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Seja Bem Vindo (a)

Meu propósito para com este blog, está em coletar e difundir importantes mensagens voltadas para o autoconhecimento, percepções metafísicas, espirituais e poéticas, respeitando e identificando sempre os autores e fontes das mesmas.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Para breve, máquina de ler pensamentos












Ser capaz de ler os pensamentos de alguém é uma ideia que faz oscilar entre a curiosidade e o medo. Um grupo de cientistas norte-americanos deu mais um passo neste sentido e conseguiu identificar as palavras em que algumas pessoas estavam a pensar. O objectivo era ajudar os doentes impedidos de comunicar a expressar-se.
O estudo (ver PDF, em inglês), desenvolvido pela Universidade de Berkeley, na Califórnia, acaba de ser publicado na revista científica PLoS Biology e explica que os investigadores conseguiram reconstruir algumas palavras em que os participantes estavam a pensar, a partir das ondas cerebrais emitidas.
A equipa conseguiu decifrar a actividade eléctrica de uma zona do cérebro associada à audição humana e à linguagem que se chama circunvolução temporal superior (STG, na sigla em inglês). Ao analisarem os padrões de actividade da STG os investigadores conseguiram reconstruir algumas das palavras que os participantes estavam a ouvir numa conversa normal.

“Esta investigação baseia-se nos sons que uma pessoa ouve realmente”, esclareceu o autor principal, Brian N. Pasley, investigador da Universidade de Berkeley. Pasley clarificou que o objectivo principal do estudo foi explorar como funciona o cérebro humano, sobretudo em termos de codificação da fala, para determinar que aspectos da linguagem são mais importantes para a compreensão. “Em algum momento, o cérebro tem de extrair a informação auditiva e mapeá-la numa palavra, já que podemos entender a linguagem e as palavras, independentemente de como soam”, acrescentou.

Segundo o investigador, “existem provas de que a percepção e a imaginação podem ser muito semelhantes no cérebro”, pelo que se o doente entende a relação entre o som e o que chega ao cérebro é, pois, possível “sintetizar o som real em que a pessoa está a pensar ou simplesmente escrever as palavras com algum tipo de dispositivo que sirva de interface”.

As palavras foram reconstruídas com a ajuda de um modelo computorizado baseado em algoritmos e deram continuação a um estudo publicado no ano passado, no qual os participantes que tinham eléctrodos colocados directamente no cérebro foram capazes de mover o cursor do rato num computador pensando apenas em sons de vogais. Para a investigação agora publicada o grupo recorreu a ressonâncias magnéticas funcionais, um exame médico capaz de mostrar o fluxo sanguíneo no cérebro e centrou-se na STG pela sua grande importância tanto na recepção como na elaboração de linguagem.
A equipa monitorizou as ondas da actividade cerebral de 15 doentes submetidos a cirurgias para a epilepsia ou para remoção de tumores, ao mesmo tempo que passava uma gravação áudio com vários intervenientes a dizerem frases ou simples palavras. Com a ajuda de um modelo computorizado a equipa conseguiu perceber que zonas do cérebro eram activadas em cada momento e com que intensidade. De seguida foram ditas várias palavras aos doentes que tinham de escolher algumas em que deveriam pensar e os investigadores foram capazes de descobrir quais. E foram ainda mais longe: conseguiram mesmo reconstruir algumas palavras, transformando as ondas cerebrais em som.
“Este estudo é muito importante para os doentes que têm danos nos mecanismos da fala na sequência de um acidente cerebrovascular” ou de outras doenças, exemplificou, por seu lado, Robert Knight, outro dos autores do estudo e professor de Psicologia e Neurociências na mesma universidade. Knight salientou, também, que este trabalho traz desenvolvimentos tanto ao nível do conhecimento de como funciona o cérebro como eventuais futuros benefícios para pessoas com perturbações no discurso.
Os autores acreditam que, no futuro, este tipo de técnica pode ser disseminada nos hospitais para facilitar a comunicação com doentes cujas capacidades de comunicação estão limitadas. No entanto, alertam que a investigação ainda está numa fase muito prematura e que são necessários muitos mais estudos e melhorias até se chegar a uma técnica que possa ser implementada na realidade.

Fonte: Público
Algo a fazer lembrar o Relatório Minoritário, obra homónima de Philip K. Dick.
Outras leituras: http://www.plosbiology.org/home.action

via: http://kafekultura.blogspot.com



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Lisa Teixeira
http://muraldecristal.blogspot.com
Fevereiro / 2012

Vulcão entra em erupção no Equador com tremores intensos


















O vulcão Tungurahua, localizados nos Andes equatorianos, se reativou neste sábado com tremores "de alta intensidade", explosões, estrondos e a emissão de cascalho nas aldeias próximas, informou o Instituto Geofísico da Escola Politécnica Nacional em comunicado. O Tungurahua, de 5.016 m de altitude e situado a cerca de 130 kms ao sul de Quito, mantém seu atual processo eruptivo desde 1999, tempo em que intercalou períodos de grande atividade e lapsos de relativa calma.

O Instituto Geofísico informou que desde as 4h40 (7h40 no horário de Brasília) deste sábado começou a registrar "um sinal sísmico constante de tremor" e pouco mais de uma hora depois houve uma explosão "de intensidade moderada", que gerou um ruído forte durante cinco minutos, escutado a 14 km do vulcão.

Em Baños, maior cidade da região, com cerca de 20 mil habitantes, foram sentidos ruídos leves e houve queda de cascalhos e cinzas. Segundo o instituto, "a atividade sísmica do vulcão continua, e se caracteriza por um sinal de tremor de alta energia".

Apesar de a cratera estar coberta de nuvens, os especialistas detectaram a existência de uma coluna de emissão de cinzas em direção ao noroeste. As autoridades ainda não anunciaram nenhuma medida em resposta à reativação do vulcão.

Sua última grande atividade ocorreu no final de 2011, quando o governo ativou o alerta laranja, o segundo mais intenso, iniciou os planos de contingência e abriu refúgios para a população, embora não tenha emitido ordens de evacuação.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5594590-EI8140,00-Vulcao+entra+em+erupcao+no+Equador+com+tremores+intensos.html

via: http://issoeofim.blogspot.com



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Lisa Teixeira
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Fevereiro / 2012

Fenômeno UFO - Entrevista com Cassyah Faria

Entrevista com a Hipnoterapeuta Cassyah Faria realizada no dia 28/01/2012 no programa apresentado por Luis Ricardo Geddo pela Rádio Boa Nova. www.hipnoterapi...

www.hipnoterapia-online.com - contato: contato@hipnoterapia-online.com





Fonte: http://conscienciadeuniao.ning.com




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Lisa Teixeira
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Fevereiro / 2012

A imprescindível experiência do deserto


Muitos se dizem além do Ego, quando não estão senão ao seu lado.

Cada um sabe em que momento o numinoso o tocou, o questionou, o inquietou, para convidá-lo a se tornar um ser autêntico.

Nós sempre desejamos que nossos filhos sejam melhores do que nós fomos. É o que os pais geralmente dizem. Eles dizem. Mas, nem sempre dizem de todo coração. Porque se um filho se torna mais rico ou mais feliz, ele lhes escapa, sai da família. E, inconscientemente eles seguram seus filhos no mesmo estado social em que eles pararam e no mesmo estado de dificuldade afetiva em que eles pararam.

Afirmar-se diferente não quer dizer afirmar-se contra, mas afirmar-se no que temos de próprio, na missão particular que nos foi dada para servir à todos.

Muitos de nossos contemporâneos passam por uma castração voluntária, isto é, renunciam ao seu poder, à sua originalidade, à sua criatividade, à sua independência, pelo medo de rejeição, pelo medo do exílio. Eles adotam a impotência e o conformismo devido à ameaça eficaz e terrível do ostracismo.

Quantos pássaros tiveram suas asas aparadas ou cortadas para que ficassem felizes e confortáveis em suas gaiolas douradas?

Em teu ser que passa, lembra do Ser que É... Ir até o centro inacessível de sua origem.

Na experiência do deserto de nossas vidas, os mapas de estradas não são mais úteis. Nós não temos necessidade de mapas... Neste momento, temos que fazer uso de nossa bússola, isto é, do nosso coração. Um coração que busca o Ser... Não é suficiente ter uma bússola, é necessário saber interpretá-la... É simplesmente um olhar interior. Não se vê nada, não se sabe de mais nada e, no entanto, segue-se. Os que fizeram esta experiência de caminhar no deserto compreendem do que se trata. Porque com os nossos olhos não vemos nada e, no entanto, a bússola indica a direção... Ele faz a experiência de que era mortal, de que não tem mais nada a perder, que não há mais razão de ter medo, pois existe dentro dele, Algo que nada, nem ninguém pode destruir.

Jean-Yves Leloup
Caminhos da Realização - Dos medos do eu ao mergulho no Ser - Editora Vozes



Fonte: http://confrariadosdespertos.blogspot.com





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Lisa Teixeira
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Fevereiro / 2012