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Meu propósito para com este blog, está em coletar e difundir importantes mensagens voltadas para o autoconhecimento, percepções metafísicas, espirituais e poéticas, respeitando e identificando sempre os autores e fontes das mesmas.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

OS VALORES DO CÓDIGO DA TÁVOLA REDONDA



































Desde quando eu era ainda uma menina foi marcante para mim ouvir histórias de cavaleiros que tinham a missão de salvar suas princesas de dragões, bruxas ou outros perigos eminentes, época em que os contos medievais com seus castelos, reis e rainhas, bravos guerreiros a desfilar em cavalarias com suas espadas reluzentes, dançavam em minha mente de uma forma mágica e envolvente formando símbolos místicos caracterizados pela busca de conhecimento, de novos limites, até mesmo territoriais.
Lembro-me que meus pais passavam-me valores morais e religiosos que eram muito fortes para a época e importantes para a minha conduta futura, porém, sempre tive meu próprio modo de pensar e questionava vez por outra esses padrões de conduta, principalmente os religiosamente impostos e que não faziam sentido pra mim.
E de lá para cá, esses contos, lendas ou não, vem exercendo um certo fascínio sobre mim, e fui formando histórica e literariamente um embasamento para criar minhas próprias crenças e padrões, histórias talvez frutos da minha imaginação e/ou lembranças de vidas anteriores muito fortes e que me fazem viajar pelo tempo.
Dentre todas as histórias que ouvi, a que mais se aproximou dos meus sonhos e devaneios foi a lenda da corte do Rei Arthur e seus cavaleiros.
Como em todos os meus fatos passados, não se pode distinguir mais o que foi real do que é fruto da minha imaginação literária, mas pra mim o que importa mesmo são os valores transmitidos e que servem de estímulo às minhas ações atuais.
Valores esses... passados por meus pais, os mesmos que encontrei nos códigos e princípios explicitados na lenda do rei Arthur e seus cavaleiros. É o passado possibilitando a concretização desses valores no presente que eu mesma criei.

OS VALORES DO CÓDIGO DA TÁVOLA REDONDA SÃO:

1 - Buscar a perfeição humana * AMIZADE
2 - Retidão nas ações * HONESTIDADE
3 - Respeito aos semelhantes * RESPEITO
4 - Amor pelos familiares * AMOR
5 - Piedade com os enfermos * SOLIDARIEDADE
6 - Doçura com as crianças e mulheres * PACIÊNCIA
7 - Ser justo e valente na guerra e leal na paz * ESPERANÇA

E por mais uma vez, fui fazendo minhas pesquisas pela net...talvez para encontrar conteúdos mais palpáveis que pudessem transmitir toda a magia desta lenda enigmática que está tão intimamente e misteriosamente inserida em mim, para que juntos possamos viajar até os confins dos tempos.

OS CAVALEIROS DA TÁVOLA REDONDA

Os Cavaleiros da Távola Redonda formavam um grupo fechado de jovens corajosos ligados por um código comum e tendo como objetivo a Busca do Graal, além da defesa dos fracos e oprimidos e a busca da justiça. Eles não foram os primeiros, na história da Humanidade, a sair em busca do Santo Graal (cálice santo, contendo a gota do sangue de Cristo, retirada por José de Arimatéia, e que tinha em si o prodígio da sabedoria, do conhecimento dos mistérios). Essa busca remonta aos antigos habitantes da Europa, os Celtas, que, através de seus druidas, procuravam a Cornucópia, que continha a riqueza da vida.


A Távola Redonda também, segundo alguns pesquisadores representa o símbolo cósmico do todo, com o Graal em seu centro místico e os doze leais cavaleiros representando os signos do zodíaco.

Em 1976, a távola redonda foi alvo de uma extensiva investigação científica, até então a távola teria sido datada pelo carbono 14 como existente desde 1463 e provavelmente pintada pelo rei Henrique VIII em 1522.

Agora, com a tecnologia mais avançada, o método do radiocarbono (carbono 14), e o estudo da carpintaria prática mais especializada foi revelado que a távola redonda foi construída em 1270, no início do reinado do rei Edward.

Sabe-se que o rei Edward tinha grande interesse pelas histórias arturianas e teria ido a Glastonbury junto com sua consorte Lady Eleanor para celebrarem a Páscoa e ir também na abadia, onde ordenou que abrissem o túmulo de Arthur.



A Távola Redonda sabe-se, que provavelmente fora usada em muitos torneios que o rei Edward gostava de realizar.

As lendas arturianas adaptavam-se bem aos ideais das cruzadas e da cavalaria que despontaram nos séc. XI, XII e XIII. Os cavaleiros de Artur serviam de modelo a todos os guerreiros como cruzados triunfantes em busca do Santo Graal, o cálice utilizado por Jesus Cristo na última ceia.


Mas a crença de que o rei não morreu e regressará com os seus cavaleiros, a fim de retomar a luta contra os males do mundo continua viva...

Awen!
Mistérios Antigos
www.misteriosantigos.com


Por: Lisa Teixeira
Fevereiro / 2010

2 comentários:

  1. oi lisa adorei! paulo soares (shtyle)

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  2. Precisamos com urgência destes valores nossa sociedade entrou em colapso, precisamos começar de algum lugar, este código.

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