois esses seres cristalinos magníficos oferecem muito a todos vocês. A expansão, a finalização sagrada aplica-se a TODOS! Está na hora de se lembrarem quem vocês foram, de modo a se tornarem tudo o que são neste momento de despertar, neste retorno ao Campo Cristalino Quântico de Atlântida, a uma Era Dourada, uma época magnífica, traída pelo seu fim imprevisto. Então lhes contaremos a verdadeira história dessa extinção.

Vejam, Atlântida existiu por mais de 200.000 anos. A grande maioria dos tempos atlantes foi uma época de luz! Apenas a fase final, o período entre 17.500 AC a 10.500 AC foi uma era de trevas, como vocês dizem, mas uma época rica em lições.

A ERA DE OURO

Nós lhes dizemos que, de fato, o Período Dourado da Atlântida trouxe o nível mais elevado de Consciência Luminosa jamais alcançado no Plano da Terra em qualquer civilização adiantada; mais alto que o da LeMúria, mais alto que o de Mu, mais alto que o de Rama, mais alto que o de Ignacious. Tornou-se moda considerar a LeMúria como uma civilização utópica, mas embora eles tenham realmente alcançado uma fase relativamente curta de consciência elevada, a maioria, naquela época, não estava verdadeiramente em seu corpo físico, mas num estado etérico, semelhante ao dévico, e não enfrentou as dificuldades requeridas pelo estágio físico terreno. Na verdade, a LeMúria nunca atingiu o nível altamente adiantado que existiu na Fase de Ouro da Atlântida, de 40.000 AC a 18.000 AC – uma época em que Deuses caminhavam com os homens e todos conheciam a expressão da alegria. Foi a época abençoada, na qual muitos de vocês caminhavam como Filhos das Estrelas, para mais tarde escolherem a biologia e os ciclos de lições da reencarnação no Planeta Azul chamado Terra.

Portanto, quando pensarem na Atlântida, NÃO se lembrem apenas da sua triste extinção! Esta foi apenas uma fase curta do magnífico mundo antidiluviano, mas não deve ser esquecida, pois muito se ganha ao se compreender essa fase final. E está na hora de se lembrarem, Queridos.

O HOLOGRAMA ATLANTE

E assim falaremos da outrora poderosa Atlântida, e falaremos para todos vocês, pois a Atlântida é uma grande lição holográfica, cuja hora voltou, porque a lembrança da Atlântida não é apenas uma cura. Na verdade, para alguns ela é uma cura necessária, uma limpeza necessária, mas para outros é também um “empoderamento” benéfico. Ela traz de volta um tempo em que vocês viviam em consciência, independentemente dos seus inúmeros papéis na Atlântida. E, Queridos, 70% de todos os que estão no planeta neste momento experienciaram a fisicalidade lá. Atlântida agora os chama.

E o chamado não é apenas para os da Lei do Um, mas igualmente para os Arianos, os Filhos de Belial. Na verdade, muitos de vocês experienciaram vidas em ambas ideologias. Isto os surpreende?























O DILÚVIO DE 17.500 AC – ESPIRAL DESCENDENTE DA FASE FINAL

Falamos da época que se seguiu ao segundo dilúvio, quando a utópica Era de Ouro terminou e a Atlântida se dividiu em 5 ilhas. As três ilhas principais eram conhecidas por Poseida, Aryan e Og. As duas ilhas menores estavam sob o governo de Aryan e eram conhecidas por Atalya e Eyre. E assim, nos dias posteriores à segunda ruptura da Atlântida, o benevolente governo monárquico foi substituído pelo sistema federativo de governo, semelhante ao seu sistema de governos estaduais, em que cada um governava uma das ilhas. Desenvolveu-se, então, um tipo de aristocracia que consistia de duas ideologias opostas. Seus dois componentes principais eram os da “Lei do Um”, sediados predominantemente na ilha de Poseida, e “Os Filhos de Belial”, sediados na ilha de Ayran. A Ilha de Ayran era a mais populosa e exercia influência e controle político sobre Og, Atalya e Eyre.

Na época da Atlântida, Poseida era o complexo de portal-vórtice mais potente do planeta. O agrupamento da ilha de Poseida abrigava o Templo da Cura, o Templo do Som, o Templo do Um, o Templo da Regeneração e o Templo do Conhecimento. Poseida abrigava a maioria dos centros mais importantes de ensinamento superior. Estes foram colocados em Poseida devido à sua localização privilegiada nas redes geodésicas e à sua proximidade com energias eletromagnéticas benéficas que subiam em espiral do centro da Terra. Uma fonte de cura incrivelmente potente fluía em Poseida, perto do Templo de Cura, e sua fama gerou o mito da "Fonte da Juventude" transmitido pelo povo nativo da Florida. Ela ainda corre para os oceanos perto de Bimini.

Os seres altos – a raça dourada de Atlântida, de origem pleiadiana – estavam centrados em Poseida e tinham, em média, 10 a 12 pés de altura. Formavam uma raça pacífica de gigantes, envolvida em atividades culturais, artísticas e educacionais, no coração da Atlântida. Poseida era também a sede e o núcleo da rede de energia cristalina e do sistema de túneis interdimensionais. Os cristais mais avançados, complexos e bonitos estavam lá. Eram de construção Arcturiana e Siriana, um amálgama vivo de muitas formas cristalinas permeadas com uma liga de platina e ouro. Os cristais eram guardados em Templos magníficos, alguns construídos de mármore, outros de placas cristalinas de beril, corundum e diamante. Poseida era também a capital da ilha, e era chamada A Cidade Esmeralda. Os atlantes tinham desenvolvido, com tecnologia arcturiana, a capacidade de criar cristais de todo tipo de estrutura e essência, num crescimento acelerado, nos leitos de cristal subterrâneos de Arkansas, Tibet e Brasil, todos sendo colônias atlantes, acessadas através do sistema de túneis interdimensionais.

Através de toda a Atlântida, cristais da rede de energia, chamados “posers”, eram triangulados e conectados através de uma haste de cobre-dourada sob uma abóbada esférica que podia ser angulada para receber ondas de energia estelar, solar e gravitacional especificas. Este era o sistema usado para fornecer energia aos lares, escritórios, meios de comunicação, teatros, fábricas, centros médicos, escolas e empresas. O sistema “poser” era recebido em cada estrutura através de unidades cristalinas receptoras de vários tamanhos. O sistema “poser” também era capaz de receber luz refratada específica e injetá-la no sistema de energia ley para ser usada no sistema de túneis interdimensionais, e inserir luz cristalina em correntes terrenas condutivas para elevar a frequência a um campo plasmático eletromagnético semiconsciente de energia benéfica, capaz de reter frequências espirituais.

Um grande satélite cristalino, conhecido como a segunda lua de Atlântida, flutuava no céu e recebia, amplificava e refletia energia refinada de volta para os cristais, com vários propósitos benéficos. Ele servia tanto aos “posers” quanto ao Cristal Mestre usado nos Templos. Campos de energia especializada eram projetados em plantações e em áreas de desenvolvimento de cristais, para amplificar e acelerar seu crescimento, assim como em universidades, hospitais, escolas, escritórios, fábricas e locais de trabalho, para criar uma sensação de bem-estar e ânimo nos trabalhadores e estudantes. Falaremos mais sobre esta “segunda lua” mais adiante.

Os Templos eram obras impressionantes de geometria sagrada e arquitetura deslumbrante. Muitos dos grandes templos eram cobertos por uma cúpula de luz cristalina amplificada projetada, semelhante a um campo de força brilhante. Estes eram de várias cores e brilhavam dia e noite. Eles variavam de acordo com o propósito do complexo do templo. Alguns templos projetavam cúpulas e campos de luz vibratória e frequências de som ressonante que ampliavam os sentidos e os chacras, outros amplificavam a capacidade da mente para receber ensinamentos, e outros possibilitavam consciência, comunicação e transporte multidimensionais. Além disto, durante a Idade de Ouro da Atlântida, a maioria das principais cidades tinha cúpulas cristalinas de campos de energia sobre elas.

Depois do segundo dilúvio, só a Capital Poseida tinha uma cúpula de energia cristalina completa, e era de um incrível verde esmeralda.

Antes do dilúvio de 17.500 AC, a maioria das principais cidades, incluindo Meruvia, Capital de Aryan, tinha uma cúpula de energia sobre o seu perímetro. A de Aryan era de um vermelho rubi suave.

Na Idade de Ouro da Atlântida, as Pirâmides eram de três ou quatro lados, dependendo da sua finalidade, e geralmente eram feitas de mármore, granito e cristais complexos. As pirâmides de três lados eram usadas como antenas para atrair e amplificar energias, que eram injetadas na rede de “posers” para fornecer energia às casas, fábricas e criar campos de energia para diversas utilidades. O satélite cristalino era usado para refletir as ondas de energia estelar angulada nessas redes trianguladas. Havia mais de 100 desses complexos de rede piramidal triangulada. Eles foram construídos em padrões triangulares concêntricos por todo o planeta. E estabeleciam uma malha hemisférica de energia cristalina e eletromagnética, dividindo as áreas da Atlântida, América, África, Europa Meridional e América do Sul em centros demográficos diferentes, para prover energia aos centros urbanos, e modular os padrões de tempo e as marés. As áreas da Mongólia e Tibet também faziam parte desse complexo, conectadas por túneis ley interdimensionais. Mas o maior agrupamento deles estava nas terras de Atlântida.

As pirâmides de quatro lados eram, basicamente, conjuntos de Templos construídos como octaedros completos e usados para cura, aprendizagem, regeneração e propósitos espirituais. Estes não eram triangulados, e eram geralmente localizados no alto de montanhas ou ao longo da costa para receberem tanto a energia telúrica quanto as celestiais. A terra sob o plano central era escavada de modo a permitir a construção da pirâmide inversa para formar o octaedro, conectando assim, energeticamente, o acima e o abaixo.

Os adeptos da “Lei do Um” de Poseida eram devotamente espiritualizados e buscavam a igualdade entre as pessoas e a unificação com a Unidade. Embora muita tecnologia e qualidade de vida tenham se perdido nas duas rupturas anteriores da Atlântida (a primeira em 58.000 AC, a segunda em 17.500 AC), a tecnologia ainda se mantinha num nível adiantado. Entretanto, a harmonia vivenciada na Era de Ouro da Atlântida teve uma queda acentuada depois que se desmembrou em ilhas, em 17.500 AC, pois as ilhas passaram a ser governadas por entidades separadas, que mantinham ideologias diferentes, no período inicial e caótico de reconstrução que se seguiu ao rompimento.



REVISITANDO A ATLÂNTIDA – O CAMPO CRISTALINO DE 10-10-10
Uma mensagem do Arcanjo Metatron canalizada por James Tyberonn *** 2ª parte ***


POSEIDA E OS ATLA-RA

Uma seita altamente disciplinada e evoluída de sacerdotes cientistas conservava o conhecimento técnico e a competência para gerenciar as redes de energia cristalina. A grande maioria dos Atla-Ra era da raça dourada alta, mas havia também alguns que pertenciam às raças bronze, branca, marrom lemuriano e cetácea. Naquele tempo ainda havia golfinhos que andavam em duas pernas, se comunicavam verbalmente e respiravam ar de modo semelhante aos seres humanos. A seita de sacerdotes cientistas era conhecida como a dos Atla-Ra. Os Atla-Ra ainda conservavam os padrões superiores de consciência e eram capazes de continuar vibrando em altas frequências de consciência, no nível de luz e energia da 12a dimensão e acima, mantendo-se muito puros e sintonizados com o verdadeiro conceito de “Unidade” de Deus/Criador. Eles mantinham contato telepático de dimensão superior com os irmãos espaciais das Plêiades, Arcturius, Andrômeda e Sírius.

Os Sacerdotes Atla-Ra eram muito venerados e estavam tradicionalmente separados, acima e isentos dos controles governamentais. Assim eles mantinham o conhecimento e o gerenciamento superior da tecnologia dos cristais nas mãos sábias e benevolentes da seita, embora houvesse alguns técnicos e engenheiros de cristal da população de Poseida que não faziam parte da ordem dos Atla-Ra. Entre os Sacerdotes Cientistas Atla-Ra havia homens e mulheres e eles eram capazes de grande longevidade, tanto através da regeneração do poder da mente quanto através da tecnologia do Templo do Rejuvenescimento. Muitos viviam numa mesma biologia por 6.000 anos, e outros por 12.000 anos! Desta forma, a tecnologia era preservada através dessa seita sagrada. Muitas almas brilhantes estão entre eles. As entidades que vocês conhecem por Galileu, Isaac Newton, Einstein, Tesla, Edison, Marcel Vogel, Ronna Herman e Da Vinci estavam entre os Atla-Ra. Tyberonn e Oneronn faziam parte desse grupo de sacerdotes cientistas, que tiveram vidas muito longas.

Muitos de vocês, principalmente os artistas, têm muitas lembranças da capital da Atlântida situada na região de Poseida. Ela era chamada de Cidade Esmeralda devido à cúpula de luz verde brilhante projetada sobre ela. Alguns dos seus artistas de fato fizeram interpretações dessa cidade que são bem precisas. Era uma maravilha de arquitetura, cultura e engenharia, de longe a mais linda metrópole que já existiu no seu planeta. Era de tirar o fôlego! Essa cidade, também chamada Poseida como o Estado, era composta de uma série de muros concêntricos e rodeada de canais de escoamento verde-mar. Era repleta de Templos, Universidades, Teatros e Museus, todos lindamente construídos. No topo de uma montanha, e no centro exato dela, situava-se o deslumbrante e majestoso Templo de Poseidon, que era visível de qualquer ponto da sagrada Cidade Esmeralda. No interior do Templo, havia uma estátua de ouro maciço do Deus do Mar dirigindo seis cavalos alados feitos de platina extraterrestre. A estátua era adornada com pedras preciosas de todas as cores e tipos. O Templo era octogonal e, ao longo de cada uma das 8 paredes, havia nichos com plataformas para cristais impressionantes, de 12 pés de altura, que brilhavam como diamantes transparentes. Poseida tinha sido a menos danificada entre as principais cidades da Atlântida, depois do seu desmembramento em ilhas, e ainda mantinha uma frequência muito elevada e ótima qualidade de vida.


ARYAN E O COMPLEXO INDUSTRIAL

Aryan era a maior e mais povoada das ilhas. Era o centro comercial e foi a que teve maior influência, do ponto de vista econômico, agrícola e militar. Depois do segundo dilúvio, Aryan ficou significativamente danificada e teve que passar por um período caótico de reconstrução da sua infraestrutura. Nesse processo, o Estado passou a ser controlado por uma raça “branca” elitista e rica, que adquiriu o controle da economia, poderes militares e o governo do estado-ilha, embora a maioria da população fosse da raça bronze ou vermelha. Em Aryan surgiu uma aristocracia corrupta, voltada para o poder, que procurava bloquear a “Lei do Um” e usar a tecnologia atlante para controlar o mundo, através da utilização da energia cristalina em armamentos, e do uso da genética para o desenvolvimento e conservação de uma raça de seres inferiores que servia como trabalhadores e soldados.

A engenharia genética tinha sua base em Merúvia, em Aryan. Originalmente ela havia sido usada para propósitos benéficos, para melhorar o veículo físico daqueles que tinham encarnado em corpos físicos que haviam sofrido mutações, tornando-se abominações meio homem, meio animal. O trabalho genético tinha sido realizado e desenvolvido em Aryan e era usado para remover apêndices como garras, penas e peles e escamas reptilianas. Isto era feito no Templo da Purificação, uma espécie de centro médico especializado. Mais uma vez enfatizamos que, durante a Era de Ouro de Atlântida, sua utilização tinha sido muito benéfica. Avanços genéticos tremendos foram feitos e se chegou a um grande entendimento de clonagem e da correção de limitações físicas visando o aperfeiçoamento, que era utilizado de forma responsável e ética.

No caos do período de reconstrução, a engenharia genética passou para o controle do grupo Belial, e então se degenerou, sendo utilizada de forma corrupta, voltada para a ganância e o poder. A engenharia genética começou a ser usada para fins obscuros, criando uma raça de trabalhadores escravos e homens animalizados híbridos. Assim como na Alemanha Nazista, isso foi apresentado às massas como o desenvolvimento de uma “raça pura”. De fato, muitos cientistas genéticos formam mantidos na ignorância sobre a finalidade das suas pesquisas e do desenvolvimento dos seus trabalhos, até que já era basicamente tarde demais para detê-lo. Muitos de vocês carregam até hoje uma grande culpa como resultado desse trabalho.





























LEI DO UM E FILHOS DE BELIAL

Esta utilização de classes servidoras geneticamente criadas levou à cisão entre a Lei do Um e os Filhos de Belial, sendo que este último grupo acabou ficando tão concentrado e endurecido nas ambições materiais da máquina industrial, que perdeu de vista as éticas espirituais que haviam prevalecido no continente da Atlântida durante a Era de Ouro. Foram criadas literalmente centenas de milhares de mutações híbridas para trabalharem nos campos, além de monstruosidades com mentes controladas para atenderem como autômatos os pedidos dos seus “mestres”. A sociedade agro-industrial de Aryan se tornou muito dependente deles. Almas eram aprisionadas em corpos clonados, chamados “coisas” e “os outros”, que passavam por lobotomias genéticas e tinham a sexualidade e a capacidade emocional anulada. Muitos dos que foram presos em corpos humanos monstruosos ou andróginos e sub-inteligentes ainda carregam a dor terrível de terem sido aprisionados em corpos físicos que não permitiam nenhum aprendizado adiantado, nenhum crescimento espiritual nem expressão emocional.

Durante vários milênios, as duas ideologias se mantiveram imobilizadas sobre esta questão, deixando as agências governamentais em um estado de delicado impasse. Os poseidanos tinham uma natureza muito mais culta e pacífica, para tentarem lutar contra os arianos. Então procuravam educá-los e influenciá-los espiritualmente para mudarem seu modo de ser. Os arianos, três vezes mais numerosos que os poseidanos, não ousavam atacar Poseida, pois temiam que o fornecimento de energia cristalina à


GUERRAS COLONIAIS

Nesse ínterim, foram deflagradas algumas guerras entre as forças armadas atlantes, controladas pelos arianos, à medida que as antigas colônias localizadas nas áreas mediterrâneas cortavam os laços tradicionais e desenvolviam seus próprios governos independentes. As colônias, particularmente as da Grécia e Turquia, tendo percebido a mudança da Atlântida utópica para o estado fascista-militar controlado por Aryan, procuravam se libertar. Embora os arianos tivessem vantagem militar, os estados do Mediterrâneo não sucumbiam, e guerras regionais coloniais violentas se seguiam, sem que nenhum dos lados fosse capaz de dominar o outro. Em Aryan, as facções insistiam cada vez para que a energia cristalina pudesse ser usada para derrubar os adversários, mas isto era terminantemente recusado pelos Atla-Ra e a população de Poseida que fazia parte da “Lei do Um”.

Os arianos fizeram várias tentativas fúteis de aterrorizar os poseidanos, e todas elas foram reprimidas. Os poseidanos respondiam cortando o fornecimento de energia e ignorando os arianos. Os arianos reagiam cortando o fornecimento de alimentos e de bens manufaturados. Isto resultou num grande impasse.



O CONGRESSO DE UNIFICAÇÃO ATLANTE

Então, através de um esquema enganoso disfarçado de plano para unificação, os arianos se aproximaram dos poseidanos com uma proposta de formação de um Congresso Nacional renovado para acabar com suas diferenças cada vez mais tensas e levar harmonia à Atlântida. Foram enviados representantes da Lei do Um e dos Filhos de Belial. O Congresso foi formalizado com uma quantidade igual de representantes das duas partes. Em pouco tempo sacramentou-se uma federação, com a promessa de maior harmonia. Durante muitas décadas parecia que a promessa de mudança e melhoria poderia surgir a partir do Congresso Nacional. Os poseidanos se animaram e muitos deles baixaram a guarda. Os Atla-Ra se mantinham desconfiados dos motivos, pressentindo a decepção.

Inicialmente, o Congresso Nacional realmente melhorou as relações e foram promulgadas muitas leis supérfluas e pouco importantes. Mas os pontos principais de divergência – a escravidão genética e a administração da energia cristalina – permaneciam sem solução.

No entanto, entre os Filhos de Belial havia surgido uma liderança de um carisma hipnótico que seduzia as massas da Atlântida, fazendo-as crer que eles eram a resposta para a volta da proeminência e abundância da perdida Era de Ouro. Os líderes desse grupo eram almas que vocês conhecem como Hitler e Himmler, justamente os supremos nazistas da sua Segunda Guerra Mundial. Grandes legiões militaristas foram formadas e cresceram em persuasão e poder político dissimulados. Os mutantes híbridos eram usados para aterrorizar aqueles que se opunham a eles em Aryan e Og. Isto foi tentado uma vez em Poseida, mas sem resultado.

O poderoso contingente ariano era mestre em manipulação e comunicação. Eles apresentavam argumentos muito bem planejados, que mascaravam suas verdadeiras intenções, e prometiam compromisso mútuo. Superficialmente, a propaganda parecia bem viável e convenceu muitas pessoas, incluindo os moderados e alguns da Lei do Um, da sua esperança por harmonia.

No que parecia ser uma grande oportunidade para a resolução, o grupo de Belial propôs uma lei pela qual a engenharia genética – até então controlada pelo estado de Aryan – passaria para o controle da federação e, em troca, o sistema cristalino “poser” passaria a ser controlado por uma Agência Governamental. Essa proposta foi submetida a uma enorme discussão e ao escrutínio nacional. Um voto foi definido, mas foi reprovado na votação do Congresso.



TRAIÇÃO:

Entretanto, um acordo convincente foi oferecido pela astuta liderança de Belial, através do qual a lei poderia ser aprovada desde que fosse nomeado um conselho de 5 poseidanos e 4 arianos para encabeçar uma nova Agência Governamental para o controle da Energia Cristalina federalizada. O fato de ser dado à Lei do Um uma maioria aparente no controle do Conselho, fez com que o plano parecesse muito promissor para a população de Poseida. A lei não permitia que nenhuma alteração fosse feita sem o consenso da maioria do Conselho, mas incluía a ressalva de que, embora os Atla-Ra se mantivessem em posições de comando departamental, eles não seriam mais isentos dos controles governamentais. Foi incluído um programa de treinamento que permitia que engenheiros das duas partes, que não pertencessem aos Atla-Ra, fossem treinados e lhes fosse ensinada a complexa engenharia.

Inicialmente, apesar da desconfiança dos Atla-Ra, o sistema parecia estar funcionando e promovendo mais harmonia. Entretanto, depois de dois anos, as guerras no Mediterrâneo voltaram a se manifestar mais intensamente que antes, e as colônias rebeldes pareciam estar ganhando vantagem. Isto criou uma pressão cada vez maior para a utilização dos raios cristalinos com propósitos de guerra, sob a justificativa de segurança nacional. Foi agendada uma reunião do Conselho Governante para discussão, debate e votação. A especulação sobre a questão da segurança nacional gerou um sentimento de patriotismo manipulado, que se espalhou por todo o país.

Então a fraude se efetivou. Para grande choque e inquietação dos poseidanos, um dos membros do Conselho, que fazia parte da Lei do Um, mudou de lado. Ele não pertencia aos Atla-Ra nem à raça Dourada. Havia se elevado politicamente como um líder carismático, um negociador confiável, que prometia fidelidade à Lei do Um e com isso ganhou sua total confiança. Ele foi seduzido pelos arianos e acabou sendo vítima de sua própria ambição.

Logo depois, ele sentiu um grande remorso e passou suas encarnações seguintes tentando reparar seu erro. Pois, na verdade, ele não havia previsto o final catastrófico e por isso se permitiu comprometer cegamente, sob promessas de poder e status.

Queridos, assim é a ilusão do poder. Percebam que, quando se adquire poder, aquilo que talvez pareça certo pode muitas vezes ser uma ilusão do ego. Todos os que estão no caminho da Maestria em algum momento deverão escolher entre poder e amor. Mesmo aquele que vocês chamam de Hitler pensou que a existência de uma única raça “Mestre” possibilitaria um futuro melhor para a Terra, pois se todas as almas reencarnassem numa única raça superior, isto reduziria as doenças e eliminaria os conflitos entre raças. Mesmo aquele que vocês chamam de Judas, na sua alegoria bíblica, pensou que se Jeshua ben Josef fosse preso, ele seria forçado a usar seus poderes divinos para revelar sua Maestria ao mundo! Realmente o paradoxo é que aquilo que vocês chamam de “Poder” muitas vezes é a polaridade oposta do amor. Percebem como ego e poder podem iludir?

Assim, através do controle governamental “legalizado”, o uso do complexo e redes de poder cristalino passou para o controle governamental dos Filhos de Belial e infelizmente isso não pode ser revertido.























A SEGUNDA LUA DE ATLÂNTIDA

O que era conhecido como “A Segunda Lua de Atlântida”, as redes cristalinas “poser” e os cristais de fogo, passaram para o controle governamental, e sua utilização foi sendo alterada, conforme os arianos aumentavam seu conhecimento do programa. No começo, os Atla-Ra foram capazes de adiar sua utilização, mas com o tempo foram vencidos.

Como já mencionamos antes, o que era chamado de Segunda Lua de Atlântida, na verdade era um imenso satélite cristalino, de construção arcturiana, que era controlado pelo Sacerdote Cientista da Lei do Um. O satélite cristalino era uma esfera enorme e não tripulada, um projeto brilhante de engenharia, com cerca de cinco milhas de diâmetro. Estava em uso desde a Era de Ouro da Atlântida, e servia a uma infinidade de propósitos benéficos. Ele amplificava e controlava os diversos raios cristalinos enviados pelos cristais do fogo, da cura e da energia. Era uma espécie de macrochip computadorizado que refratava, amplificava e refletia raios de energia poderosamente refinados, para utilização na agricultura, no controle do clima e das marés, nos templos de cura e regeneração, e no aprimorado sistema de energia ley gerado pelo sistema “poser” cristalino. Ele flutuava nos céus da Atlântida e parecia um “fruto” dourado da lua, e assim era conhecido como a segunda lua da Atlântida. Uma faixa de energia semelhante a um arco-íris caleidoscópico de plasma antigravidade rodopiava ao redor da esfera, e muitas vezes parecia o que vocês chamam de aurora boreal. A lua-satélite cristalina não girava em torno da Terra, mas se movia de acordo com o que era programada, mudando constantemente de localização, de modo a desempenhar suas inúmeras tarefas sobre a Atlântida, África e costa leste do Brasil.

Depois que o complexo da Grade Cristalina passou legalmente para o controle federalizado de Aryan, o grupo Belial integrou seus próprios técnicos ao grupo de engenheiros, substituindo rapidamente os chefes de departamentos-chave pelos seus. Os Atla-Ra tentaram bloquear a tentativa deles de reprogramar o satélite para utilização bélica, explicando-lhes que ao sobrecarregarem o satélite, se dissiparia o campo antigravitacional que o dirigia e poderia ocorrer uma colisão catastrófica. Os cientistas arianos não deram crédito ao aviso. Alguns dos Atla-Ra foram ameaçados e destituídos dos seus cargos; outros começaram a desaparecer misteriosamente. Muitos poseidanos se sentiram intimidados e impotentes quando o Conselho Governante permitiu que o satélite se tornasse uma “arma de defesa estratégica”, certo de que ele funcionaria como programado e que terminaria rapidamente com as rebeliões.

Os cientistas de Belial, com a aprovação do Conselho, re-programaram o sistema de bypass e começaram a enviar raios destrutivos de energia luminosa térmica, utilizados para provocar erupções vulcânicas e grandes terremotos contra as nações que se recusavam a se submeter às suas exigências. Eles eram dirigidos às regiões onde hoje se encontram a Grécia e a Turquia, e causaram grande devastação. Realmente isto deu aos fanáticos arianos a vantagem bélica que eles tão fervorosamente desejavam, e entusiasticamente aumentaram sua utilização, com o apoio da maioria do povo.



O COMEÇO DO FIM

A Lua de Cristal começou a se “sobrecarregar”, enfraquecendo o campo antigravitacional que a mantinha flutuando. Os Atla-Ra entenderam as implicações do que ocorreria em breve quando sua programação entrasse em colapso, mas seus pedidos ao conselho continuaram a ser ignorados.

Depois de vários meses de uso bélico prolongado, o satélite começou a se desviar e mudar de rumo, e começaram a ocorrer blecautes de energia. Foram feitas incansáveis tentativas de corrigi-lo, mas todas sem sucesso. Os Atla-Ra foram solicitados a ajudar na sua correção, mas a maioria se recusou. Alguns concordaram em tentar estabilizá-lo e prevenir o desastre iminente, mas todas as tentativas falharam. O conselho recusou a sugestão de incinerar o satélite, não acreditando que ele colidiria com a Terra, e menosprezando os efeitos do impacto, mesmo que isso acontecesse.

























MUDANÇA DOS CRISTAIS PARA OUTRAS LOCALIDADES

Tyberonn e Oberonn reuniram um grupo interno entre os Atla-Ra que permaneciam leais à Lei do Um e planejaram uma desconexão do circuito e a mudança imediata dos cristais de fogo e de energia para várias localidades “seguras”, antes da colisão iminente do satélite mestre. Isto foi feito com a tecnologia e assistência dos seres de Sírius B.

A mudança dos cristais preciosos era muito arriscada e exigia um planejamento cauteloso e grande sigilo. Tinha que ser feita antes da queda da “segunda lua” e sem o conhecimento do Conselho Governante.

Simultaneamente outros membros de confiança dos Atla-Ra trabalhavam arduamente para reunir, com segurança e o mais rápido possível, cristais com armazenamento de dados, crânios de cristal e registros históricos gravados, para serem transferidos ao Yucatan, Alexandria e Gisé. Isto foi realizado apenas parcialmente, pois muito não pode ser salvo.

A Atlântida possuía inúmeros cristais poderosos localizados por todas as cinco ilhas e ao longo de rotas de transmissão específicas do sistema de labirinto subterrâneo. Os Atla-Ra sabiam que, uma vez que a “placa-mãe” modulada do satélite-lua de cristal perdesse seu campo antigravitacional, ele despencaria e explodiria estrondosamente, e subsequentemente sua queda faria estragos nos cristais mais importantes e no sistema de energia “poser”, criando explosões secundárias catastróficas, equivalentes ás nucleares, horas ou dias após a colisão.

Os Atla-Ra e Sirianos queriam garantir que os cristais mestres não seriam destruídos ou usados posteriormente para propósitos negativos, e que se manteriam em segurança até que a humanidade pudesse utilizá-los para a finalidade a que se destinavam. Eles entendiam que a energia requerida para transportá-los se perderia depois da colisão, e que era necessário agir rápida e diligentemente

Sete dos enormes cristais principais e dois cristais arcturianos um pouco menores, mas incrivelmente potentes, foram transferidos através do monumental sistema de transportes do sistema de túneis subterrâneos, com a ajuda de Sirius B. Três dos imensos cristais principais foram transferidos para os campos de cristal atlantes de Arkansas, dois para as minas subterrâneas de cristais do Brasil, nas regiões de Bahia e Minas Gerais, um para a fenda subterrânea sob o Monte Shasta, e o grande cristal de fogo foi colocado numa fenda subterrânea sob Bimini Bank, no Mar Sargasso. Os dois cristais arcturianos sagrados foram transferidos para a fenda sob a região de Tiahuanaco, Bolívia, perto do Lago Titicaca.

Todos os nove foram cerrados dimensionalmente, sendo essencialmente desativados e colocados em repouso energético através da tecnologia dos Sirianos. Dezenas de outros Cristais Mestres foram perdidos.

O resto é história, como vocês dizem, uma história pungente que se perdeu na sua perspectiva atual. E o paradoxo da história esquecida é que ela contém a mais rica das lições!

Realmente, depois de alguns meses sendo utilizado para a tecnologia do “raio térmico da morte”, o grande satélite de cristal se sobrecarregou, seu amortecedor antigravidade se enfraqueceu e ele despencou com a velocidade acelerada de um cometa imenso, colidindo com a Terra numa explosão horrível que devastou a maior parte de OG e enfraqueceu seriamente a estabilidade tectônica da placa atlante, vaporizando enormes sessões do substrato. O grande satélite de cristal se estilhaçou em bilhões de cacos de cristal, que hoje preenche as profundezas do Atlântico. Nuvens maciças de poeira e fumaça irromperam, escondendo o sol. Grandes terremotos e tsunamis devastaram a ilha e enviaram ondas sobre dois terços de Aryan. Em poucos minutos, as estações de energia restantes explodiram com a força de bombas nucleares. Os restos da explosão de uma dessas estações de energia podem ser vistos hoje em dia numa área do Nordeste do Brasil, chamada “Sete Cidades” [no Estado do Piauí]

A Atlântida, a costa leste do Brasil e a costa oeste da África foram devastadas por terremotos subsequentes. O pânico e a devastação continuaram por três semanas, enquanto as áreas secas restantes se sacudiam e as massas de terra desmoronavam para dentro do oceano. No começo, a ponte de terra que ligava Poseida e Og ao Yucatan permaneceu acima da água, e foi literalmente tomada por centenas de milhares de atlantes tentando freneticamente escapar, num êxodo cheio de tremendo pânico. Todo tipo de embarcação marítima estava lotado de sobreviventes aterrorizados.

E então, num último suspiro, as terras restantes desmoronaram, caindo no mar. O deslocamento dos mares, que ficou conhecido como a grande inundação, provocou tsunamis imensos que transbordaram sobre a América do Sul, África e Europa.

Esta é uma cena que durante muitas e muitas encarnações atormentou e obscureceu a memória de muitos de vocês, que realmente fizeram parte disso. Queridos, está na hora de liberar tudo isso.

INTENÇÃO E BEM MAIOR

Muitos de vocês acreditam que tudo acontece como deveria acontecer, como foi “destinado” a ser. Queridos, este nem sempre é o caso. As coisas acontecem como acontecem, como um conjunto de vários potenciais. E realmente, de uma perspectiva mais elevada, os eventos acontecem de acordo com a “intenção” de que aconteçam; e nós enfatizamos a palavra “intenção”. Vocês são os criadores do seu horizonte de eventos. Mas, Queridos, os eventos não acontecem como bem maior até que vocês criem o bem maior. A Queda da Atlântida não foi o bem maior, e não o será enquanto vocês não a recriarem como tal.

Se tudo acontecesse para o bem maior, vocês não reencarnariam. Na escola dramática da realidade “holográfica”, vocês passarão por ciclos e ciclos até aprenderem isto. Entendem, Queridos?

Tempo e probabilidade são lindos paradoxos ilusórios… e é por isto que lhes dizemos que a Idade de Ouro da Atlântida na verdade é um horizonte de eventos do seu futuro, que vocês puxaram para o seu passado “aparente”!





OS CRISTAIS DE ARKANSAS


Então, vamos avançar 12.500 anos e observar o papel da colônia atlante que agora vocês chamam de Arkansas.

Arkansas foi escolhida especificamente para abrigar três importantes mega-cristais por diversas razões.

1. Já estava sendo utilizada como área de mineração e extração de cristais. Como resultado, já se havia estabelecido um dos principais túneis interdimensionais de Poseida, e complexos de transportes estavam à disposição para transportar os cristais para essa área. Os atlantes tinham desenvolvido técnicas que permitiam o crescimento acelerado de cristais e havia cavernas pré-existentes tão profundas que estavam fora do alcance das mineradoras.

2. Era pré-entendido que o vórtice localizado na área de Arkansas desempenharia um papel importante na Ascensão planetária em 2012. A geologia exclusiva de Arkansas, composta de quartzo, diamantes, magnetita, ferro, calcário e cavernas imensas, fazia dela uma incubadora perfeita para a criação de cristais. Cristais vinham sendo produzidos em Arkansas desde milhares de anos antes do dilúvio.

3. A presença de metais magnéticos nas jazidas de cristal era uma facilidade pré-existente para a colocação dos cristais atlantes num estado de repouso.

4. No subsolo de Arkansas existe uma colônia de LeMurianos de pele azul, bem como uma base subterrânea de sirianos. Ambas concordarem em ser zeladores dos cristais adormecidos.

Os três cristais situados em Arkansas estão pré-programados em uma rede que os conecta axiotonalmente com os outros cinco enormes cristais mestres localizados no Brasil, em Shasta e em Bimini, e com dois belíssimos cristais de sabedoria localizados sob o Lago Titicada. Estes são Cristais especializados em Cura, Sabedoria, Energia e Transporte, que eram usados no Templo da Cura, no Templo do Som e da Luz, no Templo do Conhecimento, no Templo do Um, no Templo de Toth, no Templo Rubi do Fogo e no Templo da Regeneração.

Os cristais foram colocados especificamente em áreas de suprema importância para a Nova Terra que emergiria na Ascensão de 2012 – áreas que eram facilmente acessadas através do sistema atlante interdimensional de túneis e que emergiriam como pontos de mega vórtice do infinito no seu tempo atual. O Cristal Esmeralda do Feminino Divino age como o gatilho que dispara a reação de todos outros Templos de Cristal.

Tudo isso já está definido, localizado e estabelecido, com as seguintes datas de ativação:

Arkansas:
1. Cristal Azul do Conhecimento 8-8-8
2. Cristal Esmeralda da Cura 9-9-9
3. Cristal Platina da Comunicação 11-11-11

Bimini Bank:
1. Cristal Rubi de Fogo da Energia 12-12-12

Brasil:
1. Cristal Dourado da Cura e Regeneração 9-9-9
2. Cristal Violeta do Som 10-10-10

Monte Shasta
1. Cristal de Interface Multidimensional 9-9-9

Tiahuanaco - Lago Titicaca, Bolivia:

1. Cristal de Luz do Sol-Lua 9-9-9
2. Cristal Sagrado de Thoth 12-12-12

Assim, nós lhes lembramos que, em 2008, o Cristal Azul da Sabedoria e do Conhecimento retomou sua função; em 9-9-9, o Cristal Esmeralda, o Cristal Dourado e o Cristal Om despertaram para projeção ativa. O Cristal Esmeralda do Feminino Divino assumiu o papel de desencadeador do funcionamento de todos os Cristais Mestres.

Então estejam cientes de que em 10-10-10 – dia 10 de outubro de 2010 – a Grade Cristalina 144 será acionada em 84% de atividade e, por sua vez, ativará e mais tarde desencadeará o programa de sequência de tempo para os Cristais Mestres restantes. Cada um se abrirá nos portais de data tripla.

Cada um estará ligado à ativação das duas facetas de 12 lados restantes da Grade 144, o pentadodecaedro duplo. As 10 primeiras dessas 12 facetas da Grade estarão em pleno funcionamento em 10-10-10.



LIGANDO E REPROGRAMANDO

Inicialmente, o efeito desses cristais será muito sutil, mas essa força sutil será imediatamente percebida pelas pessoas sensíveis. O efeito será uma sensação maior de bem-estar, especialmente nos vórtices de Arkansas, Lago Titicaca e Brasil. A todos que visitarem essas áreas vórtices dos cristais, tanto na fase física quanto na etérica, será oferecida a oportunidade de capacitação com o conhecimento e a potência dos seus códigos cristalinos. Mas saibam que é preciso ter um coeficiente de luz suficiente para absorver a frequência Mer-Kâ-Nica.

A primeira fase representa sabedoria, e a segunda fase será a cura etérica da Atlântida e o elo de ligação com a nova Idade de Ouro da humanidade.

Um losango dourado se formará entre o Brasil, Lago Titicaca, Arkansas e Monte Shasta e, em 2020, isto se transformará numa estrela de cinco pontas, que formará uma grande malha com todos os pontos de infinidade do planeta.

O despertar dos cristais, começando em Arkansas, abrirá a porta para a dimensão receptiva que marca o retorno dos irmãos estelares. Retorno é um termo impróprio, pois, na verdade, eles nunca se foram. O que aconteceu foi que a humanidade perdeu a capacidade de percebê-los.



ENCERRANDO:

Os Cristais Atlantes abrem a porta etérica, os portais dimensionais que permitirão que a humanidade, cuja vida é baseada no carbono, se conecte com os seres de vida bioplasmática. Mestres, vocês devem compreender que existem simultaneamente em ambos, dentro da multidimensionalidade paralela. Na verdade, vocês são os sirianos, vocês são os pleiadianos, vocês são os arcturianos, e muito mais! Vocês são todas as centelhas multidimensionais do Deus Criador Mestre! É verdade! Mais tarde o portal vai se abrir no vórtice cristalino de Arkansas, em 2010, e aqueles de vocês que se conectarem com os Cristais Mestres, com o tempo serão capazes de experienciar sua própria multidimensionalidade, com muita alegria, com muita facilidade, à medida que desenvolverem o coeficiente de luz e a impecabilidade para isso.

Queridos, na energia do Vórtice de Arkansas, se encontra uma energia cristalina que nenhum de vocês experienciou desde a Idade de Ouro de Atlântida, há 20.000 anos atrás. Na frequência cristalina quântica, vocês podem curar o que deve ser curado, abrir o que deve se expandir, e oferecer um alinhamento extraordinário com um conhecimento que lhes trará um incrível êxtase. Nesta energia que desperta, vocês serão capazes de conectar com uma força cristalina viva que os ajudará na expansão da sua Mer-Ka-Na para a divindade multidimensional. Para o Eu Divino! É verdade, Queridos, e esse momento é AGORA.

Mestres, é o fim do começo! O sonhador desperta!

Eu sou Metatron e vocês são carinhosamente Amados.

… E assim é.



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Fonte: www.Earth-Keeper.com
Tradução de Vera Corrêa veracorrea46@ig.com.br
http://www.luzdegaia.org/metatron/tyberonn/revisitando_atlantida.htm
Portal dos Anjos e das Estrelas de Avalon

Por: Lisa Teixeira
Janeiro / 2010