Meu propósito para com este blog, está em coletar e difundir importantes mensagens voltadas para o autoconhecimento, percepções metafísicas, espirituais e poéticas, respeitando e identificando sempre os autores e fontes das mesmas.
* Há duas versões da lenda para a transformação de Arthur em Rei, são elas:
A VERSÃO DE EXCALIBUR
Conta essa versão que Uther Pendragon estava sendo perseguido por inimigos que lhe armaram uma emboscada e antes de morrer fincou a sua espada mágica numa pedra e disse que o próximo rei seria quem a retirasse desta pedra. Para satisfazer suas vontades de se transformarem em rei, todos os grandes guerreiros tentaram, e passaram a organizar torneios anuais onde o vencedor receberia a chance de tentar retirar a espada mágica da rocha. Arthur, nessa época, era criado por Ectório e era o seu filho mais novo (de criação) e ele, como acontecia na era medieval, era o Pajem de seu irmão mais velho Cai. Numa dessas batalhas Arthur perdeu a espada de Cai e quando viu a espada encravada na rocha retirou-a e levou-a a seu pai. Neste momento alguns se ajoelharam e um outro senhor, Ban da Bretanha, jurou Guerra ao bastardo. Começada a guerra, Arthur imobilizou Ban e pediu para Ban jurar fidelidade a ele. Ban disse que não juraria fidelidade a um rei que não tivesse ainda se tornado um cavalheiro de verdade. E Arthur, sem pestanejar disse: "Estás certo meu senhor, faça-me então cavalheiro e jure fidelidade ao seu rei." Diante disso, Ban não acreditando na coragem do jovem, tomou a Excalibur em suas mãos e fê-lo cavalheiro jurando-lhe fidelidade diante de todos os seus soldados. Assim, Arthur foi feito rei de toda a grande Bretanha.
A VERSÃO DAS BRUMAS:
Igraine foi forçada por Viviane a se deitar com Uther para que ele lhe fizesse um filho. Depois disso, Arthur foi dado a Ectório para ser criado como um bastardo, visto que ele fora feito enquanto Igraine ainda era mulher de Gorlois da Cornualha, e isso não seria aceito por seus súditos. Quando Uther morreu, Arthur foi levado para Avalon para ser coroado de acordo com as celebrações do Gamo-Rei, e depois do ritual ele teve que se deitar com a Deusa incorporando o gamo, para com isso finalizar a sua coroação. Após a coroação, Arthur recebeu a espada mágica excalibur que tinha uma bainha confeccionada pelas mãos das sacerdotisas de Avalon, e seus símbolos significavam as mágicas que ela continha. Para a confecção dessa bainha, a sacerdotisa dava também seu sangue para a magia, e dentre outras mágicas, a bainha continha a proteção contra ferimentos e desmaios. Com essa espada e a bandeira do pendragon mantida como a bandeira do reino, Arthur conseguia que os povos antigos fossem seus aliados para o resto da sua vida. E não feria as tradições da Igreja Católica, uma outra forte aliada. Nesta cerimônia, Arthur jurou fidelidade aos preceitos da Antiga Religião.
Os Personagens da Lenda:
REI ARTHUR
Arthur, o rei, é a personagem principal desta lenda. Ele foi coroado aos 15 anos, após a cerimônia do Gamo Rei, onde ganhou a Excalibur (sua espada mágica). Existem duas versões para esta história, que serão contadas mais adiante. Ele teve uma irmã (Morgana) e um irmão de criação (Cai), sua mãe (Igraine) era filha da Senhora de Avalon e irmã de Viviane (Sacerdotisa atual de Avalon na saga). O Mago Merlim é pai da mãe de Arthur, seu avô de direito. Arthur não teve filhos de seu conhecimento, mas ele foi pai em conjunto com Morgana no ritual do Gamo Rei. Morgana nunca contou ao seu irmão sobre o acontecido, visto que nesse ritual os corpos eram doados aos deuses para a unificação do ritual que será explicado na história do "Gamo Rei". Arthur criou a Távola Redonda, onde todos os seus cavaleiros se sentavam à uma mesa redonda de acordo que não houvesse ponta nem cabeceiras, reafirmando que todos eram iguais perante ao rei e perante ao Cristo. Arthur traiu o povo das fadas (seus familiares por parte de mãe) ao negar a bandeira do Pendragon e instituir em Camelot a bandeira com a cruz do Cristo e a Virgem Maria. Essa bandeira foi confeccionada por Guinevere, sua esposa e rainha de Camelot. Arthur, após a mudança do reino de Tintagel para Camelot, começou a dar ouvidos a sua esposa e fazer tudo o que ela queria, com isso negou aos seus ancestrais, traiu o povo de Avalon e instituiu uma religião una em toda a Bretanha, o Cristianismo.
A RAINHA GUINEVERE:
Guinevere (ou Gwen) ainda era uma moça quando se casou. Ela foi aceita pelo rei que nem mesmo a conhecia; mais por causa do seu dote do que por qualquer outra coisa. Gwen trazia consigo 100 cavalos de guerra pesados e 100 soldados para montá-los. Arthur ao vê-la encantou-se, mas o coração de Gwen já era de Lancelot do Lago, o chefe da cavalaria de Arthur. Gwen teve dias felizes em Camelot e em Tintagel, mas o seu amor proibido fazia com que uma angústia enorme acompanhasse a Rainha da Bretanha. Gwen não era tão boazinha quanto parece: ela tornou-se uma mulher fria, calculista e vingativa; deu forças para que Morgana se casasse com um velho rei e fez com que Lancelot tomasse ódio de Morgana. Guinevere tinha muitos ciúmes de Morgana; a rainha era também muito católica e fez com que Arthur trocasse a bandeira do Pendragon pela cruz do Cristianismo e com isso criou o início da decadência do reinado do seu marido. Guinevere também mantinha encontros furtivos com seu verdadeiro amor, Lancelot. A figura da rainha é retratada como a mulher que se impõe num regime onde ela não tem vez. Guinevere e Morgana formam a espinha dorsal da trama e desencadeiam todas as histórias que acontecem dentro do reino. Guinevere é exilada mais tarde por Arthur devido a sua vida "indigna" com Lancelot.
O MAGO MERLIM
Merlim era um título dado ao sacerdote mais graduado na religião antiga. O Merlim era como se fosse o representante masculino da Deusa. Ele, juntamente com a Sacerdotisa de Avalon, formavam o elo entre a magia e os humanos. O Merlim, no início da lenda, é o Taliesin (aquele velho de barba branca, como ficou imortalizado na mente das pessoas) que teve duas filhas importantes no enredo da lenda: Igraine (a mãe de Arthur) e Niniane (a Sacerdotisa de Avalon que substituiu Viviane). Taliesin foi também o articulador e conselheiro do reino de Ambrósio e Uther Pendragon. Já no reino de Arthur ele participou do início mas pela sua idade foi substituído por Kevin, o Bardo. Kevin era um homem com problemas físicos, foi surrado por um cavaleiro na sua infância e com isso tem problemas para se locomover, ficando corcunda e manco, e mesmo os problemas nas mãos não o impediram de fazer valer o seu maior dom: a Harpa. A bela voz também o acompanhava, Kevin era o melhor harpista de todo o reino de Camelot e empunhava a sua amada (a sua harpa) de uma forma peculiar, pois não tinha forças para erguê-la e por isso abaixava-se junto ao instrumento como que reverenciando-o por todos os belos sons que ele emitia. Kevin era calmo e muito lúcido, e por vezes se mostrou até pouco radical quanto à sua religião para não ferir os propósitos maiores que era manter a religião pagã viva e não torná-la a mais importante da Bretanha. Nesse período, os antigos já tinham a certeza de que a sua religião não era mais a dominante na região, mas que apenas continuaria viva e deveria se respeitada assim como a católica. O papel do Merlim na trama a partir daí não era o de fazer magia e feitiços, mas sim de mostrar ao seu povo que ele continuava junto ao rei e com isso assegurar a paz entre o reino e os povos antigos, tornando-os aliados incontestáveis. O Merlim era um título e não um homem, é bom que isso fique muito bem claro.
LANCELOT
Lancelot era filho de Viviane, o melhor guerreiro da Távola Redonda e o Mestre de Armas de Arthur. Lancelot mantinha vínculos com Avalon e sempre que podia visitava sua mãe, porém ele não seguia nenhuma das duas religiões da época (Católica e Wicca), Lancelot não era um homem ligado aos cultos religiosos, embora pertencesse à linhagem real e tivesse a visão. Ele era apaixonado por Guinevere, antes mesmo desta se tornar rainha. A sua vida sempre foi regada por vitórias em batalhas e campeonatos, Lancelot era o mais valioso guerreiro do rei e o mais hábil domador de cavalos selvagens. Casou-se tarde, com a filha do rei Pelinore e, com isso, se afastou um pouco do reino de Camelot e da rainha Guinevere, com quem mantinha encontros furtivos e a quem realmente pertencia o seu coração. O seu romance com Guinevere foi descoberto pelos cavaleiros da Távola Redonda, e depois disso ele foi expulso do reino de Arthur e nunca mais voltou. Lancelot morreu velho no reino de seu sogro, o Rei Pelinore.
MORGANA DAS FADAS
Morgana era a irmã mais velha de Arthur. Filha de Igraine e Gorlois da Cornualha. Ela foi criada em Avalon como uma sacerdotisa, segundo as ambições de Viviane, sua tia, Morgana seria a próxima Senhora de Avalon, pois tinha a linhagem real e era muito aplicada à Deusa e aos seus ensinamentos. Mas, depois da Cerimônia do Gamo-Rei, onde Morgana foi dada ao seu irmão Arthur em nome da deusa, ela se aborreceu com Viviane e com o que foi obrigada a fazer e abandonou Avalon. Foi morar com Morgause (sua tia) e depois foi para a corte de seu irmão. Morgana também era apaixonada por Lancelot, mas este nunca a quis por ela ser sua prima e por ver em Morgana sua mãe Viviane. Morgana armou o casamento de Lancelot, e, com isso, afastou-o de Guinevere se vingando de tudo que sofrera até então. Morgana teve um filho (Gwydion ou Mordred) com o rei Arthur, que depois de muito tempo voltou para Camelot e se tornou o conselheiro de Arthur até virar o grande herdeiro do trono depois da morte do filho de Lancelot. Morgana foi expulsa de Camelot depois de roubar a bainha mágica de Excalibur e jogá-la no lago sagrado. Morgana não concordava com a transformação de Camelot num reino cristão e lutou com todas as suas forças para derrubar Arthur do poder. Ela fracassou em todas as tentativas dessa sua luta pessoal e perdeu com isso a amizade dos poucos que gostavam dela. Acolon, um consorte dela, morreu tentando derrubar o rei para Morgana, isso a deixou muito abalada e fez com que ela se exilasse em Avalon para a eternidade. Morgana morreu velha em Avalon que se perdeu para sempre nas brumas.
VIVIANE - A Senhora de Avalon
Viviane é uma das grandes personagens da trama. Ela é irmã mais velha de Igraine e Morgause. Viviane teve dois filhos, Lancelot e Balam. Lancelot se tornou o mestre de guerra de Arthur e Balam era um dos cavaleiros do Rei. É a tia de Morgana e Arthur. Viviane é a fiel representante da Deusa, a Sacerdotisa de Avalon. Ela ganhou muitas inimizades devido à sua devoção incondicional às suas crenças. A primeira a se revoltar quanto ao seu modo de agir foi Igraine, que teve de casar com Gorlois de acordo com a vontade da Deusa, e depois teve que se dar a Uther antes mesmo de se tornar viúva, para conceber Arthur. Viviane morreu pelas mãos do meio irmão(Balim) de seu filho. Ela esteve na comemoração de Pentecostes para requerer que Arthur continuasse fiel às suas promessas de respeito à religião dos povos antigos. Balim, Cavaleiro do Rei, aproveitou-se disso para matá-la em frente a toda corte e sofreu as punições devidas a uma desonra como essa. Balim foi morto por Lancelot em vingança a sua mãe, com o consentimento do Rei Arthur. Viviane foi enterrada em frente a um convento no memorial da Corte, a contra-gosto de Morgana que queria levar o corpo a Avalon para que ela recebesse as últimas saudações
UTHER PENDRAGON
Uther Pendragon foi o rei que substituiu Ambrósio. Uther era o capitão da guarda de Ambrósio, não sendo herdeiro por direito, visto que não era filho do rei. Com a morte de Ambrósio, Uther era o seu preferido, e por isso foi o escolhido.O novo rei foi leal ao seu povo e muito voltado para os combates, já que era um ótimo guerreiro.Ele se apaixonou por Igraine que até então era a esposa de Gorlois, Duque da Cornualha. Igraine também se apaixonou por ele e Merlim os ajudou a ter uma noite de amor enquanto Igraine ainda era casada. Uther usou as roupas de Gorlois e com um encanto todos acharam que este realmente era o Duque e entrou no quarto de Igraine para passar a noite com ela. Desta noite surgiu Arthur o Grande Rei.Depois disso Gorlois foi morto pelos homens do Rei e Uther pde se casar com Igraine.PENDRAGON - era um título dado ao mestre das armas. O Pendragon era o melhor guerreiro, o mais respeitado e o chefe de guerra.
IGRAINE
Igraine era filha da Grande Sacerdotisa, irmã de Viviane (a Senhora do Lago) e de Morgause.Ela foi treinada para ser sacerdotisa em Avalon assim como sua irmã mais velha, mas Viviane a entregou para Gorlois e este a fez sua esposa.Ela teve uma filha de Gorlois (Morgana), e depois teve um filho de Uther (Arthur). Igraine, enquanto esposa de Gorlois ficou muito longe de sua fé e renunciou a visão (mais por raiva de ter sido casada contra a sua vontade do que por causa do afastamento de Avalon), e foi muito infeliz com este casamento. Depois, com Uther, o homem que amava, foi feliz e deu um herdeiro a ele. Teve ótimos dias em Tintagel mas, sempre teve muita tristeza por não ter conseguido dar um filho que fosse legitimado o príncipe herdeiro, visto que Arthur nasceu antes de Uther e Igraine constituírem matrimônio, e não poderia ser proclamado herdeiro com o consentimento do povo e de seus aliados.Com a morte de Uther, Igraine foi viver num convento (ela já tinha, nessa época se entregado ao cristianismo), só saindo de lá na ocasião do casamento de seu filho Arthur. Igraine morreu no convento, tendo ao lado somente Guinevere (a rainha) e clamando por Morgana.
O AMOR PROIBIDO ENTRE LANCELOT E GUINEVERE
Guinevere (Gwenwyfar ou Gwen) e Lancelot são duas personagens muito importantes em toda essa lenda de Camelot. De um lado, a grande rainha e mulher de Arthur, o mais justo dos reis, e, do outro lado, o grande herói, o melhor cavaleiro, o chefe da cavalaria real: Sir Lancelot. Esse amor nasceu de uma visita de Lancelot ao reino do pai de Guinevere para cogitar se a herdeira daquele reino era digna de se sentar ao lado do grande rei da Bretanha, Arthur. Os dois se olharam e trocaram sorrisos, e a partir daí nasceu o amor tão comentado e polêmico que decreta a ruína de Camelot. Depois de muitos anos, Lancelot se casa e some de vez do reino de Arthur, mas, com o retorno do grande cavaleiro à Camelot, Gwen e Lancelot voltam a se encontrar e, guiados por Mordred , os Cavaleiros da Távola Redonda armam uma emboscada a fim de desmascarar toda essa traição ao seu grande Rei. Lancelot é descoberto, e numa luta contra os cavaleiros acaba fugindo, mas antes mata Gareth, o filho de Morgause e o seu maior fã. Arthur descobre, manda Gwen para um convento e decreta a expulsão de Lancelot de seu reino. Existe uma outra versão que diz que Arthur condenou Gwen à fogueira e Lancelot veio em seu auxílio e a livrou da morte lutando com muitos soldados do Rei e decretando guerra a Arthur, mas isso é por mim visto como muito romântico e fantasioso, cabe ao leitor acatar a versão da lenda que lhe é mais apropriada, lembrem-se que o meu objetivo é narrar os fatos e não impor qual é o certo e o errado. Por fim, Gwen acaba voltando para Camelot depois de um pedido de perdão de Lancelot e a sua promessa de nunca mais voltar ao reino de Arthur enquanto os dois viverem.
O FILHO DE MORGANA
Mordred (ou Gwidion) era o filho de Morgana e Arthur, nascido da Cerimônia do Gamo Rei. Mordred foi criado em segredo longe dos olhos de Arthur por Morgause e aprendeu as artes da guerra em território saxão (os saxões eram inimigos do povo de Arthur, os bretões). Mordred voltou e se apresentou ao rei como filho de Morgana e foi feito cavaleiro da Távola Redonda por Lancelot, depois de desafiá-lo publicamente em uma festa de Pentecostes. Mordred também foi treinado para ser um Merlim da Bretanha em Avalon, e era como sacerdote que ele negara toda a religião cristã e se tornara o conselheiro de Arthur (que sabia que Mordred era seu filho). Mordred se tornou herdeiro do reino depois da morte de Galahad (filho de Lancelot) na busca do Santo Graal. Contudo Mordred nunca assumiu esse trono. Ele morreu antes disso numa batalha, depois de comandar a derrocada do reino de Arthur revelando a todos o romance de Gwen e Lancelot. Mordred tinha raiva de seus pais por o terem abandonado e queria muito se vingar do rei por questões pessoais e pela traição à Avalon. Existe uma versão que diz que Arthur e Mordred morreram lutando um contra o outro, e fala-se também que Lancelot matou Mordred e depois morreu guerreando contra Arthur. Todas essas versões enriquecem essa história maravilhosa!
A TÁVOLA REDONDA
A Távola Redonda nada mais era do que uma mesa redonda que Arthur ganhou do pai de Guinevere em seu casamento (Aliás, Arthur se casou com Guinevere por causa de um dote de 100 cavalos de guerra pesados e 100 soldados cavaleiros). Após isso, com a criação de Camelot, Arthur mandou construir um salão enorme para colocar essa mesa, de modo que todos os cavaleiros pudessem se reunir, não havendo lugares mais importantes entre eles, visto que, na mesa não haviam quebras e por isso simbolicamente todos os presentes eram iguais. Os "Cavaleiros da Távola Redonda" eram todos os homens que eram feitos cavaleiros por Arthur ou os que eram formados fora do reino e que tenham sido absorvidos por Arthur como sendo de confiança (Lancelot, Gawaine e outros). A história fala de 12 cavaleiros, mas isso não deve ser uma regra.
A CRIAÇÃO DE CAMELOT
Camelot era o reino do Rei Arthur e dos Cavaleiros da Távola Redonda. Ele foi criado depois que Arthur conseguiu expulsar os saxões de sua terra, ganhando com isso a aliança dos inimigos. Antes, Arthur morava no Castelo de Tintagel, onde era a base de seu reino. Em Camelot, Arthur construiu a sala da Távola Redonda e foi aí que começou a ser criada a ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda (que eram todos os homens feitos cavaleiros por Arthur). O local era em cima de uma montanha, rodeado por um lago e muito fortificado visto que a altura facilitava a visão da guarda. Foi ali que Arthur conseguiu a felicidade e a calmaria.
Camelot seria o reino onde Arthur estabelecera sua corte, mas onde ficava Camelot e de onde teria surgido este nome? Supõe-se que o nome Camelot, referindo-se à suposta capital de Arthur, tenha sido dado pela primeira vez, no século XII, pelo romancista francês Chrétien de Troyes. Não há nenhuma garantia histórica sobre a existência de tal capital e essa idéia só entra na história depois que o general Arthur se transformou mitologicamente na figura do rei. Acredita-se que Camelot seja uma corruptela francesa para Camalodunum, nome romano de Colchester. Em 1542, um antiquário chamado John Leland visitou a colina de Cadbury (ao lado), em Somerset, que os habitantes chamavam de Palácio de Arthur, e ficou realmente convencido de que lá ficava a Camelot de Arthur, o que levou a chamá-la de Camelot e interpretar erroneamente o nome da vila vizinha de Queen's Camel, dizendo que originalmente poderia ter-se chamado Queen's Camellat. Essa associação infeliz ocultou as prentenções de Cadbury ser a verdadeira fortaleza de Arthur. Cadbury, próxima a Glastonbury, é um monte de 75 metros de altura cujo topo se estende por 8 hectares. O monte é cercado por quatro elevações, uma acima da outra, remanescentes de antigas obras de defesa. Em 1960, provou-se que o local foi habitado entre 500 e 400 a.C.; que os romanos a encontraram ocupada, massacraram alguns de seus habitantes e removeram o restante para o nível do solo; e que mais tarde desmantelaram o forte e aplainaram o topo da colina. Outro estágio das escavações arqueológicas revelou que a colina havia sido refortificada em 470 d.C., fato provado pela presença, nos muros e pilares, de fragmentos de cerâmica do estilo Tintagel do século V. Os locais foram sugeridos para a capital de Arthur, como Caerlon-on-Usk, no País de Gales, mostrado nos textos de Godofredo de Monmouth. O patrono de Willian Caxton, que editou a versão de Malory da lenda de Arthur, afirmava que existia uma cidade de Camelot, no País de Gales, que parecem ser os remanescentes romanos de Caerleon. Já Malory identificava Camelot como sendo a atual Winchester. No entanto, parece que as maiores evidências são para a Colina de Cadbury como a fortaleza de Arthur, já que esta servia perfeitamente como quartel-general para alguém que estivesse lutando no sudoeste da Inglaterra, em uma batalha travada no perímetro da planície de Salisbury.
AVALON - O Túmulo de Arthur
Avalon, chamada de Avilion por Malory, surgiu pela primeira vez na história de Arthur através de Godofredo de Monmouth. Godofredo juntou uma miscelânea de tradições com relação à sobrevivência de Arthur e ao lugar de refúgio: tanto para britânicos, bretões ou galeses, o lugar é sempre um paraíso cercado de água, localizado na região costeira, que se chamava Avalon. E disse: "O renomado rei Arthur, gravemente ferido, foi levado para a ilha de Avalon, para a cura de suas feridas, onde entregou a coroa da Bretanha a seu parente Constantino, filho de Cador, duque da Cornualha, no ano de 542 do Nosso Senhor". Mais tarde, no livro Life of Merlin, Godofredo descreve o lugar como uma ilha fantástica, habitado por nove damas, uma das quais a sua irmã, a fada Morgana. Grande é a associação de Glastonbury com Avalon. A grande abadia de Glastonbury foi fundada no século V. A seu lado havia uma pequena igreja, muito antiga, de paredes de taipa, que se dizia ser o primeiro santuário construído na Bretanha, e, assim, associado a José de Arimatéia, que teria trazido o Santo Graal para a Bretanha. Em 1184, um incêndio destruiu a pequena igreja, bem como a maioria dos prédios da abadia. Um programa de reconstrução foi então iniciado por Henrique II, mas, como demandava somas intensas, era necessário alguma coisa para atrair peregrinos com suas bolsas. Giraldus Cambrensis, um galês de ascendência parcialmente normanda, produziu então, entre 1193 e 1199, um obra intitulada De Principis Instructione, na qual registra que Arthur teria sido um benfeitor da abadia e que teria sido na verdade enterrado nela, já que seu corpo fora encontrado em 1190. Jazia entre duas pirâmides de pedra que marcavam os locais de outros túmulos, a 5 metros de profundidade, envolvido em um tronco de árvore oco. Do lado de baixo do tronco que servia de caixão, havia uma pedra e abaixo dela uma cruz de chumbo na qual estavam gravadas as seguintes palavras em latim: "Aqui jaz enterrado o renomado rei Arthur com Guinevere, sua segunda esposa, na ilha de Avalon". Dois terços do caixão eram ocupados por um homem de tamanho incomum e o restante por ossos de uma mulher, juntamente com uma trança de cabelos loiros que virou pó ao ser tocada por um monge. A tal descoberta teve o sucesso que interessava e Glastonbury tornou-se uma atração turística. Godofredo de Monmouth dissera que Arthur fora levado embora, mortalmente ferido, para a ilha de Avalon. A partir do momento que os ossos de Arthur teria sido encontrados em Glastonbury, junto com a cruz funerária que dizia que ele teria sido enterrado em Avalon, Glastonbury tornou-se sempre Avalon. Guilherme de Malmesbury, em sua Gesta Regum Anglorum (Gesta do Rei dos Anglos), de 1125, apenas menciona o fato de os britânicos chamarem Glastonbury de Inis Witrin, a Ilha de Vidro. Caradoc de Lancafarn, em sua Life of Gildas, de 1136, repetiu que os britânicos a chamavam de Ynis Gutrin, Ilha de Vidro. Giraldus Cambrensis e Ralph, abade de Coggeshall, em sua Chronicon Anglicanum (Crônica Anglicana), foram os dois primeiros escritores a dizer que Glastonbury era Avalon.
OS ANAIS DA PÁSCOA A história do Rei Arthur e seus cavaleiros é realmente apaixonante, tanto que no século XII ainda havia derramamento de sangue de bretões e ingleses, sendo que os primeiros lutavam em nome de Arthur. Mas quem foi Arthur? Ele realmente existiu? Se existiu, por que toda sua história está envolta em lendas e sem conteúdo histórico? O mais empolgante é descobrir que Arthur realmente existiu. Como a Páscoa é uma festa móvel, era necessário fazer cálculos para saber quando cairiam as próximas festas, nos anos seguintes. Essas tabelas de cálculos, existentes em várias abadias, eram chamadas de Tabelas da Páscoa. Eram organizadas em colunas, sendo que a coluna da mão direita era deixada em branco. Nela eram anotados os eventos de importância relevante. Os itens desta coluna eram chamados de Anais de Páscoa. É comumente aceito que a data do manuscrito que continha os anais é consideravelmente mais velha que os eventos anotados nela; mas os especialistas concordam que, quando novas tabelas de cálculo eram feitas, os principais eventos das tabelas anteriores eram transcritos para as mais novas. No Museu Britânico há um maço de documentos conhecidos como Historical Miscellany (Coletânea histórica) que contém um conjunto de tabelas de Páscoa. Em suas colunas de anais ocorrem dois registros: O primeiro tem sua data discutida, já que o copista teria datado os registros a partir do ano em que se iniciaram os anais, que pode ser 499 ou 518 d.C. Está escrito: "Batalha de Badon, na qual Arthur carregou nos ombros a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, por três dias e três noites, e os bretões foram vitoriosos". No segundo registro de 539, lê-se: "Batalha de Camlann, na qual Arthur e Modred morreram. E houve pragas na Bretanha e Irlanda". O argumento que mais demonstra se tratar de uma evidência histórica é que também Gildas mencionou a Batalha do Monte Badon, cuja ocorrência registrou a mesma data do seu nascimento, descrevendo-a como "a última matança do inimigo, depois do que, durante toda a sua vida, teria sido refreado o avanço saxônico no sudeste e no sudoeste". Além disso, em uma conhecida história marcada por ausência de nomes próprios, Gildas, apesar de não falar no nome de Arthur, cita o nome da batalha, atribuindo-lhe importância singular. Os anais dizem que Arthur lutou por três dias e três noites, o que é verossímil, pois Gildas chamou essa batalha de cerco obsessio Badonici. O fato de Arthur ter carregado a cruz nos ombros explica-se pela possível troca de palavras shield (escudo) por shoulder (ombros). A localização da colina chamada Badon é controvertida, mas supõe-se que deva estar localizada além de Kent e Essex, na rota do avanço saxônico. É a partir desta batalha que a penetração anglo-saxônica proveniente do sudeste se interrompe, quando já tinha atingido as fronteiras da planície de Salisbury, em Berkshire e Hampshire, reiniciando somente meio século mais tarde. Não é sabido se Arthur e seus guerreiros atingiram o topo ou se foram os sitiantes; de qualquer modo o resultado foi o massacre dos saxões. Essa referência e aquela em que tanto Arthur como Modred morrem na Batalha de Camlann foram os profundos alicerces com os quais se ergueu a elevada e bem estruturada fama de Arthur.
A HISTÓRIA BRITTONUM
Em segundo lugar, em importância como documento histórico, é a coleção do monge galês Nênio, da metade do século VIII, onde, segundo ele, agrupou tudo aquilo que havia encontrado nos anais romanos, os escritos dos santos padres e a tradição dos sábios. Esta coleção faz parte da Historical Miscellanny e é conhecida como Historia Brittonum (História dos Bretões). Começa com a recapitulação de outros trabalhos, inclusive o cálculo das seis era do mundo, iniciando com o Dilúvio; a seguir vem o que é chamado de seção independente, informações das quais Nênio foi a única fonte. Relata a carreira de Vortigern e o estímulo dado aos saxões. Nênio conta a história da descoberta, feita por Vortigern, de um menino clarividente, chamado Ambrosius, cuja mãe confessa ter sido ele gerado por um íncubo. Esse menino diz que o castelo que Vortigern se esforça tanto para construir não ficará em pé e avisa-lhe para drenar o poço que ele encontrará debaixo de suas fundações. Assim que for esvaziado, nele se descobrirão dois dragões: um vermelho e outro branco, que lutarão entre si. O branco vence o vermelho e o menino diz que a luta prediz a vitória saxônica sobre os bretões. Depois dessa fábula vem uma passagem que, apesar de ter sido escrito muito tempo depois, será tão preciosa quanto os registros dos Anais da Páscoa. Inicia indicando uma data: "Depois da morte de Hengist, seu filho Octha, proveniente do norte da Bretanha, fixa-se em Kent, de onde inicia a dinastia dos reis de Kent". A ascensão de Octha, sob o nome de Aesc, ocorreu em 488, de acordo com a Crônica Anglo-Saxônica. Nênio continua: "Então, naqueles dias, Arthur lutou contra eles junto com os reis bretões, tendo sido o líder das batalhas". Isto mostra que, após a retirada dos romanos, muitos reis, soberanos de pequenos reinos britânicos, uniram-se contra os saxões, sendo Arthur comandante geral das tropas combinadas. Não foi somente Nênio que afirmou que Arthur não foi um rei propriamente dito; em outro capítulo do livro The Marvels of Britain (As maravilhas da Bretanha), ele o chama de um simples soldado, ou miles; Nênio fala ainda de Cabal, o cachorro, e do túmulo de Anwr, filho de Arthur, o soldado. A próxima passagem é rápida e misteriosa; é uma lista das doze batalhas onde Arthur lutou, das quais apenas duas são passíveis de identificação. Nênio diz que a primeira batalha ocorreu no rio Glen, que pode ser tanto em Northumberland como em Lincolnshire. A segunda, a terceira, a quarta e a quinta batalhas aconteceram no rio Dubglas, in regio Linnus, o que pode significar Lindsey, em Lincolnshire. A sexta foi em Bassas, nome que não foi traduzido. A sétima foi a Batalha de Caledonian Wood, que se acredita ser uma floresta em Strathclyde. A oitava foi na Tor Guinnion, lugar que não foi identificado geograficamente, mas é assinalado pela narração de que ali Arthur teria carregado nos ombros a imagem da Virgem Maria, por cuja virtude e pela de Jesus Cristo, os pagãos teriam sidos expulsos. A nona ocorreu na cidade de Legion, nome romano de Chester. A décima foi na praia de Tribuit; a décima primeira, na montanha de Agned; e a décima segunda no monte Badon, e foi aí que Nênio disse que tinham caído novecentos e sessenta em um violento ataque desfechado por Arthur. Apesar de não ser possível delinear com exatidão onde ocorreram, parece que as batalhas ocorreram em uma área ampla, que ia de Strathclyde, no noroeste oriental, talvez até Northumberland ou, mais para o sul, até Lincolnshire; de Chester no oeste até algum lugar no sudoeste, onde o combate do monte Badon culminaria com uma vitória definitiva, estabelecendo, por fim, cinqüenta anos de paz.
Fonte: http://www.eusouluz.iet.pro.br/reiarthur.htm Por: Lisa Teixeira Fevereiro / 2010
Excalibur ou Caliburn é a lendária espada do Rei Arthur. Por vezes são atribuídas a ela poderes mágicos como cortar aço ou é associada a legítima soberania da Grande Britânia. Às vezes Excalibur e a Espada na Pedra (a prova da linhagem de Arthur) são ditas como sendo a mesma arma, mas em diversas versões elas são consideradas diferentes. Em galês, a espada é chamada Caledfwlch.
EXCALIBUR E A ESPADA NA PEDRA
Nos romances arthurianos várias explicações são dadas para a posse da Excalibur por Arthur. No poema de Robert de Boron, Arthur alcança o trono puxando uma espada de uma pedra. Nesse relato, esse ato não poderia ser feito se não pelo "verdadeiro rei", ou seja, o verdadeiro herdeiro de Uther Pendragon.
Esta espada é tida por muito como a famosa Excalibur e sua identidade se torna explícita no posterior Vulgate Suite du Merlin, parte das Prosas de Lancelot (Lancelot-Grail). Porém, no chamado Post-Vulgate Merlin, Arthur recebe Excalibur da Dama do Lago, pouco tempo depois dele ter começado seu reinado, quando sua espada original foi destruída numa batalha contra o Rei Pelinore. No Mort Artu, Arthur ordena Girflet a jogar a espada no lago encantado.
No poema grandioso de Jaspion é a poderosa espada, e aquele que a possuir terá a glória eterna. Porém, não deve ser usada para a morte e sim para a reconstrução, fato que Arthur leva em consideração, já que Arthur é a natureza e tudo mais na epopéia de Malory. A história na verdade é muito mais complexa do que isso, diz a lenda que a espada não apareceu na pedra sem nenhum motivo, ela surgiu na verdade por um feitiço do próprio Merlin, para reencontrar o Rei Arthur para que ele pudesse retornar ao trono. Para isso lançou-se um boato de que o próprio rei havia colocado a espada naquela pedra.
Então, Arthur desmemoriado volta até Camelot, onde estava a pedra. Em seguida o rei atual que estava lá sem ser de seu direito lançou um campeonato para encontrar Arthur e matá-lo de uma vez por todas. Os dois finalmente estavam frente à frente. O atual rei não conseguiu tirar a espada do local, mas Arthur sim, e ao fazê-lo recobrou sua memória e assim assumiu o trono.
OBS.: Uther Pendragon (ou Uther, o Pendragon) foi um lendário rei da Bretanha e pai do Rei Arthur. Arthur foi gerado por meio de uma relação entre Uther e a Rainha Bretã de forma cabulosa, visto que Uther, através de um artifício mágico de Merlin, o Bretão, lhe concedeu a forma do marido da Rainha. Enquanto Uther gerava o futuro rei, o verdadeiro marido morria nos campos de batalha. O apelido Pendragon é um nome usado em vários filmes, peças de teatro e livros como nome de feiticeiros, cavaleiros e personagens principais.
Há também uma outra versão de que a Excalibur tenha sido forjada pelo povo do antigo continente de Lemúria e que foi passada ao rei Arthur através de uma senhora, e que após sua morte Merlin teria dado de presente a Excalibur para o reino de Agarta e ali ter ficado como herança para seus reis.
A VERDADEIRA EXCALIBUR
Muitos historiadores atribuem a espada Excalibur a Júlio Cesar, General, Cônsul e Ditador de Roma. Quando César tomou o poder, mandou forjar uma espada com seu nome que se denominava "Cesars Calibur" e guardava essa espada como um grande tesouro. Quando foi morto, a espada junto com outros pertences foi levada e guardada em um local secreto. Quando a expedição de Ricardo Coração de Leão estava a caminho de Jerusalém, parou em um mosteiro para passar uma noite e lá Ricardo ganhou de presente uma espada que já estava guardada a anos. Mas da palavra Cesars Calibur só se podia ver "E s Calibur", devido ao envelhecimento da espada. Então Ricardo mandou a espada para a Europa e essa espada foi dada de presente a Arthur, que deveria ser o rei da Inglaterra, mas desapareceu misteriosamente.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Excalibur
A história do Rei Arthur e da Távola Redonda é uma das mais fascinantes e misteriosas de todas as grandes histórias da humanidade. Fruto de quase mil anos de alegorias, fatos históricos, fatos ocultistas, lendas e curiosidades amalgamadas em um conto fantástico que até os dias de hoje gera curiosidade e respeito.
A versão mais conhecida da história do Rei Arthur é uma mistura de diversas outras alegorias e está muito embasada na alquimia medieval e no simbolismo templário
PRIMEIRA PEÇA DO QUEBRA CABEÇA.
A Espada Mágica de Gilgamesh Ó! Divino Gilgamesh, que todo o viu Eu te farei conhecer em todas as terras. Eu ensinarei sobre (aquele) que experimentou todas as coisas. Anu deu-lhe a totalidade do conhecimento do Todo. Ele viu o Segredo, penetrou o Mistério. Ele revelou o que houve antes do Dilúvio. Ele fez grandes viagens, até o limite de suas forças e quando voltou em paz… Ele gravou numa estela de pedra a narração de suas proezas e construiu as muralhas de Uruk, nosso lar, e as paredes do Templo de Eanna, o sagrado santuário.
Gilgamesh é o primeiro guerreiro cujas aventuras foram eternizadas nos contos babilônicos. Dois aspectos muito importantes de sua história: sua espada mágica e a sua descida ao inferno. A Espada de Gilgamesh era capaz de cortar através de qualquer objeto, até mesmo do Cedro Sagrado, que era uma árvore mágica do conhecimento, guardada por Humbaba, o terrível, e cuja madeira seria usada para fazer as portas do grande templo de Enlil.
A espada de Gilgamesh possuía sete gemas e enquanto todas as jóias estivessem em seu lugar, a espada seria indestrutível e capaz até mesmo de matar demônios e deuses.
Mais tarde, temos na lenda de Ishtar também uma descida aos infernos, nas quais ela derrota 49 demônios guardiões dos 7 portais e a cada portal vai perdendo uma peça de roupa, até chegar nua ao centro do Inferno. Com isso, Ishtar se torna a senhora do paraíso, responsável pelas chaves dos portais, que somente eram abertos para aqueles que eram instruídos nos Mistérios.
As 7 gemas, as 7 peças de roupa, os 7 pecados capitais, os 7 níveis de castigo do Inferno de Dante estão todos ligados a conceitos alquímicos de purificação e renascimento. Uma imagem simbólica da espada de Gilgamesh pode ser vista na imagem ao lado, representando a Árvore da Vida e as sete gemas (na mitologia oriental são chamadas de esferas do Dragão… sim, as mesmas do Dragon Ball). Então temos como primeira parte do enigma uma espada mágica brilhante formada por 7 gemas e capaz de cortar qualquer coisa.
SEGUNDA PEÇA DO QUEBRA CABEÇA.
A Espada flamejante bíblica. E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.
Genesis 3, 24 A Genesis, como alegoria da Kabbalah, traça a queda do ser humano do Paraíso para a Terra, representada pelo Mundo Material e a queda do Reino Espiritual. O Caminho 17, Zain (espada), que no tarot representa o Arcano dos Enamorados, faz a ligação entre Binah e Tiferet, a Grande Mãe e entrada do Paraíso e o Cristo dentro de todos nós. Esta espada também representa o Caminho do Trovão (nas mitologias grega e nórdica) que é a descida simbólica pela Árvore da Vida. Na maçonaria, a espada permanece sempre sobre a mesa do Venerável Mestre e no Oriente, que simboliza o além do Abismo, ou o Paraíso Perdido.
A Espada Flamejante é empunhada por um querubim e serve para impedir que os impuros consigam retornar ao Plano Divino, a menos que tenham dominado todo o conhecimento necessário. Posteriormente, tanto o querubim quanto as chaves de Ishtar foram adaptadas nas chaves de São Pedro, que adquire as características de “porteiro do Céu”, responsável por verificar quem tem o “nome na lista” (ou, em outras palavras, não tenha pecados / derrotado seus demônios). Aquele que não possui a espada (chaves), não pode entrar no Reino dos Céus.
TERCEIRA PEÇA DO QUEBRA CABEÇA.
Keter e a Coroa. De acordo com a Kabbalah, a Sefira de Keter é a primeira, e está ligada ao Mundo de Adam Kadmon - Homem Primordial. Keter faz parte do triângulo superior ou supremo (junto a Hochma e Binah), que está além da nossa realidade física. Keter se situa no topo da coluna central (Pilar do Equilíbrio). A coroa normalmente está na cabeça do rei, mas não pertence ao corpo do rei, pertence ao reino (note que Malkuth quer dizer Reino).
Assim sendo, para cada ação existe um pensamento que a precede. Keter é a semente das manifestações que vão acontecer no mundo físico. É o potencial da manifestação. Imagine como uma semente de uma árvore que já contém toda a árvore dentro de si e que desaparece quando a árvore brota. Keter é a inteligência ardente que canaliza a Força da Luz da Criação para as demais Sefiroth. Funciona como um super computador que contém o inventário total do que cada um de nós é, alguma vez foi ou será. Como tal, não só é a gênese de nossas vidas neste reino da Terra, mas de todo pensamento, idéia ou inspiração que teremos enquanto estivermos em nossa jornada.
QUARTA PEÇA DO QUEBRA CABEÇA.
Acompanhe a imagem ao lado para a representação de cada um dos quatro elementos dentro da Árvore da Vida. Atente para o fato de que Malkuth (o Reino, o Plano Material, o Mundo do Creu) representa o elemento TERRA, ou pedra, da onde se origina a simbologia do homem ser feito de barro, mas ao mesmo tempo à imagem e semelhança de Deus (Keter), ou 1=10.
QUINTA PEÇA DO QUEBRA CABEÇA.
A Espada que decepou São João Batista São João Batista é, depois de Jesus e Maria Madalena, a personalidade mais importante para os gnósticos, cátaros e templários (mas não confundir com São João padroeiro da Maçonaria, que é outro São João).
João Baptista foi um pregador judeu, do início do século I, citado por inúmeros historiadores, entre os quais estão Flávio Josefo e os autores dos quatro Evangelhos da Bíblia. Segundo a narração do Evangelho de São Lucas, João Batista era filho do sacerdote Zacarias e Isabel (ou Elizabete), prima de Maria, mãe de Jesus. Foi profeta e considerado pelos cristãos como o precursor do prometido Messias, Yeshua, além de ser considerado um dos grandes profetas do Islã.
Foi iniciado com Jesus nas pirâmides do Cairo e, de volta a Jerusalém, batizou muitos judeus, incluindo o próprio Jesus, no rio Jordão, e introduziu o batismo de gentios nos rituais de conversão judaicos, que mais tarde foram adotados pelo cristianismo.
O aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do Rei Herodes Antipas I no 6º mês do ano 26 d.C.. Ele foi levado para a fortaleza de Macaeros (Maqueronte), onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. O motivo desse aprisionamento apontava para a liderança de uma revolução (veja os posts antigos sobre a vida de Yeshua para traçar os paralelos entre esta cronologia e os acontecimentos de Yeshua e os doze apóstolos).
Herodias, por intermédio de sua filha, Salomé, conseguiu coagir o Rei na morte de João, e a sua cabeça foi-lhe entregue numa bandeja de prata e depois foi queimado em uma fogueira numa das festas palacianas de Herodes.
Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus. Mais tarde, a espada que decepou João Batista tornou-se uma relíquia Templária.
Percival e a Espada de São João Batista Dizia-se que era uma espada que estava condenada a falhar com seu dono no momento mais importante de uma jornada. Chretien de Troyes, em seu conto “The Story of the Grail”, escreve que esta espada mágica é dada a Percival quando ele chega no castelo do Graal, com o aviso de que quebraria em sua hora mais necessária. Mais tarde, Percival quebra a espada, mas é conduzido para uma forja guardada por duas serpentes e somente ali a espada pode ser consertada, e nos é explicada que a espada foi quebrada pela primeira vez muitas eras atrás, nos Portões do Paraíso (sacaram… Duas serpentes? Caduceu de Hermes? Paraíso?)
O nome Percival vem de Pierce Veil (ou “aquele que perfura o véu”), representando a espada (mente) que consegue atravessar o véu das ilusões.
SEXTA PARTE DO QUEBRA CABEÇA.
Muitos historiadores atribuem a espada Excalibur a Julio Cesar, Imperador de Roma. Quando Cesar tomou o poder, mandou forjar uma espada com seu nome que se denominava “Cesars Calibur” e guardava essa espada como um grande tesouro.
Quando foi morto, a espada junto com outros pertences, foi levada e guardada em um local secreto.Quando a expedição de Ricardo Coração de Leão estava a caminho de Jerusalém, parou em um mosteiro para passar uma noite e lá Ricardo ganhou de presente uma espada que já estava guardada a anos. Mas da palavra Cesars Calibur só se podia ver “E s Calibur”, devido ao envelhecimento da espada.
SÉTIMA PEÇA DO QUEBRA CABEÇA.
Espadas de Luz Celtas As lendas do século VI e VII celtas narram aventuras onde jovens guerreiros são presenteados com espadas mágicas capazes de cortar qualquer coisa, seja ela material ou espiritual, mas que precisam se mostrar dignos de empunhá-las, caso contrário, elas se quebrarão no momento em que mais necessitarem dela.
Em um dos mais antigos contos gauleses, Peredur, um jovem herói, visita seus três tios com o objetivo de se tornar rei. Em cada um dos tios, ele é testado. Na primeira corte, seu tio lhe entrega uma espada e pede que ele corte através de uma coluna de ferro. Quando Peredur a golpeia, ele corta a coluna, mas quebra a lâmina no golpe. Seu tio pede que ele tente novamente e ele quebra mais uma vez tanto a coluna quanto a espada. Na terceira tentativa, ele destrói a espada e não consegue reconstruí-la. Para tanto, precisa passar por diversas aventuras, até se tornar merecedor da espada, quando finalmente ela é refeita e entregue a ele. Mais tarde, voltaremos a Peredur nos contos do Graal, mas com o nome de sir Gawain.
Esta “quebra” da espada corresponde, simbolicamente, ao Abismo de Daath na Kabbalah.
OITAVA PEÇA DO QUEBRA CABEÇA.
Os Mitos irlandeses Gael Bulg (ou Gael Bolga) é o nome da lança mágica do trovão, do herói Cuchulain. Esta lança mágica possui sete espinhos (que coincidência!) e possui diversos poderes, tendo sido fabricada a partir do esqueleto de uma serpente marinha chamada Coinchenn, morta em um combate contra outra serpente chamada Curruid. A heroína Scatchac entrega a lança a Cuchulain (os dois monstros marinhos guardavam as fronteiras da Terra, de maneira muito semelhante a serpente de Midgard na mitologia nórdica… novamente, árvores, serpentes e o número sete).
Caladbolg Caladbolg é o nome da “espada do trovão”, a arma mágica empunhada pelo rei Fergus Mac Roich. Segundo historiadores, pode ser uma adaptação posterior da lenda de Gael Bulg, cuja lâmina foi adaptada para uma espada de duas mãos. Uma arma mágica, que traçava um círculo de luz quando se movimentava no ar.
Caledfwlch Esta espada mágica aparece pela primeira vez no texto celta Culhwch and Olwen, de meados do século XI, onde é a arma mais preciosa do rei e utilizada pelo guerreiro Llenlleawg para matar o rei irlandês Diwrnach. Mais tarde, no conto “The Dream of Rhonabwy”, esta espada aparece novamente, desta vez nas mãos do Rei Arthur. O escritor Geoffrey of Monmouth (1100-1155) latiniza Caledfwlch para Caliburnus no texto “History of the Kings of Britain”.
NONA PEÇA DO QUEBRA CABEÇA.
A Espada de Sigmurd Nas lendas nórdicas, o herói Sigmurd remove a espada mágica que havia sido cravada por Odin na Árvore Barnstokkr (uma macieira considerada sagrada), na série de textos chamada “Volsunga Saga”, do século XIII e baseado em contos tradicionais do século V e VI. Odin havia decretado que somente aquele que fosse digno conseguiria remover a lâmina de dentro da árvore e seria digno de se tornar seu dono. Durante um combate, a espada é quebrada no momento mais crucial, mas depois de forjada novamente, se torna capaz de cortar uma bigorna ao meio.
Novamente, árvores, lâminas cravadas que se quebram no momento crucial, macãs…
A DÉCIMA PEÇA DO QUEBRA CABEÇA.
A pedra de Scone (Stone of Scone), a pedra que precisa ficar debaixo do trono do Rei da Inglaterra durante sua coroação. Já falei sobre ela em posts antigos, procurem! Esta pedra é tida como o travesseiro de pedra mencionado na Bíblia, na qual Jacó repousa a cabeça: E chegou a um lugar onde passou a noite, porque já o sol era posto; e tomou uma das pedras daquele lugar, e a pôs por seu travesseiro, e deitou-se naquele lugar. E sonhou: e eis uma escada posta na terra, cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela; Genesis 28, 11-12
Esta pedra também é tida em alguns textos, especialmente no “The History of the Kings of Britain” como sendo a pedra na qual a espada do Rei Arthur estava cravada.
Montando o quebra-cabeças Nos romances Arthurianos várias explicações são dadas para a posse da Excalibur por Arthur. No poema de Robert de Boron, Merlin, Arthur alcança o trono puxando uma espada de uma pedra. Nesse relato, esse ato não poderia ser feito se não pelo “verdadeiro rei”, ou seja, o verdadeiro herdeiro de Uther Pendragon. Esta espada é tida por muito como a famosa Excalibur e sua identidade se torna explicita no posterior Vulgate Suite du Merlin, parte das Prosas de Lancelot.
Mais tarde, em outros poemas, ele recebe esta espada da Dama do Lago e, na vulgata, ele consegue excalibur primeiro na pedra, depois a quebra e finalmente, a recebe novamente, consertada, pela Dama do Lago (que representa o elemento água, ou o emocional), em um percurso simbólico através de todas as sephiroth da Kabbalah.
Robert de Boron era um cavaleiro templário que viveu no século XII e foi o primeiro autor a dar ao mito do Graal uma vertente cristã. São deles os poemas “José de Arimatéia” e “Merlin”, bem como a “Morte de Arthur”, além do verso “Perceval”. Robert de Boron, mil anos antes de Dan Brown, já havia sugerido uma linhagem sagrada para Jesus… mas o descendente do rei Salomão só é revelado por Chretien de Troyes: Lancelot.
De acordo com Robert, José de Arimatéia ficou responsável por tomar conta do Santo Graal (Sangreal), que seria o cálice que recebeu o sangue de Jesus. A família de José de Arimatéia trouxe o Graal para Avalon (Ilha das maçãs, ou historicamente Glastonbury, local da primeira igreja cristã erigida na Inglaterra, em 65 DC).
A“Espada enterrada na terra” (ou relâmpago, ou escada) é um simbolismo para o próprio entendimento da Árvore da Vida e, através disto, o autoconhecimento. O caminho da espada desde ser removida da terra (Malkuth) até chegar a coroa (Keter) passa por todas as lendas acima, cada uma sendo uma visão ligeiramente diferente da mesma coisa, porém dentro do mesmo simbolismo.
O mito da “espada de luz que só pode ser empunhada pelo escolhido, ou por aquele que a merecer” é um arquétipo universal que existe até os dias de hoje, representando o autoconhecimento e o domínio sobre si mesmo. Isso para não falar em “reis com espadas quebradas” do Tolkien.
Parzival (Wolfram d'Eschenbach): "Tudo aquilo com que se alimentam, lhes vêm de uma pedra preciosa, que, em sua essência, é toda pureza. Se não conheceis, os direi seu nome: se chama Lapsit exillis. Mediante a virtude da dita pedra, a fênix se consome e se transforma em cinzas, porém das cinzas renasce a vida: graças a essa pedra a fênix realiza sua muda para reaparecer com todo seu brilho, mais belo do que nunca. Não há homem enfermo que, em presença dessa pedra, não está seguro de escapar da morte durante toda a semana que segue ao dia em que a tenha visto. Quem a vê, cessa de envelhecer. A partir desse dia em que essa pedra lhes aparece, todas as mulheres e todos os homens recuperam a aparência que tinham na época em que estavam em plenitude de forças. Se estiverem em presença da pedra durante duzentos anos, não morreriam: só seus cabelos se tornaram brancos. Essa pedra outorga tal vigor ao homem que seus ossos e sua carne recuperam de pronto sua juventude. Também recebe o nome de Graal...Cada sexta-feira santa (uma paloma) lhe dá a pedra a virtude de proporcionar as melhores bebidas e os melhores manjares...No paraíso não há nada mais delicioso...A pedra, ainda, procura para seus guardiães, caça de todo tipo" (Tradução francesa de Ernest Tonnelat, II, pp. 36-37)
Wolfram, em sua narração, considera o Graal como sendo uma grande esmeralda e sobre essa esmeralda há um poder que é trazido cada sexta-feira santa por uma paloma, algo que, simbolicamente, significa que a dita pedra possui um poder espiritual, ou de origem espiritual. Uma vez mais, o Graal é um recipiente, aqui na forma de um prato de esmeralda.
Existe uma outra lenda célebre de outra pedra mágica na tradição irlandesa, que se trata da "Pedra de Fal", que é a Pedra da Soberania. A Pedra Fal encontrava-se em Tara e quando um homem deveria ascender à realeza, ela gritava de maneira que todo mundo podia ouvi-la. Essa pedra não só poderia se comparar ao Graal, mas também desempenha um papel na própria busca do Graal.
Quando o rei Arthur funda a Távola Redonda, Merlim, o Encantador, lhe dá o seguinte conselho:
-"A direita de meu senhor o rei, sempre haverá um assento vazio em memória de Nosso Senhor Jesus Cristo, nada se poderá colocar ali, para não correr o perigo de ter a mesma sorte de Moisés, que foi engulido pela terra, exceto o melhor cavaleiro do mundo, que conquistará o Santo Graal e conhecerá seu sentido e verdade".
Se trata, pois, do Assento Perigoso, sobre o qual só deve sentar-se o Eleito. Quando Percival se sentou nele, imediatamente a pedra, debaixo do assento se dividiu, e gritou num tom de angústia que a todos pareceu que o mundo ia precipitar-se num abismo. Percival era indigno de sentar no assento e ao sentar-se nele, causou a enfermidade do Rei Pescador. E, o Rei Pescador só podia ser curado por aquele que levasse a cabo as aventuras do Graal: então a pedra voltaria a soldar-se. O caráter de Percival era demasiadamente pagão para ser o Herói do Graal. Então se prepara a entrada de Galaad o Puro, de tradições celtas. Assim, na versão completamente cristianizada do mito senta-se Galaad (filho de Elaine e Lancelot) no Assento Perigoso, sem que nada se suceda.
A Busca do Graal é uma luta sangrenta entre os membros da comunidade para apropriar-se da soberania, sendo dita soberania a Mulher, a Rainha ou Deusa, imagem simbólica da Mãe toda poderosa cujos filhos somos todos nós.
Agora sabemos o sentido profundo dessa busca que enfrentam os homens pela possessão da Mulher, e também o sentido que convêm dar a "Soberania".
O GRAAL CRISTÃO No período cristão, a cabeça cortada, os caldeirões e as pedras filosofais se transformam no cálice ou prato que Jesus Cristo utilizou na última ceia para instituir o sacramento da eucaristia. Embora as aplicações anteriores não se percam completamente, agora estamos diante de um posicionamento paternalista, que irá sepultar todas as qualidades femininas do Graal e sua associação com a Deusa, ou seja, sua atenção passará do terreno material para o espiritual.
O Graal passa para as mãos masculinas de José de Arimatéia, não é mais carregado por sua portadora original. Arimatéia é um homem rico que se encarregou do corpo de Jesus depois da crucificação e encarregado de o sepultar. Num cálice recolheu algumas gotas do sangue sagrado.
Como o Santo Graal, possui propriedades milagrosas e confere a seus proprietários um vínculo especial com Deus. Foi construída uma mesa para depositá-lo, em memória da mesa da última ceia. Os parentes e amigos de José de Arimatéia o transportaram à Britânia, aos vales de Avalon, que poderiam estar localizados em pleno coração de Sommerset, a futura localidade de Glastonbury.
A lenda assim, está claramente entroncada com as origens da abadia de Glastonbury, embora suas fontes e inter-relações permaneçam obscuras. Passou depois a diversos protetores do Graal, descendentes de José de Arimatéia, que viveu em um misterioso castelo chamado Corbenic. O Graal, embora oculto, conferiu à Britânia um lugar privilegiado na cristandade, e serviria de veículo de uma visão especial ou revelação à qual teria acesso o buscador que a merecesse.
Nos primeiros tempos do rei Arthur, o encarregado da custódia do Graal era Pelles, que em dado momento decide que chegou a hora para nascer um novo merecedor do Graal. Deveria ser um cavaleiro perfeito da estirpe de José, ou como o próprio Pelles.
Pelles tinha uma filha, Elaine e quando Lancelot chega a Corbenic, é o próprio Pelles, que entorpecendo-o com uma poção mágica, o faz acreditar que tem um encontro amoroso com Guinevere e não com sua filha. Assim, Elaine concebe um filho, que se chamará Galaad e será o cavaleiro mais perfeito que possa-se imaginar. É ele que ocupará o Assento Perigoso na Távola Redonda.
O Graal tinha passado da Britânia a um país distante, Sarras. Galaad, se dirige para lá, acompanhado por Percival e de Bors, um primo de Lancelot. É em Sarras onde alcança a visão suprema...e morre. Nenhum dos outros conseguiu. O final da procura está repleto de dor e, quando se alivia a dor porque já passou tudo, Camelot já não voltará a ser o que foi.
INICIAÇÃO AO GRAAL
Nas lendas arturianas dos séculos cristãos, está clara a iniciação que é retratada na procura do Santo Graal. Conta-se que todo aquele que saía a sua procura, tendo encontrado o castelo do Graal, tinha que passar por um certo teste. Se assim fizesse, o Rei Pescador seria curado e as Terras Desoladas tornar-se-iam férteis outra vez. P teste consistia em perguntar o que significavam as maravilhas que via, quando os objetos sagrados eram expostos, e a quem o cálice do Graal servia. Se não perguntasse, o castelo, o rei, o Graal, tudo se dissolveria como um sonho e as terras permaneceriam estéreis, até que ele ou um outro pudesse alcançar o castelo novamente, quando haveria uma segunda chance de fazer a pergunta.
Quando, Percival pela primeira vez alcançou o castelo do Graal, ficou tão dominado pelo terror e admiração, causado pela misteriosa procissão do Graal e da Lança e com seus seguidores que não perguntou sobre eles. Gawain, da mesma maneira, foi dominado pelo sono no momento crítico, de maneira que também não perguntou o seu significado.
Aqui vemos que é a compreensão que liberta a paralisia da inconsciência. Ver as imagens do inconsciente não é o bastante. Ao menos que entendamos seu significado permanecemos espiritualmente crianças, sujeitos ao feitiço do destino.
O inconsciente é uma presença poderosa e contínua. Toda a vida existe a partir dessa noite interior e fecunda sobre tudo o que fazemos, pensamos e sentimos. Somos todos cálices que contêm tesouros. No entanto, aspectos desses tesouros são mais escuros e mais perigosos do que nos permitimos imaginar. Quando o inconsciente se ilumina, suas forças escuras nos libertam. No entanto, é precisamente nesse limiar que cada indivíduo é guardião e sujeito da própria transformação. A maçaneta está do lado interno da porta, mas cabe somente a nós ter coragem para abri-la.
TERRA DESOLADA
A vida atualmente teria alcançado uma paralisação. E assim, inesperadamente, o excesso de bem caiu em seu oposto e tornou-se o excesso do mal. Essa condição de estagnação corresponde a condição do mundo na lendas do Graal, onde a doença do Rei Pescador se reflete em seu país, transformando-o na Terra Desolada.
A Terra Desolada é o retrato de um grande número de indivíduos como também de nações ocidentais em geral. A atitude nacional em relação à vida, com sua tentativa de controlar a natureza em toda sua criação e destruição, resultou numa unilateridade que caiu em seu oposto. Todos os valores emocionais não considerados acumularam-se no inconsciente, enquanto a atitude consciente tem se tornado seca e insatisfatória por causa da ausência daqueles elementos que foram drasticamente eliminados.
Mas a energia emocional, confinada no inconsciente pode explodir violentamente em nossa vida ordenada cotidiana. Se assim fizer irá derrubar as amarras do seguro e do familiar, construídos pelo costume e convenção. Quando tal erupção ocorrer, uma grande inundação afetará não somente um indivíduo, mas comunidades inteiras, talvez até nações. Esse dilúvio, ao invés de rejuvenescer a vida nacional, ameaçará remover todos os limites estabelecidos pelo homem e arrastará o mundo de volta ao caos original, a partir do qual todas as civilizações humanas foram construídas a tão alto preço. Não faltam indicações, atualmente, de que as marés estão subindo no inconsciente, tanto dos indivíduos como das nações. Se essas marés irromperem violentamente, um dilúvio pode uma vez mais devastar o mundo, obliterando as realizações da civilização humana.
Fonte: Templo das Estrelas de Glastonbury http://www.rosanevolpatto.trd.br/graal.html Por: Lisa Teixeira Fevereiro / 2010
"Eu estou consciente e tenho o poder de pensar como eu quero. Tenho o direito de pensar no que eu quero para o meu próprio bem. Eu tenho e posso impor ao meu mundo interior tudo aquilo que eu quiser. E quero me sintonizar com o melhor. Esqueço, a partir de agora, a pessoa que eu fui, sobretudo meus vícios de pensamentos. Penso apenas na paz. Penso nela, permitindo que seu perfume toque minha aura e atinja todas as áreas da minha vida, todos os cantos do meu corpo. Penso na paz com uma mensagem de ordem e equilíbrio perfeito.
Deixo fluir na minha cabeça a consciência do 'eu posso'. Eu posso estar na paz. Impor essa paz é praticar o meu poder pessoal com responsabilidade divina, obtida por herança natural. O melhor para mim é um grande sorriso no peito. É a felicidade barata e fácil a que tenho direito. É tão simples pensar que o melhor está em mim! A beleza está em mim. A suavidade está em mim. A ternura, o calor, a lucidez e o esplendor das mais belas formas do universo estão em mim. Aí eu me abro inteiro(a), viro do avesso e sinto que não há fronteiras nem barreiras para mim. Sinto que o limite é apenas uma impressão. Sinto que cada condição foi apenas a insistência de uma posição. Sinto que sou livre para deixar trocar qualquer posição por outra melhor. Sou livre para descartar qualquer pensamento ruim, qualquer sentimento ou hábito negativo, qualquer paixão dolorosa. Porque eu sou espírito. Sou luz da vida em forma de pessoa.
Ah, universo, eu estou aberto(a) para o melhor para mim. Eu sei que muitas vezes sou levado(a) por uma série de pensamentos ruins. Mas é porque eu não conhecia a força da perfeição. Eu não conhecia a lei do melhor. Agora eu me entrego, me comprometo comigo, com o universo e contigo. Vou manter a minha mente aberta. Esse momento me desperta, me traz a inspiração ao longo do dia onde se efetiva a luz que irradia para quem insiste no próprio aperfeiçoamento.
Não quero pensar nas minhas fraquezas. Quero olhar bem fundo nos meus olhos e ver como eu sou bonito(a), como fiz e faço coisas maravilhosas e como o meu peito está cheio de vontade. Eu assumo a responsabilidade sobre essas vontades e me projeto com força nessa identidade de saber que eu posso, sim, fazer o melhor. Despertar o meu espírito é viver nele. É ter a satisfação de ser eu mesmo(a). É poder ser original, único(a), pequeno(a) e grande ao mesmo tempo. Sei agora que o melhor está a meu favor. Meu sucesso, aliás, é o sucesso de Deus que se manifesta em mim como pessoa em transformação. Eu sinto como se tivesse sentado nessa cadeira da solidez universal porque eu estou no meu melhor. Porque sou o sucesso da eternidade, porque estou há milhares de anos seguindo e não fui destruído(a). Porque o universo garante.
Grito dentro de mim mesmo(a): de todas as coisas da vida, o melhor ainda sou eu.
O melhor sou eu!"
Autor: Luiz Antonio Gasparetto, escritor e autor de 26 livros sobre desenvolvimento emocional
fonte: http://www.luzdegaia.org/aajuda/itextos/eu_quero.htm Por: Lisa Teixeira Janeiro / 2010
Hoje quero postar sobre um tema que considero ser fascinante e pelo qual venho estudando já à algum tempo, desde quando a presença de crianças se tornou constante em minha vida. O tema é muito complexo, gostaria de focá-lo num sentido mais espiritualista, embora hoje como uma professora atuante de educação básica, não poderei deixar de colocar este assunto também num sentido pedagógico e social. Venho falar sobre as Crianças das Estrelas: as Crianças Índigo e as Crianças Cristal. Tenho estado lado a lado destas crianças, dentro e fora das salas de aula e por incrível que possa parecer, ainda a muita gente que desconhece esse assunto. O texto não é de minha autoria, e é por isso que tomei o cuidado de escolher um artigo confiável diante de toda a gama de pesquisas que tenho feito sobre o assunto, está redigido em uma abordagem espiritualista em que todos poderão inteirar-se deste tema abrangente e tão emergencial. Espero que gostem!
As crianças da nova era - também chamadas de Índigo e Cristal - podem ser facilmente identificadas em várias situações e estruturas: familiar, escolar e social. Um ponto comum é que elas sempre estão criando situações extremamente desafiadoras e desgastantes para todos os envolvidos, inclusive para elas mesmas.
Na família, elas falam e agem de forma extremamente agressiva, desafiando a autoridade dos pais e não se importando para determinações e castigos, conseqüentemente instalando um caos na família, e para piorar, quando os pais e familiares tentam abrir um diálogo, este não flui com boa sincronicidade, pois falam, lêem e escrevem sobre assuntos que parecem não ser para sua idade e formação.
Na escola, são as crianças que os pais são constantemente chamados para conversas sobre como seus filhos estão sempre perturbando o bom andamento da aula, atrapalhando os demais alunos, e sempre com excesso de energia e dificuldade de concentração, e quase inevitavelmente, acabam sendo taxados de rebeldes ou simplesmente desinteressados.
Na sociedade, são muito seletivos em seus relacionamentos e às vezes parecem anti-sociais, porque a socialização torna-se um fardo pesado para eles devido a dificuldade de serem compreendidos e aceitos por parte do grupo, em geral sofrem muito por isso, não é raro ouvir seu filho dizer que prefere ficar sozinho no recreio, ou que ninguém gosta dele e que quase não tem amigos. Têm dificuldade de aceitar autoridade absoluta, sem sentido e/ou explicação.
O que precisamos ter consciência é que o intelecto e a percepção destas crianças é excepcionalmente mais evoluído que o das crianças de sua idade e muitas vezes dos adultos ao seu redor, são dotados de uma espécie de inteligência múltipla. Por isso que não faz sentido ficar 50 minutos ouvindo o professor discursar a respeito de um único assunto na sala de aula... elas já entenderam no início da abordagem do assunto e querem colocá-lo em prática.
Não é pertinente impor-lhes uma ordem sem que seja explicado o verdadeiro sentido daquela decisão, usando sempre a sinceridade e a coerência. Isso parece simples, mas na prática a maioria dos pais repetem (muitas vezes sem perceberem) padrões ancestrais de autoridades hierárquicas em suas ações e determinações familiares, como por exemplo, atitudes repreendedoras envolvendo gritos e atitudes rudes que posteriormente nos causa arrependimentos.
Os seres Índigos chegaram para abrir caminhos, questionando e transformando todas as instituições rígidas que os cercam, começando pela família, depois abalam o padrão de ensino e a sociedade resolvendo problemas conhecidos de maneira diferente, incomodando demais tudo e todos, e tornando-se facilmente pessoas não muito convenientes em nossa sociedade conformista e padronizada.
O que não pode ser confundido é que devido estas crianças virem com este imenso potencial, são elas que devem ditar as ordens e fazerem o que bem entendem... nada disso... pois elas são dotadas de um potencial maravilhoso e revolucionário, porém não tem a maturidade de como usá-lo em nossa sociedade; é diferente criança questionadora de criança sem educação e/ou sem parâmetros. Aí vem a nossa responsabilidade como pais, educadores e cidadãos, sabermos lidar e conduzir com firmeza essa nova realidade com estas novas crianças, sem confundir limites com autoritarismo. Nesse modelo podemos afirmar que não só teremos respeito por eles, como eles terão por nós.
Os seres Cristal já são crianças que trazem as qualidades da paz e do amor desprendido e incondicional ao próximo, a tudo e a todos, trazendo com isso o equilíbrio em seus ambientes, por mais caótico que sejam. Identifique uma família problemática, um lar em constante desarmonia, com muitas brigas, e lá encontramos uma criança feliz, amorosa e sorridente, que todos acabam comentando: "não sei como aquela criança é tão maravilhosa em uma casa tão desestruturada...".
Pois então, lá está um ser Cristal no lugar certo e na hora exata para cumprir sua missão nesta família e também no meio social que faz parte, sem brigar e questionar, apenas quer harmonizar e se ligar a todos pela consciência e pelo amor, por isso podem não ter muita afinidade com a fala até os quatro ou cinco anos de idade, dando prioridade aos gestos, desenhos, e outras formas de expressão.
Devemos aprender a dialogar e a trocar com as nossas crianças da nova era e, ensinar-lhes os valores básicos do equilíbrio em suas vidas, com muitas referências e não restrições, para que possam encaminhar seus potenciais, facilitando a sua conduta e direcionamento em nossa sociedade, que se beneficiará com este diferencial de comportamento, renovando estigmas e padrões que já não nos servem mais.
As crianças Índigo e Cristal vieram em tarefa especial, para impulsionar mudanças maravilhosas na humanidade e no planeta terra, elas vêm nos ensinar qual o melhor caminho a seguir, e conseqüentemente a reorientação da humanidade para a verdadeira Paz e o Amor - transformações e necessidades tão imediatas para nossa sobrevivência. Será que você tem uma ao seu lado?
AS CRIANÇAS ÍNDIGO E CRISTAL
*O Contrato entre pais e filhos*
Antes de uma alma encarnar na Terra ela seleciona um local e a família que preencherá as suas necessidades espirituais de crescimento e evolução. Vocês podem estar certos que as vossas crianças os selecionaram por uma razão que as conduzirá ao crescimento delas assim como também ao vosso, pois estes contratos de alma são sempre de natureza mútua. Os pais se responsabilizam por criar a alma que chega a seu corpo jovem assim como protegê-la e dar-lhe tudo o que necessita para sobreviver no plano material. Os pais também se responsabilizam por ajudar no desenvolvimento de quaisquer habilidades e talentos que possam fazer parte da missão espiritual da criança neste planeta.
A criança, por sua vez, responsabiliza-se em ajudar os pais a elevarem a sua consciência através da convivência com uma alma de vibração superior e de mais profunda sabedoria. Este é o caminho natural da evolução, onde a alma da criança está sempre numa espiral superior de evolução e podendo, portanto, auxiliar os pais a também evoluírem. Mas os pais necessitam estar conscientes desta dádiva. Tantos pais adormecidos vêem suas crianças como seres vulneráveis, que necessitam ser controladas e moldadas, que são incapazes de ver a sabedoria e a dádiva que vem com cada criança.
Na futura Nova Terra, cada criança que nascer será reconhecida por sua sabedoria como alma. E os pais estarão conscientes de seu contrato com a criança, e buscarão cumpri-lo juntamente com suas obrigações materiais para o bem estar físico da criança.
CRIANÇAS ÍNDIGO
Os pais que aceitam apoiar e criar uma criança da vibração Índigo concordaram em ser os zeladores de uma alma que traz uma nova forma de energia para o Planeta. Crianças Índigo são almas pioneiras e seus pais acordaram em juntarem-se a eles para serem os pioneiros de novas formas de vida familiar e comunitária. A missão da alma da criança é questionar e desafiar velhas formas e criar o caminho para a manifestação de novas formas. Uma criança Índigo é também sensível, amorosa, talentosa e intuitiva. Os pais responsabilizam-se em encontrar formas de estimular esta sensível e bela energia e ajudar no desenvolvimento dos dons e talentos da criança até ao ponto que puderem.
A criança, por sua vez, se compromete a ser a instrutora de novos caminhos. Mas para fazer isto precisa desafiar e questionar os velhos caminhos. A criança Índigo faz isto de duas maneiras. Primeiramente, ele ou ela questiona ou desafia todos os sistemas de crenças e “regras” que vocês ou qualquer outra pessoa tente impor a elas. Desta forma elas lhes mostrarão o que funciona para elas e o que não, e dependerá de vocês, como pais, ouvirem e aprenderem,e não tentarem impor a vossa vontade a elas.
O segundo método de ensinamento é a criança prover um “espelho” para os pais. A criança aceita os padrões disfuncionais que os pais estão a fazer prevalecer nas suas vidas. Estes padrões têm geralmente a ver com a baixa auto-estima e a não aceitação do eu. É por isto que tantos Índigos entram em padrões auto-destrutivos de abuso de drogas e promiscuidade sexual. Eles estão refletindo de volta à suas famílias e comunidades os padrões auto-destrutivos que eles aprenderam.
É também por isto que muitos pais de Indigos lutam com os padrões de comportamento aparentemente destrutivos dos adolescentes Índigos. Os pais precisam compreender que necessitam examinar os seus próprios padrões destrutivos e começar a vivenciar padrões mais amorosos e revigorantes que auxiliem a si e à suas crianças. Quantos pais preenchem suas mentes e corpos com pensamentos e substâncias tóxicas e gastam seu tempo com trabalhos que não gostam, anulando os seus verdadeiros sentimentos? A vossa criança Índigo o alertará disto e será o vosso guia para libertá-los destas formas de ser aprendidas e herdadas. Elas vos ajudarão a despertarem para quem e o que vocês são e para o que vocês são capazes quando são verdadeiros consigo mesmos.
CRIANÇAS CRISTAL
A criança da vibração Cristal traz um tipo diferente de contrato com os pais. Pode-se dizer que onde as Índigo são a equipe de demolição, as Cristal são os construtores. É por isto que Índigos e Cristais encarnam com tanta freqüência na mesma família. Isto permite que sejam removidas as velhas estruturas e as novas sejam construídas. Mas uma criança Cristal é um ser de vibração muito alta e a missão de sua alma inclui trabalhar na Rede Planetária Cristal e manter a energia para facilitar a mudança global. Assim sendo, o contrato com a criança Cristal é ainda mais desafiador para os pais que precisam compreender que esta pequena criança é também uma alma sábia e poderosa cujo trabalho se estende além dos estreitos perímetros da família.
É por isto que as crianças Cristal estão frequentemente estressadas e superenergizadas. Elas estão trabalhando com as energias daqueles à sua volta, não apenas ao nível familiar, mas também ao amplo nível comunitário. O desafio é dos pais em compreenderem a natureza do trabalho do ser e alma da criança Cristal e tentarem apoiá-los de acordo.
Em retorno, a criança Cristal auxiliará no crescimento espiritual dos pais. A criança Cristal é capaz de “atrair” para a vida dos pais as pessoas e eventos que os pais necessitam para seu desenvolvimento. Isto é porque a consciência da criança Cristal frequentemente se estende de forma muito ampla e pode localizar e atrair aqueles seres que poderão ser mais benéficos naquele momento para a família. Portanto, pais de crianças Cristal frequentemente se encontram numa trilha de acelerado crescimento e desenvolvimento que é a dádiva de sua criança.
O crescimento espiritual irá auxiliar mais frequentemente a criar um nível superior de consciência dentro da família e também a criar novas formas de interação familiar e respeito. O ensinamento mais poderoso aqui é o da “Igualdade do ser”. A criança Cristal presenteia a família com energias poderosas, amorosas e criativas. É o “equivalente” dos pais e precisa ser tratada com exatamente o mesmo amor, respeito e honra.
No futuro, as crianças serão consideradas como iguais e com “direitos” iguais na família e não apenas como dependentes. As crianças serão consultadas nos assuntos familiares que as afete e lhes serão dadas opções e escolhas. Este é o ensinamento delas e seu contrato com vocês, como pais – honra, respeito, apoio e amor, que é mutuo e mutuamente benéfico.
Estes seres fantásticos que estão chegando à Terra, cada vez mais e mais... encarnando em todos os países, em todas as raças, em todos os níveis sociais, nas aldeias mais distantes e nas cidades mais populosas e muito... muito possivelmente dentro da sua própria família, bem debaixo do seu nariz! As Crianças Índigo são crianças fabulosas que estão encarnando aqui na Terra há bastante tempo, mas vinham poucas delas, até depois da segunda guerra mundial começaram a vir em maior número e a partir da década de 70 então, começaram a chegar em ondas, cada vez mais e mais delas. Hoje, os dados são impressionantes! Pesquisadores americanos estimam que depois de 1995 oitenta e cinco por cento dos nascimentos ocorridos na Terra é de crianças índigo! Fica muito evidente que alguma coisa está acontecendo. Mas, o quê? Astrônomos importantes como Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Sola, Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos, chegaram à conclusão de que o sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação das Plêiades. Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione. Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel de radiação que foi chamado de cinturão de fótons. Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética. A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos nesse anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione. A última vez que a Terra passou por ele foi durante a Era de Leão, há cerca de doze mil anos. Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos nesse anel de radiação. Sob a influência dos fótons, todas as moléculas e átomos do nosso planeta passam por uma transformação, precisando se readaptar a novos parâmetros. A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura que não produz sombra nem escuridão. Talvez por isso os hindus chamem de Era da Luz os tempos que estão por vir. Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons, e em 1987 foi a Terra que começou a penetrá-lo, estando gradativamente avançando até que no ano de 2012 deverá estar totalmente imersa em sua luz. As pessoas despertas acordarão como de um sonho com seus centros de energia totalmente abertos, livres do véu do esquecimento, tanto pessoal quanto planetário, pertinentes à terceira dimensão. As pessoas começarão a se reconectar com suas origens e propósitos da alma, que é o retorno da Consciência Crística para o planeta. Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma. Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a penetrar no cinturão de fótons, estávamos nos sincronizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão. O véu do esquecimento que envolve o nosso planeta cairá de tal modo que os primeiros Semeadores de Vida na Terra, vindos de outros sistemas, reaparecerão nos auxiliando a firmar uma nova civilização e a incorporar uma nova realidade. Prestem atenção, eu vou repetir: O véu do esquecimento que envolve o nosso planeta cairá de tal modo que os primeiros Semeadores de Vida na Terra, vindos de outros sistemas, reaparecerão nos auxiliando a firmar uma nova civilização e a incorporar uma nova realidade. Meus irmãos... é aqui que entram as Crianças Índigo - essas crianças fascinantes... fantásticas... fabulosas... que são o próximo passo na nossa evolução como espécie humana. Vocês se lembram da novela " Mulheres Apaixonadas " que a Globo apresentou há algum tempo atrás? Vocês se lembram da Salete? Aquela menininha que tinha visões, que previa acontecimentos... pois bem, é o próprio autor da novela, o escritor Manoel Carlos, que fala:nos Estados Unidos ouvi falar muito das Crianças Índigo. Salete é Índigo. Ela tem uma percepção da Luz, vê anjos, prevê acontecimentos, tem premonições... As Crianças Índigo são crianças espetaculares. E estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. São catalisadores desencadeando as reações necessárias para a transformação. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente no tocante ao uso da potencialidade dos hemisférios esquerdo, menos desenvolvido, e direito, mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas vão além do plano intelectual. Elas exigem do ambiente à sua volta certas características que não são comuns nas sociedades atuais. E elas vão agir, aliás, já estão agindo, através do questionamento e transformação de todas as instituições rígidas que as circundam, começando pela família. Família que se baseia na imposição de regras, sem tempo de dedicação, sem autenticidade, sem explicações, sem informação, sem escolha e sem negociação. Essas crianças simplesmente não respondem a essas estruturas rígidas, porque para elas é imprescindível haver opções, relações verdadeiras e muita negociação. Elas não aceitam serem enganadas porque elas têm uma intuição para perceber as verdadeiras intenções dos adultos e não têm medo. Portanto, intimidá-las não traz resultado, porque elas sempre encontrarão uma maneira de obter a verdade. A segunda instituição vulnerável à ação dos Índigos é a escola. Hoje, o modelo de ensino é sempre imposto sem muita interação, um modelo feito para o hemisfério esquerdo do cérebro, o racional, o lógico, incompatível com os Índigos que naturalmente têm o hemisfério direito mais desenvolvido, o que lhes dá o grande poder intuitivo, a grande capacidade de percepção extra-sensorial. Como elas possuem uma estrutura mental diferente, elas resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino. Assim, através do questionamento, elas influenciarão todas as demais instituições, o mercado de trabalho, a cidadania, as relações interpessoais, as relações amorosas, as instituições espirituais, pois elas são essencialmente dirigidas pelo hemisfério direito.
Mas por quê índigo? Por que Crianças Índigo?
O nome : Criança Índigo refere-se à cor da sua aura, o azul-índigo, que indica uma aura de Mestre. São crianças especiais que decidiram encarnar no nosso planeta com uma missão e um objetivo específico: são guerreiros, detonadores de sistemas! Elas já vêm ao nosso planeta há bastante tempo. Alguns até argumentam que Jesus e Budha eram índigos, pois a missão deles, numa escala global, era mudar a consciência da humanidade. Nos anos setenta, começaram a vir em ondas. Muitos deles... seres que hoje estão nos seus vinte...trinta anos, a geração guerreira que começou a desafiar e a mudar os velhos sistemas. Nos anos oitenta e noventa, mais e mais ondas de índigos chegaram, agora com uma sensibilidade e refinamento maiores ainda! E no final dos anos noventa e início de dois mil eles estão ganhando a companhia das " Crianças Cristal " que chegam também como guerreiros... mas guerreiros espirituais! Presentemente, nós estamos vendo uma geração de Mestres vindo para o nosso planeta, essas crianças fantásticas também chamadas de " Crianças das Estrelas". Elas são a nossa esperança para o futuro, elas são a nossa esperança para o presente.
MAS COMO RECONHECER UM ÍNDIGO?
A resposta óbvia seria verificar a cor da sua aura. Mas nem todos os Índigos têm a aura na cor azul-escuro o tempo todo. O termo Índigo refere-se mais ao estado da alma do que à cor da aura, que muda um pouco de acordo com sua disposição e seus interesses. Videntes que vêem os estados da alma podem identificar Índigos. No entanto, é fácil identificar um Índigo pela sua sensibilidade, criatividade, espiritualidade e padrões gerais de comportamento. Como crianças, elas se parecem com todas as outras crianças, embora sejam freqüentemente bonitas e com olhos penetrantes. São sempre altamente inteligentes e cheias de perguntas e exigências. Têm muita energia, são muito ativas, têm muita força de vontade e um senso forte do seu próprio valor e importância. Sabem que são especiais e que estão aqui para fazer alguma coisa significativa. Possuem amigos "imaginários" e adoram fadas e golfinhos. A inteligência excepcional das crianças índigo pode ser exasperante para os adultos. Ninguém lhes dirá o que fazer, elas quererão debater e negociar cada instrução, cada ordem. Até que os pais aprendam que estão sendo ensinados e aprendam a respeitar o direito de escolha da criança e honrar essa escolha, eles continuarão a ser confrontados com lutas de poder e batalhas de força de vontade. A maneira correta de lidar com um Índigo é de estar disposto a negociar, explicar, dar-lhe escolhas. Ordens como "Faça assim porque eu estou mandando" só produzirão hostilidade e indiferença. Os Índigos geralmente não gostam nada-nada da escola. Ficam entediados pelo passo vagaroso e pelas tarefas repetitivas. Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. São hiperativos, distraem-se com facilidade, tendo baixo poder de concentração. Têm alta sensibilidade, não conseguem ficar quietos ou sentados, a menos que estejam envolvidos em alguma coisa do seu interesse. Por serem orientados pela parte direita do cérebro, quando adultos, são geralmente atraídos por atividades e ocupações que usam o hemisfério direito, como a música, a arte, a escrita, a espiritualidade. Adoram cristais, Reiki, meditação e yoga. São intensivamente leais aos seus amigos, acreditam em honestidade e comunicação nas relações. Ficam freqüentemente desconcertados com a desonestidade, a manipulação e outras formas de comportamento egoísta. Uma das características-chave dos Índigos é freqüentemente a sua ira. As figuras de autoridade não conseguem nada com elas. Num nível profundo, elas não reconhecem a autoridade. Sabem que somos todos iguais e por isso ficam irritados, furiosos mesmo, com aqueles que se comportam ditatorialmente , quer sejam pais, professores ou patrões. São muito compassivos, amam os animais e qualquer forma de vida; têm muitos medos, como medo da morte e perda dos seres amados. Se experimentam muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente. Um problema sério quando se trata de Crianças Índigo é o diagnóstico errado habitual dado aos índigos, catalogados como portadores de Transtorno do Déficit de Atenção ou do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Com isso, dá-se medicação a elas, sedando toda a sua imensa potencialidade. Essas crianças estão aqui para nos ajudar na transformação do mundo. Portanto nós precisamos aprender com elas, principalmente escutando-as e observando-as. As Crianças Índigo chegam aqui para nos dar um novo entendimento, são verdadeiros presentes para os pais, para o planeta e para o universo. Quando honramos estes pequeninos como presentes, nós vemos a sabedoria divina que eles trazem para ajudar a crescer a vibração do nosso Planeta. O passo mais importante para entender e se comunicar com essas crianças é mudar a nossa forma de pensar a respeito delas, derrubando os nossos paradigmas para honrar os pequeninos como presentes ao invés de problemas. Assim abriremos as portas para perceber a grande sabedoria que elas trazem. Os pequeninos honrarão essa intenção, e um caminho para o entendimento aparecerá.
Até aqui, falamos dessas crianças maravilhosas, as Crianças Índigo. Mas existe mais... as Crianças Cristal estão chegando!
Por volta do ano dois mil essas crianças começaram e encarnar na Terra. Elas representam o próximo passo na evolução humana. Elas seguem às crianças índigo. Sua missão é completar o trabalho começado pelos índigos. Elas também são detonadores de sistemas, são os guerreiros espirituais que vêm desmantelar e remover maneiras velhas e limitadas de pensar e elas vêm para começar o processo de renovação e reconstrução. A missão primária de uma Criança Cristal é ensinar as maneiras de vida muiltidimensional em harmonia, paz e amor. Elas estão vindo nos ensinar como viver vidas emancipadas com o reconhecimento dos nossos plenos poderes. Elas estão vindo para nos ajudar a nos ligar novamente com as Energias Divinas. Elas representam o caminho futuro da raça humana. E uma das dádivas mais mágicas delas para conosco é que elas são catalisadores para a nossa evolução: várias crianças e adultos Índigo estão fazendo a transição para o estado Cristal com a ajuda da elevação energética que essas crianças fornecem pela mera presença delas na Terra.
As Crianças Cristal são primariamente reconhecidas pelas suas auras que são geralmente claras como cristal mas também podem ter tons de dourado, azul-índigo ou púrpura, dependendo de sua afiliação de Raio. As Crianças Cristal nascem com acesso ao seu Eu Multidimensional e estão geralmente ancoradas na Sexta Dimensão com a habilidade de se abrirem para a Nona Dimensão, a completa Consciência do Cristo! Isso quando o planeta estiver pronto, provavelmente em torno do ano de 2012, quando a primeira geração de Crianças Cristal atingir os 12 anos de idade. Existem algumas características bastante definidas que as Crianças Cristal têm quando encarnam: São geralmente bebês grandes e freqüentemente têm cabeças que são proporcionalmente grandes para os seus corpos. Tem olhos grandes e penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. O que esses bebês estão fazendo é acessar os registros de alma do adulto e ler quem é ele. Esse é um comportamento perfeitamente normal para essas crianças e elas ficarão muito contentes se o adulto fizer o mesmo de volta. É a maneira cristal de se comunicar, olhar para a alma de outro ser e sentir quem é ele. Uma coisa que todos nós aprenderemos a fazer no futuro. Emocionalmente, elas são geralmente bebês muito bons e calmos formando um laço intenso com a mãe. Esta é, geralmente, a primeira encarnação delas neste planeta e precisam da reafirmação e estabilidade que a presença física da mãe pode oferecer. São crianças extremamente amorosas e freqüentemente procurarão ajudar e curar tanto humanos como animais em sofrimento. São crianças também extremamente sensíveis. Elas não só são capazes de ler o registro da alma de uma pessoa como também sentir todas as tensões e raivas não resolvidas que a pessoa carrega em seu subconsciente. É por isso que elas são tão sensíveis ao seu meio ambiente. Educar uma Criança Cristal pode ser um verdadeiro desafio. Freqüentemente os assuntos não resolvidos dos pais são sentidos pela criança , que será afetada negativamente por essas emoções . Mas a característica pessoal mais fora de série das Crianças Cristal é o seu poder. Elas são muito poderosas! Elas têm as energias poderosas de um Mestre da Sexta Dimensão. É por isso essencial que os pais aprendam a respeitá-las e a negociar com elas. Senão essa energia poderosa será usada em lutas por poder que seus pais ou educadores nunca irão ganhar. Crianças Cristal têm várias dádivas especiais que derivam das suas habilidades multidimensionais. Elas têm a habilidade não só de ler os campos de energia das pessoas como muitas outras habilidades psíquicas, desde mover objetos mentalmente até ler livros sem abrí-los e ainda têm uma grande habilidade de comunicar-se telepaticamente e é por isso que elas, às vezes, não falam até que tenham 4 ou 5 anos de idade. A missão de todas as Crianças Cristal é avançar a evolução humana pelo processo da ascensão. Elas estão aqui para nos mostrar como viver de uma maneira completamente nova e diferente. Só por chegarem em tão grande número e ancorarem a Energia Crística, elas estão facilitando uma mudança nas energias planetárias. Mas também estão aqui para nos ensinar técnicas de vida multidimensional para o reconhecimento dos nossos plenos poderes. A Criança Cristal move-se facilmente entre as diferentes dimensões. Não estão nada limitadas ao mundo da terceira dimensão; embora tenham corpos e funcionem na realidade da terceira dimensão, elas estão essencialmente sintonizadas na sexta dimensão e trazem essa energia para o nosso planeta. O princípio fundamental por trás dessa maneira de viver é a Consciência da Unificação. As Crianças Cristal percebem e vivem a Unidade. Elas sentem as energias dos outros. Elas apanham ansiedade e stress que não são delas. Elas sentem as toxinas no ambiente e na comida. Temos que estar conscientes da dádiva que estas crianças nos trazem. Elas são o futuro. Elas nos mostram o que estamos nos tornando. E a dádiva especial delas para conosco é para nos dizer que nós podemos nos tornar assim como elas agora, se deixarmos que as suas energias nos movam para o próximo degrau na escala da evolução. Ao chegarem em número tão significativo elas estão precipitando o despertar espiritual de grande número de humanos. E não há limite de idade para isso. Você pode ter 10 ou 100 anos, pegar essa onda de energia Cristal e renascer no seu estado Crístico!
Aos pais dessas crianças fascinantes eu gostaria de dizer aqui algumas palavras do Mestre Sananda que eu passei de uma mensagem publicada na revista Amaluz em 1998. Sananda é o nome como esotericamente é conhecido Jesus de Nazaré:
" Não as forcem a enquadrar-se nos velhos moldes. Elas chegaram com novas marcas de nível superior para a humanidade, codificadas dentro do seu ser. Elas carregam em seu interior grande sabedoria espiritual; - Lembrem-se de que seus filhos não são vocês. Em outros níveis do seu ser vocês estabeleceram acordos com eles para permitir-lhes vir através de vocês para a experiência no plano terrestre. Repito, eles vieram através de vocês mas não são vocês. Cada um deles é único e vem com sua própria personalidade, talentos e pensamentos. Não esperem que eles vivam os seus sonhos, pois eles têm os deles próprios; - Passa ser sua tarefa amá-los incondicionalmente, sustentá-los e encorajá-los em suas explorações e ajudá-los a descobrir seu propósito de estarem aqui, suas missões e a exercerem os papéis apropriados para eles; - Essas crianças trazem sistemas neurológicos diferentes em seus corpos. Elas exigirão muito amor e compreensão por parte de suas famílias e da comunidade. Essas crianças podem parecer desajustadas e de certo modo são, porque elas anunciam a chegada da sétima raça original, a raça índigo a seu planeta. Elas são as precursoras de seres de dimensões ainda superiores que virão; - Seria conveniente que vocês ampliassem seus horizontes com alguns estudos metafísicos. Seria desejável iniciar momentos de meditação familiar e que cada pessoa possa compartilhar em comunhão espiritual juntos, permitam que cada membro da família participe de algum modo. Além disso, as crianças sabem que existem anjos em volta, encorajem essas conexões. Permitam que reino angélico participe desses momentos miraculosos no plano terrestre; - Dêem ouvidos a seus filhos quando eles manifestarem o desejo de compartilhar suas experiências com sonhos. Muita informação é transmitida, os sonhos trazem mensagens da alma; - Encorajem seus filhos a apreciar e respeitar a natureza, a sentir a terra, a observar as plantas e os animais em seu ciclo através das estações. Ensinem-nos a amar e respeitar seus animais de estimação. Se possível, levem-os à praia, às montanhas e às planícies. Permitam que eles vejam diretamente a grandeza do planeta. Pergunte o que eles estão vendo e sentindo e talvez mesmo ouvindo, pois eles não irão ver, ouvir e sentir o mesmo que vocês. Dêem ouvidos a eles. Eles são sábios. Permitam que eles os ensinem de modo que vocês possam compartilhar de seu encanto; - Com a mescla dos planos astrais inferiores no plano físico, seus filhos podem ver figuras, formas e outras aparições... essas visões durante a vigília são válidas e podem ser divertidas ou assustadoras...sábio é o pai que não rejeita jocosamente essas experiências de seus filhos. Encorajem seus filhos a falar sobre essas experiências, e riam com eles ou compadeçam-se com eles mas permitam que eles manifestem essas visões. Trabalhem com seus filhos para passar essas entidades para as mãos orientadoras das forças angelicais, que em troca os conduzirão a seus lugares apropriados em outros planos de existência; - Não sejam precipitados em suas avaliações, pois seus filhos não são loucos. Se vocês, de alguma maneira, ficam confusos sobre como cuidar dessas crianças e do seu crescimento, procurem orientação apropriada daqueles que compreendem princípios metafísicos e espirituais e a transmutação de energia; - Dêem aos seus filhos sua máxima atenção. Eles os ensinarão muito e vocês serão abençoados por eles. Amem incondicionalmente. Abençoem vigorosamente. Tratem com grande carinho, pois eles são seus instrutores. Eles vêm para cá com muito amor para compartilhar e vêm com paz, harmonia, tolerância e alegria em seus corações. Sim, meus amados, ouçam bem, pois eles trazem lições de sabedoria para vocês ".
Crianças Índigo
Sensíveis, intuitivas, criativas, algumas com capacidades paranormais, quase todas resistentes à imposição de autoridade e capazes de formular suas próprias teorias acerca do mundo, as crianças índigo chegam com a missão de transformar a humanidade. São seres da nova energia, arautos da paz, mensageiros da luz: sabem que foram e o que vieram fazer nesta vida. São dotadas de uma percepção consciente da essência e com faculdades psíquicas para perceber os arquétipos.
Algumas podem até ser superdotadas em termos cognitivos e/ou de aprendizagens, mas o dom dessas crianças é essencialmente espiritual. Estão
A nascer em todas as casa (diz a terapeuta de Reiki Isabel Leal) e vão provocar uma inversão total de valore. Só entendem a linguagem do Amor, não se deixam enganar nem se desviam de seu caminho. Resistem aos padrões de educação tradicional e dão nas vistas pelo comportamento.
Nelson Liam, neuropsicólogo, diretor do Instituto da Inteligência e da Academia de sobredotados, membro da Academia da Califórnia, entre outras coisas, é apenas um dos muitos cientistas que tenta dotar este fenômeno “de uma teoria credível”; por isso, propõe - se a analisar os aspectos culturais e sociais que lhe estão associados. O Instituto de Inteligência realiza diariamente testes para descobrir crianças superdotadas e Nelson Lima admite que este novo conceito de “índigo” ultrapassa os aspectos de sobredotação.”A arquitetura cognitiva das crianças de hoje é totalmente diferente ,já que existem muitos mais ligações entre os neurônios.Nos índigos, para além deste aspecto, parece haver uma capacidade inata para entender o mundo e as leis que regem”, diz ele.
Afinal, qual é o comportamento de uma criança índigo? Lee Carroll e Jan Tobber descrevem em seu livro dez características mais comuns.São elas:
Vêm ao mundo com um sentimento de realeza, e freqüentemente comportam-se como tal; Têm a sensação de que merecem estar aqui e surpreendem-se quando os outros não sentem o mesmo; A auto-estima não é alvo de grandes preocupações e, muitas vezes, estas crianças sabem dizer exatamente quem são; Têm grandes dificuldades em aceitar a autoridade absoluta, sobretudo aquela que não explicações nem alternativas; Há coisas que elas, pura e simplesmente, não são capazes de fazer,como esperar quietas numa fila; Sentem-se frustradas com sistemas repetitivos, que não requerem criatividade; Têm muitas vezes, melhores formas de fazer as coisas, tanto em casa com na escola, o que as torna rebeldes e desintegradas aos olhos dos outros; Se não houver outros com o mesmo nível de consciência, podem sentir que não há ninguém que as entenda e podem se tornar anti-sociais; Não respodem à disciplina da culpa; São, por vezes, tímidos a expressar aquilo que necessitam;
O QUE É SER UM CRIANÇA ÍNDIGO?
Quem são esses seres maravilhosos, cujo ADN e sistema de chacras é tão diferente dos nossos, e que desde a década de 80 estão a encarnar cada vez em maior numero, (estima-se em mais 89% dos actuais nascimentos) e que nós, continuamos teimosamente a chamar, de "crianças com problemas". Para eles, todo o meu Amor e admiração! Paz Profunda Uma Criança Índigo é aquela que apresenta um novo e incomum conjunto de atributos psicológicos e mostra um padrão de comportamento geralmente não documentado ainda. Este padrão tem fatores comuns e únicos que sugerem que aqueles que interagem com elas (pais em particular) mudam seu tratamento e orientação com objetivo de obter o equilíbrio. Ignorar esses novos padrões é potencialmente criar desequilíbrio e frustração na mente desta preciosa nova vida. Existem vários tipos de Índigos, mas na lista a seguir nós podemos dar alguns dos padrões de comportamento mais comuns:
1.Elas vêm ao mundo com um sentimento de realeza e frequentemente agem desta forma.
2.Elas têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresas quando os outros não compartilham isso.
3.Auto-valorização não é uma grande característica. Elas frequentemente contam aos pais quem elas são.
4.Elas têm dificuldades com autoridade absoluta sem explicações e escolha.
5.Elas simplesmente não farão certas coisas; por exemplo, esperarem quietas é difícil para elas.
6.Elas se tornam frustradas com sistemas ritualmente orientados e que não necessitam de pensamento criativo.
7.Elas frequentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer como questionadores de sistema (inconformistas com qualquer sistema).
8.Elas parecem anti-sociais a menos que estejam com outras do mesmo tipo. Se não existem outras crianças com o nível de consciência semelhante em volta, elas frequentemente se tornam introvertidas, sentindo-se como se ninguém as entendesse. A escola é frequentemente difícil para elas do ponto de vista social.
9.Elas não responderão à pressão por culpa do tipo: "Espere até seu pai chegar e descobrir o que você fez".
10.Elas não são tímidas em fazer você perceber o que elas precisam.
O termo "Crianças Índigo" vem da cor da aura dessas crianças. Existe uma amiga dos autores, que conheceram em meados dos anos 70, cujo nome é Nancy Ann Tappe. Nancy foi a autora do livro chamado "Entendendo Sua Vida Através da Cor" (Understanding Your Life Through Color). Neste livro estão as primeiras informações sobre o que ela titulou de Crianças Índigo. Como ela vê as cores? Quão preciso é isso? Nancy tem sido diagnosticada com uma situação em que dois dos seus sistemas neurológicos cruzam e isso cria uma situação em que ela, literalmente, pode ver a aura humana. Ela é como uma câmera de Kirlian, ou seja, ela vê campos electromagnéticos, as cores e as frequências. Ela é uma pessoa fabulosa, uma maravilhosa conselheira, metafísica e professora. Ela percebeu muito cedo que existia uma cor da aura associada com alguns recém-nascidos. Ela estava trabalhando no seu PhD. Nancy tem dito desde 1980 que cerca de 80% das crianças nascidas são índigo. E, a partir de 1995, nós temos um índice maior ainda, tanto que requer uma análise para saber o que está acontecendo. Nós estamos vendo uma nova geração de Mestres vindo para nosso planeta e elas são também chamadas de "Crianças Estrela", "Crianças Azuis" e através do trabalho de Nancy, elas são chamadas, a partir de nossa perspectiva, de "Crianças Índigo". Elas são nossa esperança para o futuro. Elas são nossa esperança para o presente. E isso, esotericamente falando, é o que está realmente acontecendo.
Tipos de Crianças Índigo
Existem quatro tipos diferentes de Índigos e cada um tem uma proposta:
1. HUMANISTA
Primeiro, existe o Índigo Humanista que vai trabalhar com as massas. Eles serão os futuros doutores, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos. Vão servir as massas e são hiperativos. São extremamente sociais. Conversam com todo mundo e fazem amizade facilmente. São desastrados do ponto de vista motor e hiperativo, como dito anteriormente, e de vez em quando, eles vão dar com a cara nos muros, pois esquecem de pisar no freio. Eles não sabem brincar com apenas um brinquedo. Ao invés disso, trazem todos para fora e os espalham. Às vezes, não tocam na maioria destes. São do tipo que têm que ser permanentemente lembrados pois frequentemente se esquecem das ordens simples e se distraem. Por exemplo, você pede para eles arrumarem o quarto. Eles começam a arrumar e de repente encontram um livro e começam a ler porque são leitores ferozes. Certa vez, eu estava em um vôo onde estava uma criança de cerca de 3 anos que estava aprontando. Sua mãe deu-lhe o panfleto de segurança do avião e ele o abriu todo com todas as figuras. Ele permaneceu sentado, muito sério como se estivesse lendo, muito sério e intenso na concentração. Ele estudou o folheto por uns cinco minutos e eu sabia que ele não poderia ler mas ele pensava que ele estava. Este é o típico Índigo Humanista.
2. CONCEITUAL
Os Índigos Conceituais estão mais para projetos do que para pessoas. Serão os futuros engenheiros, arquitetos, projetistas, astronautas, pilotos e oficiais militares. Eles não são desajeitados, ao contrário, são bem atléticos como crianças. Eles têm um ar de controle e a pessoa que eles tentam controlar na maioria das vezes é a mãe se são meninos. As meninas tentam controlar os pais. Se eles são impedidos de fazer isso, existe um grande problema. Este tipo de Índigo tem tendência para outras inclinações, especialmente as drogas na puberdade. Os pais precisam observar bem o padrão de comportamento dessas crianças quando elas começarem a esconder ou a dizer coisas tais como, "Não chegue perto do meu quarto": é exatamente quando os pais precisam se aproximar mais.
3. ARTISTA
Este tipo de Índigo é muito mais sensível e frequentemente menor em tamanho, embora isso não seja uma regra geral. Eles são mais fortemente ligados às artes. Eles são criativos e serão os futuros professores e artistas. Em qualquer campo que eles se dediquem será sempre pelo lado criativo. Se eles entrarem na medicina, eles se tornarão cirurgiões ou pesquisadores. Quando eles entrarem nas artes, eles serão o ator dos atores. Entre 4 a 10 anos eles podem pegar até 15 diferentes artes criativas - fazer uma por cinco minutos e encostar. Portanto, se diz às mães de artistas e músicos, "Não compre instrumentos, mas alugue". O Índigo Artista pode trabalhar com até 5 instrumentos diferentes e então, quando eles entrarem na puberdade, escolherão um campo e se empenharão para se tornarem artistas nessa especialização.
4. INTERDIMENSIONAL:
O Índigo Interdimensional é muito maior do que os demais Índigos, do ponto de vista de estatura. Entre 1 e 2 anos de idade você não pode dizer nada para eles. Eles dizem: "Eu já sei. Eu posso fazer isso. Deixe-me sozinho". Eles serão os que trarão novas filosofias e espiritualidade para o mundo. Podem ser mais valentões porque são muito maiores e também porque não se encaixam no padrão dos outros três tipos.
Dicas para reconhecer os Índigos
Os autores listam as seguintes características para ajudar a identificar se sua criança é um Índigo:
1.Tem alta sensibilidade
2.Tem excessivo montante de energia
3.Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração
4.Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela
5.Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada
6.Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática
7.Podem se tornar frustrados facilmente porque têm grandes ideias, mas uma falta de recursos ou pessoas para assistirem pode comprometer o objetivo final
8.Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou serem simplesmente ouvintes.
9.Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse
10.São muito compassivas; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados
11.Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente
ALGUMAS FRASES EXTRAÍDAS DO LIVRO "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento."
"Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos os que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
"O termo Crianças Índigo refere-se aos emissários especiais enviado do Céu pelo Pai-Mãe-Criador, suportando um profundo intento."
"Muitas pessoas têm dificuldades no relacionamento com esses emissários porque eles aproximam-se com crenças pré-concebidas e regras que as crianças não compartilham."
"Crianças são tudo que elas precisam ser; elas são elas mesmas. Vamos deixá-las sozinhas para que elas possam ser exatamente o que elas são."
Problemas que os Índigos podem experimentar
Existem atributos positivos com as Crianças Índigo, mas existem também três complicações que o autor já testemunhou tanto profissionalmente como na vida particular:
1.Elas demandam mais atenção e sentem que a vida é muito preciosa para deixar escapar. Elas querem que as coisas aconteçam e frequentemente forçam situações para realizarem o desejado. Os pais facilmente caem em armadilhas de fazer para a criança ao invés de desempenhar um papel na modelagem ou no compartilhamento. Uma vez que aconteça os pais serão apenas fantoches.
2.Estes emissários podem tornar-se emocionalmente irritados por pessoas que não entendam o fenômeno Índigo. Eles não podem compreender porque as pessoas operam em modalidades não baseadas no amor. Porém, elas são extremamente resistentes e hábeis para ajudar crianças carentes, embora esta ajuda seja frequentemente rejeitada. Quando jovens, eles podem ter problemas de ajustamento com outras crianças.
3.As Crianças Índigo são frequentemente tituladas como tendo ADD. (Attention Deficit Disorder) ou alguma forma de hiperatividade. Em muitos casos são tratados com química quando deveriam ser tratados de forma diferente.
O QUE PODEMOS FAZER?
Estas crianças estão aqui para nos ajudar na transformação do mundo. Portanto, nós precisamos aprender com elas, principalmente escutando-as e observando-as. Não obstante, estamos relacionando algumas regras básicas que precisamos observar para não tolhermos o brilho dessas crianças:
1.Trate os Índigos com respeito. Honre sua existência na família.
2.Ajude-os a criar suas próprias soluções disciplinadas.
3.Dê a eles escolha em tudo.
4.Nunca os diminua, nunca.
5.Sempre explique o por quê de você dar instruções. Escute essas explicações por você mesmo. Não parece estúpida a expressão "porque eu disse que deve ser assim"? Se você concorda com a estupidez de expressões assim, então reconsidere suas instruções e as mude. Eles o respeitarão por isso e esperarão. Mas se você der a eles ordens autoritárias e ditatoriais sem bondade e razões sólidas, essas crianças o derrotarão. Elas simplesmente não vão obedecer e o que é pior, elas vão dar uma lista de motivos que desclassificam suas intenções. Algumas vezes suas razões podem ser simples, como por exemplo, "porque isso vai me ajudar hoje pois estou realmente cansado". A honestidade vencerá como nunca antes. Eles vão pensar sobre isso e acatarão.
6.Faça deles um parceiro no relacionamento. Pense bastante sobre este aspecto.
7.Quando crianças, explique tudo que você estiver fazendo para eles. Eles podem não entender, no entanto, eles perceberão sua consciência e honra por eles. Esta é uma tremenda dica antes deles aprenderem a falar.
8.Se problemas sérios desenvolverem, teste-os antes de iniciar tratamento baseado em drogas.
9.Provenha segurança no seu suporte a eles. Evite crítica negativa. Sempre deixe-os saber que você os apoiará em todos os momentos. Eles crescerão de encontro com suas verbalizações e irão surpreendê-lo durante o processo. Então, celebrem juntos. Não os faça simplesmente realizar, mas permita que eles façam com encorajamento.
10.Não os diga quem eles são, ou o que eles vão ser no futuro. Eles sabem melhor que você. Deixe que eles decidam suas áreas de interesse. Não os force a entrar em algum ofício familiar ou em algum tipo de negócio porque isso é que a família vem desempenhando por gerações. Estas crianças absolutamente não serão seguidores.
DICAS NO RELACIONAMENTO COM ÍNDIGOS
1.Os Índigos são abertos e honestos, isso não é uma vulnerabilidade mas a maior força. Se você não for aberto e honesto com eles, mesmo assim eles serão com você, no entanto, eles não o respeitarão.
2.Marasmo pode trazer arrogância para os Índigos, portanto não os deixe cair no marasmo. Se eles agem de forma arrogante, isso significa que eles precisam de novos desafios e novos limites. Alimente seus cérebros mantendo-os ocupados da melhor forma possível.
3.Pais, professores e orientadores devem estar aptos para definir e manter limites claros, ainda que suficientemente flexíveis para mudar e ajustar esses limites quando necessário, baseados no crescimento emocional e mental, pois os Índigos crescem rápido. Ser firme mas justo é necessário para a segurança deles e para nossa.
4.A mensagem dada e transmitida pelos adultos deve ser mais prazerosa do que dolorosa, e mais baseada no amor do que no medo.
8.Evite dar ordem (verbos no imperativo). Ao invés de ordens verbais, utilize o toque para chamar a atenção deles. Eles são muito sensíveis ao tacto (toque no ombro, aperto de mão, abraço, etc.).
9.Mantenha sua palavra.
10.Negocie com cada situação.
11.Não esconda nada e não use linguagem abusiva.
12.Deixe sua emoção mostrar amor e não ódio.
13.Se uma repreensão é dada, crie situações de dar um tempo ou folga.
14.Discuta a situação geradora da repreensão após seu término.
15.Depois de tudo, sempre reúna com a criança e reveja se houve um aprendizado e crescimento após a repreensão.
16.Importante, lembre-se que punição não funcionará com essas crianças. Punição é diferente de repreensão. Punição é baseada na culpa enquanto que repreensão é baseada num crescimento ou melhoramento.
CUIDADOS COM OS MÉTODOS EDUCACIONAIS NAS ESCOLAS
Na educação ou na escolha de escola devemos ter em mente que nós temos que ensinar as crianças como pensar e não o que pensar. Nossa regra não é passar o conhecimento, mas, ao invés, a sabedoria. Sabedoria é o conhecimento aplicado. Quando nós somente damos conhecimento para as crianças, nós estamos dizendo a elas o que pensar, o que elas supostamente devem saber e o que nós queremos que elas acreditem que seja verdade. Quando nós damos às crianças sabedoria, no entanto, nós não dizemos a elas o que pensar ou o que é verdade. Ao invés disso, nós dizemos a elas como obter sua própria verdade. Naturalmente, nós não podemos ignorar o conhecimento quando ensinamos sabedoria, porque sem conhecimento não existe sabedoria. Um certo montante de conhecimento deve ser passado de uma geração para a próxima, mas nós devemos deixar as crianças descobrirem por elas mesmas. O conhecimento é frequentemente perdido, mas a sabedoria nunca é esquecida. Os velhos padrões de energia são baseados na crença fundamental que as crianças são vasos vazios que devem ser preenchidos com conhecimento pelos experts, os professores. Os professores usam técnicas de envergonhar e comparar os estudantes com a ideia que isso trará motivação. Nesta atmosfera, qualquer criança que não se encaixa neste modelo será considerada como tendo problema. O problema com este sistema é que as crianças aprendem a encontrar suas necessidades por atenção e reconhecimento de uma forma negativa.
ASPECTOS ESPIRITUAIS DOS ÍNDIGOS
Os novos meninos Índigos, eu me refiro a eles como os Pequeninos, chegaram aqui para nos dar um novo entendimento da humanidade. Eles são presentes para os pais, para o planeta e para o universo. Quando honramos os Pequeninos como presentes, nós vemos a sabedoria divina que eles trazem para ajudar a crescer a vibração do Planeta Terra. O passo mais importante para entender e comunicar com essas novas crianças é mudar nossa forma de pensar a respeito delas. Derrubando nossos paradigmas para honrar os Pequeninos como presentes ao invés de problemas, você abrirá as portas para entender a sabedoria deles e a sua própria. Os Pequeninos honrarão seu intento e um caminho para o entendimento aparecerá. O crescente uso de medicações psicotrópicas reflete nosso desconforto mundial com a mudança. Nós estamos no limiar de deixar o velho mundo, baseado em competição, ciúme e inveja, e entrar numa nova era fundamentada em cooperação, amor e conhecimento de nossa unicidade. A velha energia está deixando caminho para a nova energia. As crianças que recentemente estão encarnando são diferentes das gerações anteriores. Elas são chamadas de “Crianças da Luz”, “Crianças do Milênio” e “Crianças Índigo” por uma boa razão. Estas crianças são altamente conscientes, sensíveis e com psíquico perfeito. Elas também têm tolerância zero para desonestidade e falta de autenticidade. Elas sabem quando alguém está mentindo instantaneamente. Imagine quão difícil é para estas crianças estarem em um sistema educacional que tem muita falta de autenticidade, tais como: "Vamos fingir que nós gostamos de estar aqui. Não vamos discutir quão infelizes nós todos somos para sermos forçados a vir a este lugar para aprender/ensinar coisas que não temos certeza da aplicação prática em nossa vida real". Em casa, os adultos frequentemente tratam suas crianças com desonestidade. Por exemplo, os pais escondem coisas dos seus filhos. Essas intuitivas crianças sabem quando alguma coisa está errada. Elas perguntam ao Pai ou a Mãe para confirmação destes sentimentos. Se os pais negam a verdade, isso pode conduzir essas crianças à frustração. Elas não sabem como conciliar a disparidade entre o que elas sentem por dentro (verdade) com o que os adultos dizem (inverdade). As Crianças Índigo encarnaram neste tempo por uma razão muito sagrada: para introduzir uma nova sociedade baseada em honestidade, cooperação e amor. Quando elas atingirem a fase adulta, nosso mundo será vastamente diferente do que é hoje. Nós não mais teremos violência e competição. Nós recordaremos da nossa habilidade para manifestar nossas necessidades, portanto não haverá necessidade de competir com os outros. Desde que nossas habilidades telepáticas naturais serão restabelecidas, mentir será impossível. E porque todo mundo perceberá a unicidade que existe entre todos os seres viventes, a solicitude será a base da sociedade. Nós incorremos em um grande débito de karma se interferimos na missão divina dessas crianças. Será extremamente importante que ajudemos a conduzir essas crianças para o sucesso espiritual. Para fazer isso, precisamos ser muito honestos com elas. Quando uma criança perguntar-lhe alguma coisa, mesmo que isso o faça sentir desconfortável, diga a eles a verdade. Eu frequentemente rezo pedindo sabedoria para falar com minhas próprias crianças, para que possa falar a verdade de uma maneira amável. Se você se sente desconfortável ao falar a verdade para sua criança, deixe que ela saiba disso. Você não precisa virar confidente, mas é importante honestamente compartilhar seus sentimentos com ela. Dessa maneira, você se tornará uma modelador positivo que mostra às crianças como honrar suas emoções. Nós estamos aprendendo da metafísica e suas fontes que estas novas crianças vindas para o planeta são de longe mais conscientes espiritualmente. Isto não significa que todos os Índigos vão crescer no ministério e como gigantes espirituais. Isso realmente significa que eles chegaram com um diferente nível de consciência, maior do que o nosso. De acordo com a maioria das fontes espirituais, estas crianças não somente estavam sendo esperadas mas elas são prova de uma evolução da consciência humana, além da velha energia das gerações anteriores. Elas são pacificadoras, almas velhas e sábias e uma suprema esperança de coisas melhores neste planeta. Elas estão interessadas em fazer as coisas cheias de paz em casa entre os pais. Elas importam de longe além das normas esperadas para as crianças e estão transbordando sabedoria que nos faz ficar sem fala. Seus instintos humanitários vêm já prontos e mostram as características delas desde o início. Elas são portanto um novo passo evolucionário na humanidade.
QUESTÕES RELACIONADAS A SAÚDE
Existem duas disfunções claramente associadas aos Índigos: ADD. (Attention Deficit Disorder) Desordem de Déficit de Atenção e ADHD (Attention Deficit Hyperactive Disorder) Desordem Hiperativa de Déficit de Atenção. Os Índigos são frequente e erroneamente diagnosticados como ADHD ou ADD. Por que se recusam a obedecer. Quando assistimos ao filme de Clint Eastwood, nós aplaudimos a rebeldia dele. No entanto, quando o mesmo espírito está evidente nas crianças, nós damos drogas a elas (Ritalin é a droga mundialmente usada). Diante disso, é importante enfatizar os seguintes pontos:
1.Nem todos os Índigos são ADD. ou ADHD.
2.Nem todas as crianças com ADD. ou ADHD são Índigos.
Algumas pesquisas, como a encontrada em [mediconsult.com], estimam que existem de 3 a 5 milhões de crianças ADHD. Se adicionarmos aquelas com deficiência de aprendizado, o quadro pode chegar a 10 milhões de crianças ou mais. Sendo assim, a entidade NIMH (National Institute of Mental Health) Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos passou a considerar ADHD como uma prioridade nacional com liberação de muita verba para pesquisa. Entre várias pesquisas, destacaremos a chamada CRP: Polaridade Reversa Crônica (CRP) Keith R. Smith descobriu a polaridade reversa crônica (CRP) como um remédio para a síndrome da fadiga crônica há anos atrás por acidente. Desde então, ele tem percebido que muitos dos sintomas de ADHD em crianças são idênticos ao CRP em adultos. Quando ele começou a testar crianças com ADHD suas suspeitas foram confirmadas. Quase todas as crianças com ADHD que estiveram em seu consultório apresentaram polaridade reversa crônica. Uma vez que ele adicionou remédio herbáceo para esta condição como pré-requisito para um plano nutricional, coisas maravilhosas começaram a acontecer para as crianças. Elas começaram a responder ao tratamento e melhoraram. A maioria delas se tornaram "boas". Todo sistema e processo no corpo físico é baseado em eletricidade. Em nossos processos mentais, o sistema imunológico e o coração são todos parte de um vasto sistema que utiliza eletricidade. O corpo humano é um sistema elétrico que se auto-contém e se auto-gera. A qualquer momento em que a eletricidade está em operação, campos magnéticos são criados, sendo que campos magnéticos possuem polaridade: isto é, possuem pólo norte e pólo sul. Se você submeter um imã ao stress, ele reverterá a polaridade, ou seja, em essência, os pólos norte e sul serão trocados. Desde que o corpo humano é baseado em eletricidade e tem um campo magnético subtil, certas condições tais como stress poderão reverter os pólos como num imã. Isso pode ser temporário e é tratado como tal por vários profissionais de medicina alternativa/holística. Na prática, ele descobriu que a polaridade reversa pode durar muito e pode ser difícil de curar sem um entendimento perfeito de uma variedade de condições. Ele foi levado a descobrir que a polaridade reversa frequentemente se torna crônica e parece ser o maior fator na causa de: síndrome da fadiga crônica, depressão, ansiedade, doenças do sistema imunológico, câncer, ADHD e muitas outras disfunções que não parecem se curar com tratamentos padrões. Sintomas variados criam confusão de como tratar o problema, que geralmente passa desapercebido, até o aparecimento de um sintoma mais pronunciado.
AS QUESTÕES ELÉTRICAS DO CORPO
A condição de polaridade reversa enfraquece a força elétrica do corpo. Stress prolongado é a maior causa disso. Como a carga elétrica do corpo enfraquece, sintomas ocorrem como sinais de aviso. Se a carga do corpo cair abaixo de 42 hertz, o sistema imunológico não pode resistir a doenças. Nos estágios iniciais de CRP, os sinais de aviso do corpo podem incluir dor nas costas, músculos rígidos, ou dor de cabeça; se nós não dermos atenção a estes sintomas e não pararmos para recarregar nossa força elétrica, os sintomas podem piorar para fadiga extrema, depressão, ansiedade, enxaqueca, dormência e dor crônica em áreas fracas. Com a polaridade revertida, o sistema de auto-preservação torna-se inativo. Os sinais elétricos usuais para o sistema imunológico parecem destruir ao invés de proteger. Alguns principais sintomas de CRP tem um paralelo exato com os sintomas de ADHD; por exemplo, memória recente fraca e problema de concentração. De acordo com diagnóstico da Associação de Psiquiatria Americana, o diagnóstico de ADD. e ADHD requer 9 sintomas de falta de atenção e 9 de hiperatividade/impulsividade, que podem desenvolver antes dos 7 anos e persistir por no mínimo 6 meses e que sejam suficientemente severos para interferir nas atividades sociais e escolares normais:
Falta de Atenção
1.Prestam pouca atenção aos detalhes e cometem erros sem se importarem 2.Têm dificuldades de prestar atenção 3.Não escutam as pessoas 4.Não possuem continuidade nas tarefas sem terminá-las 5.Têm dificuldades de organização 6.Evitam atividades com um substancial esforço mental ou concentração 7.Frequentemente perdem coisas necessárias na escola e em outras atividades diárias 8.Ficam distraídos facilmente 9.Frequentemente se esquecem de atividades rotineiras
Hiperatividade / Impulsividade
1.Frequentemente irrequietos e retorcendo 2.Frequentemente abandonam o assento quando deveriam permanecer assentados 3.Sempre correndo e subindo em lugares impróprios 4.Têm dificuldades em se encaixar em jogos mais moderados ou em outras atividades 5.Estão sempre em movimento como se tivessem um motor 6.Falam demais 7.Soltam respostas prematuramente 8.Têm dificuldades em aguardar a vez 9.Frequentemente interrompem e atrapalham os outros
Segundo Keith R. Smith, a polaridade reversa crônica é contagiosa, não causada por germes mas pela proximidade. Se você colocar uma bateria carregada próxima a uma descarregada, a bateria carregada perderá carga. Da mesma forma, crianças circundadas por pais estressados (CRP), ou no útero de tais mães, podem ter sua polaridade revertida inconscientemente pelos pais. Isso frequentemente ocorre antes do nascimento e continuam à medida que a criança desenvolve sem intervenção para quebrar o ciclo. Ele prevê que pesquisadores vão provar que isso cria desequilíbrio químico no cérebro e desordem nervosa desencadeando os sintomas já mencionados.
RESUMO
Na pesquisa sobre as Crianças Índigo, alguma coisa se tornou quase aparente para nós: mesmo embora estas crianças formem um grupo relativamente novo, sua sabedoria sem idade está nos mostrando um nova e mais amável maneira de estar, não só com elas mas com cada um de nós.
O que é uma criança Índigo? As crianças índigo possuem uma estrutura cerebral capaz de utilizarem simultaneamente as potencialidades do hemisfério direito e do hemisfério esquerdo, isso significa que elas conseguem ir muito mais além do plano racional e intelectual, desenvolvendo capacidades espaciais, intuitivas, criativas e espirituais, por isso elas necessitam também de um ambiente propício para poderem desenvolver todas as suas potencialidades ajudando-nos num futuro próximo a mudar muita coisa que precisa ser mudada no mundo em que vivemos, nomeadamente a diminuir a distância existente entre o pensar e o agir. O “fenômeno Índigo” nasceu a partir da cor índigo que aparece associada à mente (chacra frontal) e à espiritualidade (aura de cor índigo). Segundo alguns autores, as crianças índigo estão envolvidas por uma aura azul-índigo! Nancy Ann Tappe, nos anos 80 observou que inúmeras crianças apresentavam esse tipo de aura e tinham características algo semelhantes. Na última década dos anos 90, dois autores norte-americanos Lee Caroll e J. Tober publicaram o primeiro livro sobre “As Crianças Índigo”. A partir de então muito se tem falado destas crianças que cada vez em maior número (neste momento 90 % das crianças que nascem já trazem características Índigo, Cristal, Violeta ou outras…) estão a invadir o nosso planeta e apresentam as seguintes características: Inteligentes, sensitivas, intuitivas, com tendência hiperativa, perceptivas, compreendem facilmente as leis universais, são muito criativas e possuem uma memória privilegiada (por vezes falam de vidas passadas com toda a naturalidade) e são dotadas, como referem alguns autores, de uma espécie de “inteligência espiritual”. Quando o assunto não lhes interessa podem apresentar características de défice de atenção, mas se, pelo contrário, algum tema lhes desperta a atenção, entregam-se apaixonadamente e passam horas atentas e envolvidas em novas descobertas. Vários autores referem que podem distinguir-se 4 tipos de crianças índigo: as humanistas (líderes), as conceptuais (cognitivas ou intelectuais), as artistas (portadoras grande sensibilidade e intuição) e as interdimensionais (globalmente sobredotadas mas com potencialidades espirituais invulgares). Que características apresentam as Crianças Índigo e as Crianças Cristal? Crianças Índigo Crianças Cristal Espírito Guerreiro que rompe com os sistemas estabelecidos Espírito Pacificador Pacificadores Meta: Abrir caminhos Denunciar Não aceitam o que já não serve agora Aversão à mentira, falsidade e manipulação Meta: Continuar o caminho começado pela geração índigo Construir com energias mais subtis Têm uma força interior extraordinária para conseguirem elevar o nível de frequência energético da sociedade Especialidade: Denunciar Provar os limites físicos Especialidade: Liberdade através do exemplo Provar os limites psíquicos Personalidade: Em geral são extrovertidos Pioneiros são originais, auto-suficientes, criativos, bastante autônomos Determinação, tenacidade Muita energia e não mostram medo em enfrentar as coisas e as pessoas Personalidade: Mais calmos, pacíficos e gentis. No geral um pouco introvertidos Ainda mais espirituais Ainda mais telepáticos Ainda mais sensíveis Formas de conduta: São crianças exigentes q não se cansam de pedir coisas Não tem medo da confrontação Rebelde Formas de conduta: Diz o que precisa em poucas palavras mas com profundidade, e só quando lhe pedem Irradia paz e tranquilidade Harmoniza naturalmente a energia que o rodeia É muito afetuoso com as pessoas e percebe as suas necessidades Cala-se e retira-se se há conflitos, evita as confrontações Características físicas e outras Robustos fisicamente Fortes mentalmente Características físicas e outras Menos robusto física e mentalmente Vulnerável emocionalmente Habilidades psíquicas ativadas desde o seu nascimento Por vezes sofre com alergias, é mais delicado Podem diagnosticar-lhes erradamente: ADD (Défice de Atenção) ADDH (Défice de atenção com hiperatividade) Podem diagnosticar-lhes erradamente: A doença de Aspergers uma forma ligeira de autismo comum na profissão de programadores, informáticos e engenheiros de sistemas Autismo Ser considerado uma criança desconectada, desligada É precoce em começar a falar Pode ser que comece a falar tardiamente em geral quando começam a entender que os adultos não entendem a linguagem telepática Necessidades em geral: Alimentar os seus talentos de pioneiros e de lideres Ferramentas de organização do trabalho Aprender a diplomacia e a cortesia Necessidades em geral: Utilizar e nutrir as suas habilidades e os seus talentos de pacificadores Técnicas de limpeza energética e psíquica sensível Intercâmbio de energia com a natureza
DESDE QUANDO COMEÇARAM A APARECER NO PLANETA?
Não é a primeira vez que o planeta assiste à chegada de consciências que trazem características diferentes do habitual que põem em causa as culturas instaladas. Poderíamos enumerar uma quantidade delas, que desde há muito, vêm surgindo aqui e ali para nos abrirem um pouco a porta do conhecimento, na maior parte das vezes, foram perseguidos, mal entendidos, na época em que viveram, e até, alguns chegaram a ser mortos. Tudo isto só porque apresentaram comportamentos diferentes e formas de pensar que punham em causa as instituições e organizações políticas ou religiosas vigentes. Temos, por exemplo: Pitágoras, Sócrates, Platão, Aristóteles, Jesus Cristo, Leonardo da Vinci, Gandhi, Shweitzer, Einstein e muitos outros....Eles surgiam para ajudarem a que a mudança fosse algo possível de acontecer e com a sua coragem e determinação se abrissem caminhos novos e diferentes. Graças a eles a humanidade foi dando os seus passos no sentido de romper com velhas tradições de pensamento e culturas.
Como identificar as Crianças Índigo? Propomos que façam um pequeno teste às vossas crianças para poderem identificá-las, ou não, como crianças índigo. Este teste (embora com algumas adaptações) é apresentado por Lee Carroll no seu livro As Crianças Índigo. Trata-se de uma criança muito intuitiva (parece adivinhar as coisas) e traz consigo, desde a nascença, uma certa realeza comportando-se como tal? Sentem que merecem estar aqui e admiram-se quando outros não os reconhecem. Revelam-se bastante sensitivos (parecem observar, ver, ouvir e detectar acontecimentos, objetos e situações aparentemente impossíveis)? São muito sensíveis à música, à pintura, às paisagens grandiosas e sublimes, ao belo? Dizem, com naturalidade aos pais quem são e donde vêm e alguma vez referiram ter falado com anjos, Deus, extraterrestres ou outras entidades? Preocupam-se muito com questões humanitárias, a fome, as guerras, os problemas ambientais, com os animais abandonados ou maltratados? Gostam de ver programas sobre História, Religião e Arte na TV ou na Internet? Sentem-se frustrados com sistemas que obedecem a rituais e sem criatividade, apresentam outras formas de fazerem as coisas, tanto em casa como na escola, o que os torna rebeldes ou simplesmente desinteressados? Costumam desenhar figuras exóticas, seres extra-terrestres, figuras estranhas? Apreciam conversar sobre Deus, o princípio do Mundo, a Vida, os OVNIS, etc? Parecem ser anti-sociais, e, por vezes a escola é o local onde lhes é muito difícil socializar. Apreciam a solidão. Gostam de se fechar no quarto para ficar sozinhos? Têm dificuldade em aceitar uma autoridade absoluta. Falam ou escrevem sobre assuntos que parecem não ser para a sua idade e formação? Se respondeu SIM a mais de 4 perguntas...esteja mais atento ao seu filho ou educando, porque poderá estar perante uma criança índigo, por isso tente retirar dele mais informações, mas proceda com carinho e amor verdadeiro, porque estas crianças, devido à sua sensibilidade e capacidades extra sensoriais, apercebem-se facilmente das suas intenções, sobretudo se estas não foram para seu bem. Como sabem elas trazem consigo um verdadeiro detector de mentiras e, intuitivamente, lêem os pensamentos das pessoas com quem tratam.
QUAL A EDUCAÇÃO MAIS ADEQUADA PARA ESTAS CRIANÇAS E JOVENS?
Em primeiro lugar é fundamental que exista para a criança uma só escola e uma só educação. O complexo processo educativo, para atingir os seus plenos objetivos deve fazer um compromisso com todos os seus intervenientes que em conjunto devem-se envolver em uníssono: pais, professores, alunos. Todos têm que ter consciência de três verdades:
O potencial humano é muito superior àquilo que nos convenceram. (Einstein desenvolveu, apenas, entre 5 e 10% das capacidades do seu cérebro....) A educação deve ser adquirida naturalmente e com prazer, porque educar sem prazer é deseducar e é como um dia sem sol. A educação e a aprendizagem são o único motivo que nos trouxe a este planeta, por isso, deve ser feita com esmero. Um sistema de educação alternativo e muito conhecido é o da pedagogia Waldorf que explica de uma forma harmoniosa a relação existente entre o processo íntimo do desenvolvimento da criança e do jovem e as modificações sofridas pelo homem em sua evolução histórica, pois ajuda a criança a passar por um processo evolutivo de crescimento, amadurecimento e conscientização progressivos até atingir a maturidade. Para isso promove um acompanhamento adequado com respeito pela sua individualidade e criatividade, para que floresça e desabroche livremente em todas as suas vertentes.
EXISTEM NO NOSSO PAÍS ESCOLAS ADEQUADAS A ESTAS CRIANÇAS?
Existem muito poucas escolas com pedagogias adequadas e preparadas para promoverem uma educação adequada a estas e muitas outras crianças. Em Portugal existem algumas poucas escolas com pedagogia Waldorf mas encontram-se sem vagas. Existe ainda uma Escola Montessori para crianças de 1 a 6 anos de idade, contacto 21 456 4733 .
SERÁ VOCÊ UM ÍNDIGO ADULTO?
Se quer saber se é um índigo adulto analise as afirmações que se seguem:
. São muito criativos ainda que na escola não tenham tirado as melhores notas. . Têm algumas características que fazem parte de crianças índigo. . Apresentam alguns problemas de concentração e atenção (Sintomas de Desordem de falta de Atenção. Podem apresentar problemas para se concentrarem nas suas tarefas. . . Podem saltar de tema nas conversas (palestras, dissertações, etc.) . Têm uma verdadeira empatia por algumas pessoas e sentem-se bem com pessoas que tenham a sua vibração, mas têm, também, uma profunda intolerância pela estupidez. . São muito intuitivos, muito criativos e desfrutam fazendo coisas, mesmo que espalhem tudo à sua volta como um caos, sentem-se bem assim...mesmo que os outros reclamem da desordem. . É difícil para eles fazerem um trabalho repetitivo e obrigatório e sobretudo na escola recusavam-se a fazê-lo. . Vivem em constante mudança e têm, ainda hoje, problemas com a autoridade. Rejeitam, muitas vezes, a autoridade do professor ou mesmo dos pais quando procuravam impô-la. . Questionaram-na e continuam questionando a autoridade. . Aprendem rapidamente e quando acham que já sabem o suficiente aborrecem-se e desinteressam-se pelos assuntos? . Se uma coisa ou um tema lhes interessa põem aí toda a sua atenção e não se importam de estar horas a fazer o mesmo. . Na escola parecia que tinham “picos” e não paravam quietos, quando a matéria não lhes interessava, não lhe servia para nada ou achavam que já sabiam o suficiente sobre o assunto. . Por vezes mostra ser extremamente sensíveis, ou emocionalmente instáveis, chorando ao mínimo motivo (sem proteção). Ou podem mostrar uma certa falta de emoção (proteção completa). . Por vezes revoltam-se com certas coisas ou pessoas, parecendo que têm problemas com a Ira. . Não compreendem e até se revoltam, ou irritam com os chamados sistemas ineficazes que consideram caducos: sistema político, educativo, médico, jurídico, etc. . Sentem uma verdadeira irritação e ira quando privam dos seus direitos e detestam que os observem ou controlem os teus passos, ficam irritados quando alguém está sempre a observá-los e a criticá-los. . Procuram o significado da vida e sentem uma vontade grande de mudar ou até melhorar o mundo aderindo, por vezes, à espiritualidade, a alguma religião ou a grupos ou livros de auto-ajuda. . Tiveram alguma experiência psíquica, premonições (ver anjos, seres extra físicos, fantasmas...) experiências fora do corpo, ouvir ruídos ou vozes, etc. . É sensível à eletricidade e por vezes os relógios não funcionam, as lâmpadas apagam-se quando passa por baixo deles, os aparelhos elétricos funcionam mal ou queimam-se fusíveis ou rebentam lâmpadas... . Já, alguma vez, tiveram consciência da existência de outras dimensões, de extraterrestres ou da existência de outras realidades paralelas. . São muito expressivos sexualmente, mas também podem recusar a sexualidade por aborrecimento ou para conseguirem uma ligação espiritual mais elevada. Podem explorar tipos alternativos de sexualidade. . Tiveram poucos ou nenhum exemplo índigo para imitar. . Se conseguem encontrar o seu equilíbrio podem transformar-se em indivíduos muito realizados, fortes, sãos e felizes.
"CARTA DE UMA CRIANÇA ÍNDIGO A UM PROFESSOR"
Olá e obrigado por ler a minha carta. Eu sou aquela criança que normalmente não pára quieta na carteira, e a quem está sempre a dizer para se calar. É que às vezes eu entendo as coisas antes do Senhor acabar de explicar a matéria e se tem de repetir, aborreço-me. Às vezes posso ser muito mal educado ou explosivo para chamar a atenção. Gosto de falar de temas que o senhor "acredita" não serem para a minha idade. Está sempre a dizer aos meus pais que não consigo aprender, no entanto se alguma coisa me interessa aprendo facilmente, mas quando já tenho conhecimentos suficientes ponho de lado porque me aborreço. Não contesto a autoridade mas o entendimento e as explicações. Aprendo por imitação, o seu exemplo para mim é muito importante. Segundo o senhor estou sempre a transgredir as normas e a criar outras. Sou esse gênio em "potência" que concentra-se em algo que seria melhor... Os meus pais levaram-me ao médico e dizem que tenho ADHD, uma coisa chamada Deficiência de Atenção com Hiperatividade, e isso quer dizer que não paro quieto, não posso prestar atenção durante muito tempo, distraio-me facilmente e além disso sou hiperativo. O médico queria que eu tomasse Ritalin ( a minha mãe recusou dizendo que as anfetaminas criam tóxico dependentes), então, ela investigou e agora faço coisas que direcionam a minha energia ( desporto, artes marciais, Tai-chi, Yoga ) e evita dar-me alimentos com açúcar ou glicose e sinto-me mais calmo. Não gosto que me tratem como criança, talvez saiba menos de certas coisas, mas isso não significa que não saiba, estou no meu processo. Dê-me mais tempo para assimilar as coisas, pois aprendo de maneira diferente. Se eu não aprendo de uma forma tradicional... porque usa sempre a mesma maneira? Quem sabe se fosse um método mais prático? Estou sempre a perguntar... porquê? Isso não quer dizer que o estou a pôr à prova, tenho somente curiosidade. Se não souber a resposta diga-me. Não seja evasivo, guie-me para eu encontrar a resposta. Gostaria que me incluísse quando tomasse decisões que me afetam, não sou simplesmente mais um aluno. Gostaria que reconhecesse que sou diferente e não que me classificasse como diferente. Não sou nem mais nem menos que o senhor. Se me explicasse para que serve o que estudamos e que para conseguir certas coisas preciso de disciplina, reagiria de maneira diferente. Quando não me conseguir concentrar faça alguma atividade para me distrair: um jogo, música, dança ... Mas não grite comigo. Sei que muitas vezes se desespera na sala de aula pois nenhum de nós lhe prestamos atenção. Já se preocupou em saber o que realmente nos interessa?
Despeço-me com Amor
ATRIBUTOS CRISTALINOS
Capacidades Psicocinéticas As Crianças de Vibração Cristal têm capacidades de comunicação a vários níveis. Não só sabem ler os vossos pensamentos, como ainda, e mais importante, conseguem ver dentro dos vossos corações. Quando elas aumentarem em número no planeta, vocês verão uma comunicação imediata entre elas. O seu próprio entendimento da energia e a forma como refletem a luz do seu ser interior dar-lhes-á capacidades psicocinéticas. Conseguirão mover objetos através da mente. Mais, terão a capacidade de reestruturar a matéria através do pensamento em pouco ou nenhum dispêndio de tempo. Para nós, isto é bastante divertido, dado que há bem pouco tempo vocês inventaram histórias para o vosso entretenimento sobre seres do espaço dotados de poderes mentais que tomariam conta do vosso planeta. Agora aperceber-se-ão de que isso é realmente verdade, só que, afinal, eles serão as vossas crianças…
POTENCIAIS DESAFIOS
Tal como mencionamos, as Crianças de Vibração Cristal têm uma estrutura cristalina que lhes permite transportar mais luz no interior do seu ser físico. É esta estrutura cristalina que os leva a refletir aquelas coisas para as quais não têm referência. Sendo tão poderosas como são, não só refletem as energias para as quais não possuem referência, como também, durante esse processo, amplificam essa mesma energia. Dentro de pouco mais de 150 anos, estes atributos serão considerados lugares-comuns, contudo os primeiros a trazê-los na sua forma física podem experienciar desafios consideráveis.
AUTISMO OU CRISTAL?
Deixem-nos apresentar alguns dos desafios imediatos com os quais estes seres de alta vibração se poderão confrontar. Tendo por base um sistema cristal, os seus corpos serão soltos e etéricos. Isto é o que vocês reconhecerão como hipersensibilidade, ou seja, o segundo atributo que anteriormente descrevemos como de extrema vulnerabilidade (ou fragilidade). Uma vez dominada essa vulnerabilidade, ela permitir-lhes-á viajar entre dimensões. Em última instância, alcançarão a capacidade de se moverem interdimensionalmente, aquilo que habitualmente designam por viagens no tempo. Todavia, aqueles que atualmente entram no planeta ainda com pequenas quantidades de energia cristal poderão encontrar-se na circunstância de, inconscientemente, serem empurrados para outras dimensões. Pode, por exemplo, acontecer aquilo a que geralmente chamam de autismo. Estas são, na verdade, Crianças Cristal que foram empurradas para outras dimensões e não foram capazes de recuperar. Estes seres gentis são extremamente sensíveis ao ambiente que os rodeia e aos estímulos exteriores que não estejam de acordo ou em harmonia com a elevada vibração que eles sustentam. Isto confere-lhes uma aparência frágil, quando, na realidade, são seres humanos poderosos e evoluídos. Pedimos-lhes que comecem a observar e a questionar todos os estímulos exteriores, inclusive aqueles que têm vindo a ser usados para promover a saúde.
HIPERSENSIBILIDADE VIBRACIONAL
Vocês também vão descobrir que as Crianças de Vibração Cristal são sensíveis a todos os estímulos vibracionais. A vibração a todos os níveis, quer seja a do som, da cor, do campo eletromagnético do meio envolvente, da poluição do ambiente pode ter efeitos perturbadores nas Crianças Cristal. A sua hipersensibilidade à vibração pode ser sentida a vários níveis, incluindo o magnético, eletromagnético, ambiental, aromático, sonoro, cromático e muitas outras formas de energia vibracional. Estas crianças são hipersensíveis ao ambiente que as rodeia e são particularmente vulneráveis a todo tipo de poluição. Hoje, mesmo, vocês estão a descobrir que certas combinações de cores têm um estranho efeito sobre as Crianças Cristal. Dizemos-lhes que mesmo aquilo que vocês referiram como “cores múltiplas” foi uma tentativa inconsciente de controlar estes estímulos a fim de baixar os níveis vibracionais. As Crianças Cristal são precisamente ultra sensíveis a estes níveis inferiores de vibração. Uma das formas de vibração energética com a qual as Crianças Cristal estão a ter dificuldades é a eletricidade. A Eletricidade é uma forma de energia que ocorre naturalmente na natureza, contudo a vossa adaptação à mesma, particularmente ao uso que fazem da corrente alterna, levará algum tempo de reajuste por parte das Crianças Cristal. É engraçado como este tipo de eletricidade foi na realidade desenvolvida por alguém que transportava consigo uma enorme quantidade de energia Cristal (Nicolai Tesla). As Crianças Cristal têm de aprender a adaptar-se a esta forma de vibração energética. Entretanto, se elas contatarem com um aparelho elétrico quando estiverem descentradas, zangadas ou confusas, será altamente provável que não só devolvam essa energia, como também a amplifiquem, ao fazer a ressonância. Isto provocará, efetivamente, a paragem de muitos aparelhos elétricos de uso comum. Com a prática, as Crianças Cristal adaptar-se-ão a estas ondas energéticas produzidas pelo homem. Até lá, a vidinha caseira pode parecer bastante interessante.
A LIGAÇÃO CRISTALINA À TERRA
A terra, como ente sensível, também está a passar por uma transformação rumo à forma cristalina. Vocês descobriram recentemente a natureza cristalina da água. O que partilhamos convosco, agora, é que essa não é tão só uma descoberta recente: é, antes, um passo adiante na evolução. Os reajustes na rede magnética do planeta estão quase completos. Isto facilitará à Terra ressoar numa frequência mais alta, bem como ajudará os humanos a suster o seu poder nas suas formas físicas. Além disso, permitirá às Crianças Cristal tomar os seus lugares. Este evento cósmico, por si só, ancorará a energia e abrirá a porta para que a vibração das Crianças Cristal dê o próximo passo rumo à evolução humana.
EMPATIA EMOCIONAL
A área de maior reajuste das Crianças Cristal é a da sua hipersensibilidade às reações humanas. Um pouco à semelhança da ausência de referencia para a emoção da culpa nas Crianças Índigo, vocês verão que a vibração das Crianças Cristal não tem qualquer referencia para a emoção humana do medo. O medo foi uma emoção muito importante para os humanos nos primórdios da sua evolução. Juntamente com o ego, ela ajudou a assegurar a vossa sobrevivência. O medo serviu-vos bem. Todavia, a sua utilidade chegou ao fim. A emoção do medo é predominante nos corações humanos. Esta é razão por que vocês estão a enfrentar tantos medos coletivos neste momento da vossa história. Até aquilo que vocês vêem como sendo o terrorismo no vosso mundo é uma oportunidade para irem, coletivamente, além do medo.
ALÉRGICOS AO MEDO
Aqueles que vibram energia Cristal facilmente sentem o medo dentro dos corações daqueles que os rodeiam. O desafio chega quando eles sentem o medo dos outros e, inconscientemente, projetam-no de volta, na forma de emoções ampliadas. Isto causa estranhas reações nos humanos de baixa vibração. Por esta razão, os de vibração cristal caminham na luz, optando por não invocar o medo. Quando este medo é projetado de volta, pode causar reações nocivas a toda a humanidade, na medida em que faz emergir o que de pior o ser humano tem. Por este motivo, as primeiras Crianças Cristal vão, normalmente, optar por se esconder. Elas serão discretas e não irão facilmente mostrar as suas capacidades em público. À primeira vista, parecem meigas, dóceis e brandas, mas não interpretem isso como sendo desprovidas de poder. Os pais das Crianças Cristal procurarão escondê-las e mantê-las a salvo a todo o custo. Mas isso mudará à medida em que se libertarem da vossa necessidade de medo. Esta foi a mensagem original que vos passamos há muitos anos, quando vos falamos pela primeira vez destas crianças. Dissemos: “se conseguirem tornar esse planeta um local mais seguro, elas virão”. Vocês ouviram… elas estão a chegar agora.
Cristais Recém-Chegados, Cristais Adultos e Tu O despertar da Vibração Cristal no interior das vossas bolhas físicas de biologia está a causar alterações em cada um de vós que precisam de alguma atenção. Ainda que as primeiras Crianças Cristal só entrem no vosso mundo dentro de alguns anos, há já algumas atualmente na Terra, contendo diferentes níveis de atributos Cristal. São almas corajosas que concordaram em ser pioneiras e testar as águas. Muitos de vocês sentir-se-ão imediatamente atraídos para trabalhar com elas, no sentido de descobrir as suas imensas potencialidades. No entanto, ainda há muito para fazer.
Os próximos anos trarão Cristais recém-chegados que irão encarnar tranquilamente e se tornarão adultos portadores de Vibração Cristal. Enquanto falamos das Crianças Cristal, muitos de vocês estão a reconhecer-se, agora, como sendo Cristais Adultos que têm vindo a manifestar estes atributos desde sempre. Aqueles que assim o escolherem, sairão dos seus esconderijos e partilharão as suas histórias com os outros. Além do mais, devido às recentes mudanças na energia que vocês sentiram, muitos começaram a desenvolver alguns destes atributos com os quais não estão muito familiarizados. Nós vemos isso como o despertar da Criança Cristal que existe dentro de cada um de vocês.. À medida em que estes adultos e crianças continuarem a entrar e a usar os seus poderes, irão despertar esses atributos em toda a humanidade.Vocês estão a tornar-se cristalinos..
Fonte: Texto retirado parcialmente do site A verdade liberta você Por: Lisa Teixeira Janeiro / 2010